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Uma nova CASA-CE em 2019, garante Manuel Fernandes

Uma nova CASA-CE em 2019, garante Manuel Fernandes
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O vice-presidente da CASA-CE para a acção política revelou que 2018 foi um ano “muito difícil” para a sua força política, mas permitiu clarificar algumas convulsões que minavam a coesão interna.

Manuel Fernandes afirmou tratar-se de um ano (2018) que vai ficar na história desta coligação política, na medida em que conseguiu dar volta à situação menos boa que viveu e apontou novos caminhos que devem ser trilhados.

Fazendo um balanço do que foi o desempenho desta que é a terceira força política na Assembleia Nacional, o responsável, que falou ao jornal O País, disse ter sido um ano político não muito positivo do ponto de vista da dinâmica funcional, mas também não muito negativo, na medida em que se conseguiu clarificar alguns conflitos.

O político garantiu que se está a trabalhar neste momento na redinamização da CASA-CE e a adequá-la à última decisão do Tribunal Constitucional, de Junho deste ano.

“Vamos agora fazer da CASA-CE uma força política onde se faça sentir o papel de todos os entes constituintes, concretamente todos os partidos políticos em pé de igualdade”.

O Tribunal Constitucional emitiu um acórdão em que “esvaziou” as competências do presidente do Colégio Presidencial, que era liderado por Abel Chivukuvuku, passando para coordenador da mesma coligação, decisão mal acolhida.

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Redacção

O vice-presidente da CASA-CE para a acção política revelou que 2018 foi um ano “muito difícil” para a sua força política, mas permitiu clarificar algumas convulsões que minavam a coesão interna.

Manuel Fernandes afirmou tratar-se de um ano (2018) que vai ficar na história desta coligação política, na medida em que conseguiu dar volta à situação menos boa que viveu e apontou novos caminhos que devem ser trilhados.

Fazendo um balanço do que foi o desempenho desta que é a terceira força política na Assembleia Nacional, o responsável, que falou ao jornal O País, disse ter sido um ano político não muito positivo do ponto de vista da dinâmica funcional, mas também não muito negativo, na medida em que se conseguiu clarificar alguns conflitos.

O político garantiu que se está a trabalhar neste momento na redinamização da CASA-CE e a adequá-la à última decisão do Tribunal Constitucional, de Junho deste ano.

“Vamos agora fazer da CASA-CE uma força política onde se faça sentir o papel de todos os entes constituintes, concretamente todos os partidos políticos em pé de igualdade”.

O Tribunal Constitucional emitiu um acórdão em que “esvaziou” as competências do presidente do Colégio Presidencial, que era liderado por Abel Chivukuvuku, passando para coordenador da mesma coligação, decisão mal acolhida.

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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