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SIC apreende sacos de fuba de milho sem qualidade para consumo em Moçâmedes

SIC apreende sacos de fuba de milho sem qualidade para consumo em Moçâmedes
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Os Serviços de Investigação Criminal (SIC) e outros agentes ligados à área de inspecção e fiscalização da Policia Nacional e do comércio, apreederam anteontem, em Moçâmedes, província do Namibe, cerca de dois mil e 900 sacos de fuba de milho de marca "Caramulo e Binda", imprópria para o consumo humano, pertencente à empresa distribuidora alimentar "Zara".

O produto, de origem brasileira, apresenta características impróprias, estando já deteriorado devido às péssimas condições de conservação, e de acordo com o chefe do Gabinete Institucional e Imprensa da SIC no Namibe, André Marcelino, a apreensão do produto foi fruto de um trabalho operativo efectuado pela equipa de inspecção e fiscalização deste órgão e outros intervenientes que detectaram grandes quantidades deste produto a ser comercializada no supermercado “Nosso Super” e em condições imprópria para o seu consumo.

“Depois de apreendermos a mercadoria, foram recolhidas as amostras e das análises feitas determinou-se que efectivamente o produto não está em condições para ser consumido. Neste momento, corre um processo que vai culminar com a inutilização do produto e penalização a empresa, com um outro de transgressão, no âmbito da Lei 5/ 87 de 23 de Fevereiro, com vista a disciplinar os comerciantes", informou.

Em declarações a Angop, a fonte referiu que "não se admite que um estabelecimento desta dimensão venda produtos impróprios para consumo humano, e mais, começaram a comercializar o mesmo ao preço de 3 mil e 500 kzs e quando deram conta que não estava em condições entraram em promoção, vendendo cada saco de 50kg a mil kwanzas”.

“Isso mostra que houve intenção de enganar o consumidor e por este facto nós seremos duros com estes comerciantes, alertou.

O inspector chefe apelou a população daquela província a ter cuidado com as promoções, "pois nem todos produtos em promoção é porque o estabelecimento tem demasiado, mas porque são produtos que começam apresentar características impróprias para o consumo humano ou então com datas muito próximas de caducidade, e então é preciso cautela e continuar a denunciar actos desta natureza, por forma a combatermos estas infracções.

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Pedro Kididi

Jornalista

Os Serviços de Investigação Criminal (SIC) e outros agentes ligados à área de inspecção e fiscalização da Policia Nacional e do comércio, apreederam anteontem, em Moçâmedes, província do Namibe, cerca de dois mil e 900 sacos de fuba de milho de marca "Caramulo e Binda", imprópria para o consumo humano, pertencente à empresa distribuidora alimentar "Zara".

O produto, de origem brasileira, apresenta características impróprias, estando já deteriorado devido às péssimas condições de conservação, e de acordo com o chefe do Gabinete Institucional e Imprensa da SIC no Namibe, André Marcelino, a apreensão do produto foi fruto de um trabalho operativo efectuado pela equipa de inspecção e fiscalização deste órgão e outros intervenientes que detectaram grandes quantidades deste produto a ser comercializada no supermercado “Nosso Super” e em condições imprópria para o seu consumo.

“Depois de apreendermos a mercadoria, foram recolhidas as amostras e das análises feitas determinou-se que efectivamente o produto não está em condições para ser consumido. Neste momento, corre um processo que vai culminar com a inutilização do produto e penalização a empresa, com um outro de transgressão, no âmbito da Lei 5/ 87 de 23 de Fevereiro, com vista a disciplinar os comerciantes", informou.

Em declarações a Angop, a fonte referiu que "não se admite que um estabelecimento desta dimensão venda produtos impróprios para consumo humano, e mais, começaram a comercializar o mesmo ao preço de 3 mil e 500 kzs e quando deram conta que não estava em condições entraram em promoção, vendendo cada saco de 50kg a mil kwanzas”.

“Isso mostra que houve intenção de enganar o consumidor e por este facto nós seremos duros com estes comerciantes, alertou.

O inspector chefe apelou a população daquela província a ter cuidado com as promoções, "pois nem todos produtos em promoção é porque o estabelecimento tem demasiado, mas porque são produtos que começam apresentar características impróprias para o consumo humano ou então com datas muito próximas de caducidade, e então é preciso cautela e continuar a denunciar actos desta natureza, por forma a combatermos estas infracções.

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