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Quadro da EY Angola afirma que a indústria energética está actualmente numa ‘encruzilhada’

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O parceiro da EY Angola para os serviços de garantia, André Afonso, afirmou que a indústria energética está actualmente numa ‘encruzilhada’, onde por um lado os conflitos e a volatilidade melhoraram as perspectivas a curto prazo para os operadores históricos, e os preços e os rendimentos continuam elevados para as empresas tradicionais.

Por outro lado, segundo o mesmo especialista, em países como Angola, a queda da produção durante a última década tem pressionado de forma drástica as contas públicas, sendo deste modo imperativo planear um novo futuro, capitalizando os pontos fortes tradicionais das empresas de petróleo e gás “para liderar a corrida à descarbonização”, defende André Afonso.

Essas declarações foram proferidas no evento que se figurou a principal plataforma para abordar os assuntos mais urgentes no mercado de energia angolano, como o esforço para conter o declínio da produção, expandir e promover a exploração de novas descobertas ou alcançar a auto-suficiência em combustíveis através de investimentos em larga escala na capacidade de refinação, a Conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2023, à qual a EY Angola se associou, sob o mote ‘Segurança Energética, Descarbonização e Desenvolvimento Sustentável”, um evento realizado nos passados dias 13 e 14 deste mês, em Luanda.

A crescente procura de energia e as perspectivas de preços estão a transformar a indústria de petróleo e gás, que requer novos modelos de negócio, carteiras racionalizadas, investimento acelerado em tecnologias digitais e maior flexibilidade de capital, e é neste contexto que a EY tem acompanhado as empresas do sector do O&G na sua adaptação à evolução das exigências dos consumidores, para se tornarem relevantes para os clientes de energia do amanhã.

O certame incluiu cimeiras de investidores e apresentações focadas no mercado e diversos painéis de discussão, onde a companhia esteve representada por distintos profissionais.

“Esta conferência foi de grande relevância, pelo seu carácter internacional e pelo debate em torno do sector mais importante em Angola, permitindo-nos participar naquilo que são as questões relevantes para projectarmos a economia angolana no futuro”, considerou Carlos Basto, por sua vez, sócio-gerente da EY Angola.

No evento, de acordo com a nota que recebemos, esteve em destaque o tema da transição energética em Angola, mediante o desenvolvimento dos recursos de gás natural e outras fontes alternativas de energia, garantindo o crescimento económico e a riqueza energética generalizada.

A conferência foi promovida sob os auspícios do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, em parceria com a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, AIDAC e a Câmara Africana de Energia, recorde-se, tendo tido como objectivo estimular o investimento e facilitar a realização de negócios nas cadeias de valor energéticas angolanas e regionais, incentivar o investimento em tecnologias e projectos que promovam uma transição energética efectiva e equitativa na região, destacar o papel vital dos recursos e indústrias de Angola na economia global, capitalizar novas oportunidades de comércio e investimento em Angola, entre outros.

Estiveram presentes na conferência governantes de países da região, investidores globais, empresários e empreendedores de projectos do sector do petróleo, assim como empresas dos sectores público e privado que discutiram e debateram os assuntos mais urgentes da indústria energética do país, com o objectivo de construir um futuro baseado no desenvolvimento sustentável do petróleo e gás.

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Redacção

O parceiro da EY Angola para os serviços de garantia, André Afonso, afirmou que a indústria energética está actualmente numa ‘encruzilhada’, onde por um lado os conflitos e a volatilidade melhoraram as perspectivas a curto prazo para os operadores históricos, e os preços e os rendimentos continuam elevados para as empresas tradicionais.

Por outro lado, segundo o mesmo especialista, em países como Angola, a queda da produção durante a última década tem pressionado de forma drástica as contas públicas, sendo deste modo imperativo planear um novo futuro, capitalizando os pontos fortes tradicionais das empresas de petróleo e gás “para liderar a corrida à descarbonização”, defende André Afonso.

Essas declarações foram proferidas no evento que se figurou a principal plataforma para abordar os assuntos mais urgentes no mercado de energia angolano, como o esforço para conter o declínio da produção, expandir e promover a exploração de novas descobertas ou alcançar a auto-suficiência em combustíveis através de investimentos em larga escala na capacidade de refinação, a Conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2023, à qual a EY Angola se associou, sob o mote ‘Segurança Energética, Descarbonização e Desenvolvimento Sustentável”, um evento realizado nos passados dias 13 e 14 deste mês, em Luanda.

A crescente procura de energia e as perspectivas de preços estão a transformar a indústria de petróleo e gás, que requer novos modelos de negócio, carteiras racionalizadas, investimento acelerado em tecnologias digitais e maior flexibilidade de capital, e é neste contexto que a EY tem acompanhado as empresas do sector do O&G na sua adaptação à evolução das exigências dos consumidores, para se tornarem relevantes para os clientes de energia do amanhã.

O certame incluiu cimeiras de investidores e apresentações focadas no mercado e diversos painéis de discussão, onde a companhia esteve representada por distintos profissionais.

“Esta conferência foi de grande relevância, pelo seu carácter internacional e pelo debate em torno do sector mais importante em Angola, permitindo-nos participar naquilo que são as questões relevantes para projectarmos a economia angolana no futuro”, considerou Carlos Basto, por sua vez, sócio-gerente da EY Angola.

No evento, de acordo com a nota que recebemos, esteve em destaque o tema da transição energética em Angola, mediante o desenvolvimento dos recursos de gás natural e outras fontes alternativas de energia, garantindo o crescimento económico e a riqueza energética generalizada.

A conferência foi promovida sob os auspícios do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, em parceria com a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, AIDAC e a Câmara Africana de Energia, recorde-se, tendo tido como objectivo estimular o investimento e facilitar a realização de negócios nas cadeias de valor energéticas angolanas e regionais, incentivar o investimento em tecnologias e projectos que promovam uma transição energética efectiva e equitativa na região, destacar o papel vital dos recursos e indústrias de Angola na economia global, capitalizar novas oportunidades de comércio e investimento em Angola, entre outros.

Estiveram presentes na conferência governantes de países da região, investidores globais, empresários e empreendedores de projectos do sector do petróleo, assim como empresas dos sectores público e privado que discutiram e debateram os assuntos mais urgentes da indústria energética do país, com o objectivo de construir um futuro baseado no desenvolvimento sustentável do petróleo e gás.

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