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Programa Ginga Desperta oferece oportunidades de negócio

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Mais de 100 jovens têm agora a oportunidade de criar o seu negócio e melhorar a sua vida e das suas famílias, através do Programa Ginga Desperta, projecto pensado “para proporcionar o café de Angola a quem começa o dia cedo e não tem tempo de o preparar em casa”, que chegou às ruas na segunda-feira passada.

De Luanda à Viana, passando pelo Cazenga, Kilamba Kiaxi e Cacuaco, são cinco os municípios que já contam com as brigadas de vendedores Ginga Desperta, sendo que o programa tem um modelo de negócio que assenta numa relação entre a marca Ginga Cafés e uma rede de operadores e vendedores de rua que logo pela manhã e por apenas 200 kwanzas preparam na hora “um cremoso café Ginga 3 em 1, que junta leite e açúcar ao saboroso café de Angola”.

José Carlos Beato, director geral da Angonabeiro, comenta que “esta bebida oferece uma alternativa especialmente nutritiva para o pequeno almoço, a preço competitivo e para quem precisa da energia natural e do toque aveludado que Ginga 3 em 1 oferece”.

Neste modelo de negócio, os operadores Ginga Desperta são responsáveis pelos locais de armazenamento e preparação dos materiais, sob os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança alimentar, e cabe-lhes ainda o recrutamento dos vendedores e a gestão da operação GINGA Desperta, que leva Ginga 3 em 1 às ruas por onde passam os amantes de café, lê-se no comunicado que recebemos.

Após um processo de selecção, as equipas Ginga Desperta são enquadradas num rigoroso plano de formação, de acordo com um modelo que integra regras de higiene e segurança, qualidade, comportamento e etiqueta, valorização pessoal, e a forma perfeita de servir café, segundo ainda o documento.

A Angonabeiro reforça a sua aposta no canal de vendas directas, desta vez, com uma estratégia que estimula o empreendedorismo social, através da criação imediata de postos de trabalho próprios, proporcionando a entrada de novos empreendedores para a economia formal, e que, com este projecto, “dão um forte sinal de resiliência, apesar das grandes adversidades que conhecemos, mostrando que temos de continuar a investir no futuro de Angola e no desenvolvimento da economia”, sublinhou José Carlos Beato.

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Redacção

Mais de 100 jovens têm agora a oportunidade de criar o seu negócio e melhorar a sua vida e das suas famílias, através do Programa Ginga Desperta, projecto pensado “para proporcionar o café de Angola a quem começa o dia cedo e não tem tempo de o preparar em casa”, que chegou às ruas na segunda-feira passada.

De Luanda à Viana, passando pelo Cazenga, Kilamba Kiaxi e Cacuaco, são cinco os municípios que já contam com as brigadas de vendedores Ginga Desperta, sendo que o programa tem um modelo de negócio que assenta numa relação entre a marca Ginga Cafés e uma rede de operadores e vendedores de rua que logo pela manhã e por apenas 200 kwanzas preparam na hora “um cremoso café Ginga 3 em 1, que junta leite e açúcar ao saboroso café de Angola”.

José Carlos Beato, director geral da Angonabeiro, comenta que “esta bebida oferece uma alternativa especialmente nutritiva para o pequeno almoço, a preço competitivo e para quem precisa da energia natural e do toque aveludado que Ginga 3 em 1 oferece”.

Neste modelo de negócio, os operadores Ginga Desperta são responsáveis pelos locais de armazenamento e preparação dos materiais, sob os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança alimentar, e cabe-lhes ainda o recrutamento dos vendedores e a gestão da operação GINGA Desperta, que leva Ginga 3 em 1 às ruas por onde passam os amantes de café, lê-se no comunicado que recebemos.

Após um processo de selecção, as equipas Ginga Desperta são enquadradas num rigoroso plano de formação, de acordo com um modelo que integra regras de higiene e segurança, qualidade, comportamento e etiqueta, valorização pessoal, e a forma perfeita de servir café, segundo ainda o documento.

A Angonabeiro reforça a sua aposta no canal de vendas directas, desta vez, com uma estratégia que estimula o empreendedorismo social, através da criação imediata de postos de trabalho próprios, proporcionando a entrada de novos empreendedores para a economia formal, e que, com este projecto, “dão um forte sinal de resiliência, apesar das grandes adversidades que conhecemos, mostrando que temos de continuar a investir no futuro de Angola e no desenvolvimento da economia”, sublinhou José Carlos Beato.

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