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População de Malanje recusa vacina contra sarampo

População de Malanje recusa vacina contra sarampo
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A maioria dos moradores dos bairros periféricos da cidade de Malanje, com realce para Carreira de Tiro e Voanvola, mostraram resistência à campanha de vacinação contra o sarampo e vitamina A, promovida de 23 a 27 deste mês.

A informação foi dada esta quarta-feira pelo supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Frederico Muatshimbau, realçando que muitos cidadãos rejeitaram a vacina porque suspeitavam que se tratava de testes de coronavírus.

À Angop, o responsável referiu que a população alegou ter conhecimento, a partir das redes sociais, que as novas vacinas contra a Covid-19 seriam testadas em países africanos, daí que presumiam tratar-se destas.

A par disso, disse Frederico, muitas famílias apresentaram cartões de vacinação contra o sarampo das edições passadas, defendendo que os seus filhos estão imunizados, não precisando, por isso, de nova vacina.

A fonte continuou que, para contrapor a situação, será estabelecido contacto com a Administração Municipal de Malanje, no sentido de esta orientar as autoridades tradicionais para sensibilizarem e esclarecerem a população sobre a importância e necessidade de vacinação contra o sarampo, numa próxima campanha, de bloqueio, que previa imunizar contra o sarampo, e com vitamina A, 33 mil e 986 crianças dos seis meses aos cinco anos de idade, dos bairros Carreira de Tiro, Voanvola, Kizanga, Vila Matilde e Campo de Aviação, bem como das comunas de Ngola Luije e Cambaxe e da localidade de Kibinda.

Fruto da resistência da população, a campanha, que visou controlar e travar um possível surto da doença no município de Malanje, devido ao registo de 241 casos no primeiro trimestre deste ano, nos hospitais provincial materno infantil e municipal de Malanje, atingiu apenas 10 mil e 385 crianças.

O sarampo é uma doença febril eruptiva e infecciosa, manifestada por sinais vermelhos na pele da pessoa, cuja prevenção passa por vacinação. A sua transmissão é causada pelo Measles Morbillivirus (vírus da doença), através de tosse, espirro e outras secreções.

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Redacção

A maioria dos moradores dos bairros periféricos da cidade de Malanje, com realce para Carreira de Tiro e Voanvola, mostraram resistência à campanha de vacinação contra o sarampo e vitamina A, promovida de 23 a 27 deste mês.

A informação foi dada esta quarta-feira pelo supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Frederico Muatshimbau, realçando que muitos cidadãos rejeitaram a vacina porque suspeitavam que se tratava de testes de coronavírus.

À Angop, o responsável referiu que a população alegou ter conhecimento, a partir das redes sociais, que as novas vacinas contra a Covid-19 seriam testadas em países africanos, daí que presumiam tratar-se destas.

A par disso, disse Frederico, muitas famílias apresentaram cartões de vacinação contra o sarampo das edições passadas, defendendo que os seus filhos estão imunizados, não precisando, por isso, de nova vacina.

A fonte continuou que, para contrapor a situação, será estabelecido contacto com a Administração Municipal de Malanje, no sentido de esta orientar as autoridades tradicionais para sensibilizarem e esclarecerem a população sobre a importância e necessidade de vacinação contra o sarampo, numa próxima campanha, de bloqueio, que previa imunizar contra o sarampo, e com vitamina A, 33 mil e 986 crianças dos seis meses aos cinco anos de idade, dos bairros Carreira de Tiro, Voanvola, Kizanga, Vila Matilde e Campo de Aviação, bem como das comunas de Ngola Luije e Cambaxe e da localidade de Kibinda.

Fruto da resistência da população, a campanha, que visou controlar e travar um possível surto da doença no município de Malanje, devido ao registo de 241 casos no primeiro trimestre deste ano, nos hospitais provincial materno infantil e municipal de Malanje, atingiu apenas 10 mil e 385 crianças.

O sarampo é uma doença febril eruptiva e infecciosa, manifestada por sinais vermelhos na pele da pessoa, cuja prevenção passa por vacinação. A sua transmissão é causada pelo Measles Morbillivirus (vírus da doença), através de tosse, espirro e outras secreções.

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