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Paulo Pombolo afirma que o MPLA está atento para resolver os problemas sociais ligados à fome e à falta de água

Paulo Pombolo afirma que o MPLA está atento para resolver os problemas sociais ligados à fome e à falta de água
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O secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, afirmou ontem, terça-feira, que o partido conhece as responsabilidades que tem e está atento para resolver os problemas sociais ligados à fome e à falta de água, tendo declarado ainda o compromisso contínuo do seu partido em propor ao Executivo soluções para a melhoria das condições de vida da população.

O responsável, que discursava num acto de massas na povoação de Ongwe, município de Namacunde, 79 quilómetros a leste de Ondjiva, disse que “a província do Cunene vive a pior seca dos últimos 24 anos”, e no entanto a organização está certa de que, “com o início dos trabalhos de construção do sistema de captação de água do Rio Cunene, a partir da localidade de Cafu até Shana, para as áreas de Cuamato e Namacunde, o problema estará resolvido por definitivo”.

Continuou que o MPLA, ao longo da sua história e em situações mais difíceis, manteve o desenvolvimento da economia nacional, assim como soube preservar a soberania nacional, aprofundar a democracia e consolidar a unidade nacional entre os angolanos.

Paulo Pombolo exortou os militantes a continuarem a demonstrar o espírito patriótico e vencedor para o reforço do programa do governo do MPLA, bem como a estarem preparados para participar de forma activa nas eleições autárquicas previstas para 2020.

Na povoação de Ongwe, o secretário-geral do MPLA entregou cinco toneladas de bens alimentares, água, detergentes, roupa e sapatos, aos oito mil e 782 pessoas afectadas pela seca na circunscrição, de acordo com a Angop.

A província do Cunene vive, desde Outubro de 2018, uma acentuada crise de água que afectou 880 mil e 172 pessoas e um milhão de cabeças de gado. Como resultado da seca, já morreram 30 mil cabeças de gado bovino, caprino e suíno.

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Redacção

O secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, afirmou ontem, terça-feira, que o partido conhece as responsabilidades que tem e está atento para resolver os problemas sociais ligados à fome e à falta de água, tendo declarado ainda o compromisso contínuo do seu partido em propor ao Executivo soluções para a melhoria das condições de vida da população.

O responsável, que discursava num acto de massas na povoação de Ongwe, município de Namacunde, 79 quilómetros a leste de Ondjiva, disse que “a província do Cunene vive a pior seca dos últimos 24 anos”, e no entanto a organização está certa de que, “com o início dos trabalhos de construção do sistema de captação de água do Rio Cunene, a partir da localidade de Cafu até Shana, para as áreas de Cuamato e Namacunde, o problema estará resolvido por definitivo”.

Continuou que o MPLA, ao longo da sua história e em situações mais difíceis, manteve o desenvolvimento da economia nacional, assim como soube preservar a soberania nacional, aprofundar a democracia e consolidar a unidade nacional entre os angolanos.

Paulo Pombolo exortou os militantes a continuarem a demonstrar o espírito patriótico e vencedor para o reforço do programa do governo do MPLA, bem como a estarem preparados para participar de forma activa nas eleições autárquicas previstas para 2020.

Na povoação de Ongwe, o secretário-geral do MPLA entregou cinco toneladas de bens alimentares, água, detergentes, roupa e sapatos, aos oito mil e 782 pessoas afectadas pela seca na circunscrição, de acordo com a Angop.

A província do Cunene vive, desde Outubro de 2018, uma acentuada crise de água que afectou 880 mil e 172 pessoas e um milhão de cabeças de gado. Como resultado da seca, já morreram 30 mil cabeças de gado bovino, caprino e suíno.

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