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“O foco da escola tem que ser transferido do saber para o perceber”, observou Bornito de Sousa

“O foco da escola tem que ser transferido do saber para o perceber”, observou Bornito de Sousa
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O vice-presidente da República observou ontem que a escola tem de mudar e o seu foco tem que ser transferido do “saber para o perceber”, com as tecnologias ao serviço da aprendizagem, tendo defendido a necessidade de as universidades angolanas promoverem conhecimento científico que contribua para a solução de problemas reais, como a seca, a fome, a malária, a pobreza, a agricultura e a economia.

Bornito de Sousa, que falava durante o VI Fórum das Instituições de Ensino Superior Privadas de Angola (IESPA), onde dissertou uma aula magna sobre o “Papel do Ensino Superior Privado como Parceiro do Estado no Processo de Desenvolvimento do País”, defendeu ainda que as universidades devem olhar para o país no seu todo, observando que, apesar de existirem ricos, o país deve assentar numa classe média predominantemente sólida, capaz de promover o desenvolvimento sustentável e a modernização de Angola.

Considerou assim que, com 300 mil estudantes universitários inscritos em 89 instituições de ensino superior (56 instituições públicas que inscrevem 42 mil estudantes), que contam com 905 cursos, o país deve adoptar as melhores práticas, para atingir a qualidade de ensino que se deseja, e para tal, sublinhou, a qualidade do ensino superior deve sustentar-se na qualidade dos professores que ensinam desde o pré-escolar, ou seja, na qualidade do sistema de educação no seu todo e na actualidade e visão prospectiva dos planos curriculares, bem como no domínio dos fundamentos de metodologias de ensino dos alunos que acedem ao ensino superior.

Citado pela Angop, o governante frisou que os países do sudoeste asiático e alguns europeus conseguiram modelos de educação e ensino de referência, principalmente a Singapura, daí que Angola se pode dar também à veleidade de adoptar um método de ensino positivo próprio, conjugando quantidade com qualidade.

Felizmente, lembrou, o Plano Nacional de Formação de Quadros já defende a necessidade da inversão do actual quadro que apresenta mais técnicos em áreas das Ciências Sociais e Humanas do que em Exactas e Tecnologias, tal como acontece nalguns países desenvolvidos.

Bornito de Sousa considera igualmente que o país deve formar jovens para a “IV Revolução Industrial”, que vão construir e viver a estratégia de Angola dos anos 2050, cuja geração vai conviver com conceitos como a internet, smartphones, energias renováveis, drones, computação quântica, TIC's, segurança cibernética, biotecnologias, bibliotecas virtuais”, entre outras vantagens das ciências.

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Redacção

O vice-presidente da República observou ontem que a escola tem de mudar e o seu foco tem que ser transferido do “saber para o perceber”, com as tecnologias ao serviço da aprendizagem, tendo defendido a necessidade de as universidades angolanas promoverem conhecimento científico que contribua para a solução de problemas reais, como a seca, a fome, a malária, a pobreza, a agricultura e a economia.

Bornito de Sousa, que falava durante o VI Fórum das Instituições de Ensino Superior Privadas de Angola (IESPA), onde dissertou uma aula magna sobre o “Papel do Ensino Superior Privado como Parceiro do Estado no Processo de Desenvolvimento do País”, defendeu ainda que as universidades devem olhar para o país no seu todo, observando que, apesar de existirem ricos, o país deve assentar numa classe média predominantemente sólida, capaz de promover o desenvolvimento sustentável e a modernização de Angola.

Considerou assim que, com 300 mil estudantes universitários inscritos em 89 instituições de ensino superior (56 instituições públicas que inscrevem 42 mil estudantes), que contam com 905 cursos, o país deve adoptar as melhores práticas, para atingir a qualidade de ensino que se deseja, e para tal, sublinhou, a qualidade do ensino superior deve sustentar-se na qualidade dos professores que ensinam desde o pré-escolar, ou seja, na qualidade do sistema de educação no seu todo e na actualidade e visão prospectiva dos planos curriculares, bem como no domínio dos fundamentos de metodologias de ensino dos alunos que acedem ao ensino superior.

Citado pela Angop, o governante frisou que os países do sudoeste asiático e alguns europeus conseguiram modelos de educação e ensino de referência, principalmente a Singapura, daí que Angola se pode dar também à veleidade de adoptar um método de ensino positivo próprio, conjugando quantidade com qualidade.

Felizmente, lembrou, o Plano Nacional de Formação de Quadros já defende a necessidade da inversão do actual quadro que apresenta mais técnicos em áreas das Ciências Sociais e Humanas do que em Exactas e Tecnologias, tal como acontece nalguns países desenvolvidos.

Bornito de Sousa considera igualmente que o país deve formar jovens para a “IV Revolução Industrial”, que vão construir e viver a estratégia de Angola dos anos 2050, cuja geração vai conviver com conceitos como a internet, smartphones, energias renováveis, drones, computação quântica, TIC's, segurança cibernética, biotecnologias, bibliotecas virtuais”, entre outras vantagens das ciências.

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