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Novo clima de negócios criado pelo Governo estimula estrangeiros que tencionam investir em Angola

  Novo clima de negócios criado pelo Governo estimula estrangeiros que tencionam investir em Angola
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O embaixador do Brasil em Angola, Paulino Neto, afirma que com o novo clima de negócios em curso que está a ser criado pelo Governo angolano, como as novas Lei do Investimento Privado e Pauta Aduaneira, entre outras medidas, Angola está a estimular a vinda de estrangeiros que tencionam investirem Angola.

Paulino Neto falava na quarta-feira à margem do fórum económico sobre "Desenvolvimento do Agronegócio, Desafios e Perspectivas", realizado pela Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN), tendo manifestado a pretensão de o Brasil apoiar Angola na diversificação dos investimentos e na economia, indo ao encontro da aposta no novo ambiente de negócios que as autoridades angolanas querem criar no país.

Nesse sentido, o diplomata brasileiro defendeu ser necessário o Brasil diversificar a pauta exportadora para Angola, e ter maior participação de bens semi-manufaturados e manufaturados.

A 04 de Agosto, numa entrevista à agência Lusa, Paulino Neto salientou que o Brasil quer atingir novamente os 4.000 milhões de dólares (34.20 milhões de euros) no comércio bilateral com Angola, valor registado na primeira década do século, estando actualmente em um quarto desse montante, números que repetiu no fórum, noticiou o portal Notícias ao Minuto.

A ideia, disse então, é diversificar as trocas comerciais bilaterais, evitando concentrar as actividades económicas, seja em investimento seja em importação de bens, em um ou dois produtos.

Nas declarações já à margem do fórum, Paulino Neto indicou que, de Janeiro a Julho deste ano, o Brasil ocupou a quarta posição da listados maiores exportadores para Angola, com vendas de 225 milhões de dólares(192,3 milhões de euros).

O diplomata brasileiro lembrou que o Brasil abriu este ano uma linha de crédito de dois mil milhões de dólares (1.709 milhões de euros) através do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), cujo seguro de financiamento vai ser oferecido pelo Governo de Brasília.

Segundo Paulino Neto, o Brasil não deve pensar em exportar, mas sim produzir mais e estabelecer unidades fabris como forma de contornar problemas de divisas que Angola enfrenta. Na sua ótica, o Brasil pode ajudar e agregar valor às cadeias produtivas em Angola, apostar e qualificar a mão-de-obra local, tendo como prioridade o sector agrícola.

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Pedro Kididi

Jornalista

O embaixador do Brasil em Angola, Paulino Neto, afirma que com o novo clima de negócios em curso que está a ser criado pelo Governo angolano, como as novas Lei do Investimento Privado e Pauta Aduaneira, entre outras medidas, Angola está a estimular a vinda de estrangeiros que tencionam investirem Angola.

Paulino Neto falava na quarta-feira à margem do fórum económico sobre "Desenvolvimento do Agronegócio, Desafios e Perspectivas", realizado pela Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN), tendo manifestado a pretensão de o Brasil apoiar Angola na diversificação dos investimentos e na economia, indo ao encontro da aposta no novo ambiente de negócios que as autoridades angolanas querem criar no país.

Nesse sentido, o diplomata brasileiro defendeu ser necessário o Brasil diversificar a pauta exportadora para Angola, e ter maior participação de bens semi-manufaturados e manufaturados.

A 04 de Agosto, numa entrevista à agência Lusa, Paulino Neto salientou que o Brasil quer atingir novamente os 4.000 milhões de dólares (34.20 milhões de euros) no comércio bilateral com Angola, valor registado na primeira década do século, estando actualmente em um quarto desse montante, números que repetiu no fórum, noticiou o portal Notícias ao Minuto.

A ideia, disse então, é diversificar as trocas comerciais bilaterais, evitando concentrar as actividades económicas, seja em investimento seja em importação de bens, em um ou dois produtos.

Nas declarações já à margem do fórum, Paulino Neto indicou que, de Janeiro a Julho deste ano, o Brasil ocupou a quarta posição da listados maiores exportadores para Angola, com vendas de 225 milhões de dólares(192,3 milhões de euros).

O diplomata brasileiro lembrou que o Brasil abriu este ano uma linha de crédito de dois mil milhões de dólares (1.709 milhões de euros) através do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), cujo seguro de financiamento vai ser oferecido pelo Governo de Brasília.

Segundo Paulino Neto, o Brasil não deve pensar em exportar, mas sim produzir mais e estabelecer unidades fabris como forma de contornar problemas de divisas que Angola enfrenta. Na sua ótica, o Brasil pode ajudar e agregar valor às cadeias produtivas em Angola, apostar e qualificar a mão-de-obra local, tendo como prioridade o sector agrícola.

Pedro Kididi

Jornalista

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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