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Matias Damásio: “É muito importante, para mim, ser uma voz activa no desenvolvimento do meu país”

Matias Damásio: “É muito importante, para mim, ser uma voz activa no desenvolvimento do meu país”
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O músico angolano Matias Damásio afirmou ser muito importante, para ele, ser uma voz activa no desenvolvimento do seu país, acrescentando que “estar junto das populações a mostrar-lhes a importância e impacto destes projectos nas suas vidas, com parceiros como o Governo angolano e o Grupo MCA, são factores de enorme orgulho”.

O artista proferiu essas palavras a propósito de ter sido escolhido por aquele grémio para ser o embaixador do Projecto de Electrificação Rural de 60 comunas, em Angola, e que tem o lançamento da primeira pedra hoje e amanhã, em Malanje, Cafunfo e Luau.

Esta parceria tem como objectivo sensibilizar as populações locais para a importância destes projectos, com impacto directo no desenvolvimento económico, social e ambiental de diversas regiões.

João Baptista Borges, ministro da Energia e Águas, sublinhou que, “tal como o Matias referiu, este é um projecto de extrema importância para o nosso país”. “Temos feito um grande investimento para levar a energia eléctrica até a casa dos angolanos, mas estamos cientes que há um trabalho a fazer no que diz respeito à capacitação e sensibilização relativamente aos parques solares. Acreditamos que com os projectos de responsabilidade social do Grupo MCA e o Matias Damásio seremos capazes de desenvolver um trabalho meritório, com impacto muito positivo junto das populações”, declarou o responsável.

Já Elisabete Alves, Presidente do Conselho de Administração da MCA em Angola, disse que a empresa tem construído a sua estratégia assente em valores como sustentabilidade, agilidade, humanismo, confiança e pioneirismo. Promove a vida das pessoas hoje, contribuindo para um mundo melhor para as gerações futuras. “É isso que nos move nos projectos em que nos envolvemos. É sob esta premissa que desenvolvemos esta parceria com o cantor Matias Damásio e o Governo angolano. Acreditamos que podemos ter um papel na promoção e desenvolvimento de comunidades prósperas, a cuidar do nosso planeta, com soluções e projectos inclusivos e sustentáveis que já iniciámos em Angola, mas que continuaremos a implementar durante a construção dos parques solares”, acrescentou.

Como realça o comunicado que recebemos, o projecto, com um investimento de mais de 1,2 mil milhões de euros, tem como objectivo a electrificação de 60 comunas nas províncias de Malanje, Bié, Moxico, Lunda Norte e Lunda Sul, através da expansão da rede eléctrica nacional e da construção de parques fotovoltaicos, com sistemas de armazenamento de energia em baterias, como sistemas isolados de produção e abastecimento de electricidade.

Globalmente, pretende-se a electrificação de cerca de 203 mil casas e fornecer energia a actividades económicas e produtivas, servindo cerca de 1 milhão de angolanos.

O grupo português MCA, refira-se, é o responsável pela construção das 46 mini-redes solares. A montagem da operação foi feita pelos britânicos do Standard Chartered e os alemães de Euler Hermes concedem um apoio de 1,2 mil milhões de euros. A empresa pública de produção de electricidade (PRODEL EP) é a entidade promotora.

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Redacção

O músico angolano Matias Damásio afirmou ser muito importante, para ele, ser uma voz activa no desenvolvimento do seu país, acrescentando que “estar junto das populações a mostrar-lhes a importância e impacto destes projectos nas suas vidas, com parceiros como o Governo angolano e o Grupo MCA, são factores de enorme orgulho”.

O artista proferiu essas palavras a propósito de ter sido escolhido por aquele grémio para ser o embaixador do Projecto de Electrificação Rural de 60 comunas, em Angola, e que tem o lançamento da primeira pedra hoje e amanhã, em Malanje, Cafunfo e Luau.

Esta parceria tem como objectivo sensibilizar as populações locais para a importância destes projectos, com impacto directo no desenvolvimento económico, social e ambiental de diversas regiões.

João Baptista Borges, ministro da Energia e Águas, sublinhou que, “tal como o Matias referiu, este é um projecto de extrema importância para o nosso país”. “Temos feito um grande investimento para levar a energia eléctrica até a casa dos angolanos, mas estamos cientes que há um trabalho a fazer no que diz respeito à capacitação e sensibilização relativamente aos parques solares. Acreditamos que com os projectos de responsabilidade social do Grupo MCA e o Matias Damásio seremos capazes de desenvolver um trabalho meritório, com impacto muito positivo junto das populações”, declarou o responsável.

Já Elisabete Alves, Presidente do Conselho de Administração da MCA em Angola, disse que a empresa tem construído a sua estratégia assente em valores como sustentabilidade, agilidade, humanismo, confiança e pioneirismo. Promove a vida das pessoas hoje, contribuindo para um mundo melhor para as gerações futuras. “É isso que nos move nos projectos em que nos envolvemos. É sob esta premissa que desenvolvemos esta parceria com o cantor Matias Damásio e o Governo angolano. Acreditamos que podemos ter um papel na promoção e desenvolvimento de comunidades prósperas, a cuidar do nosso planeta, com soluções e projectos inclusivos e sustentáveis que já iniciámos em Angola, mas que continuaremos a implementar durante a construção dos parques solares”, acrescentou.

Como realça o comunicado que recebemos, o projecto, com um investimento de mais de 1,2 mil milhões de euros, tem como objectivo a electrificação de 60 comunas nas províncias de Malanje, Bié, Moxico, Lunda Norte e Lunda Sul, através da expansão da rede eléctrica nacional e da construção de parques fotovoltaicos, com sistemas de armazenamento de energia em baterias, como sistemas isolados de produção e abastecimento de electricidade.

Globalmente, pretende-se a electrificação de cerca de 203 mil casas e fornecer energia a actividades económicas e produtivas, servindo cerca de 1 milhão de angolanos.

O grupo português MCA, refira-se, é o responsável pela construção das 46 mini-redes solares. A montagem da operação foi feita pelos britânicos do Standard Chartered e os alemães de Euler Hermes concedem um apoio de 1,2 mil milhões de euros. A empresa pública de produção de electricidade (PRODEL EP) é a entidade promotora.

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