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Huíla recebe primeira central solar

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A TotalEnergies em Angola, a Sonagás e a Greentech anunciam ontem, em Luanda, a assinatura do contrato de concessão para a instalação e operação de uma central solar fotovoltaica, de nome “Quilemba”, localizada na cidade do Lubango, capital da província de Huíla, com uma capacidade instalada de 35 Mega Watts (MW) de energia solar, numa primeira fase, aos quais se deverão adicionar 45 MW numa fase posterior.

A concessão, com a autorização do Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e Água (IRSEA) do Ministério da Energia e Águas de Angola, prevê a construção da central em 2023, a sua entrada em funcionamento em 2024 e uma operação da unidade por 25 anos.

O projecto, de acordo com a nota enviada ao ONgoma News, será realizado no modelo de “produtor independente de energia”, onde a totalidade do investimento é assegurada pelos promotores do projecto (TotalEnergies Angola 51%, Sonagás 30% e Greentech 19%).

Quando entrar em funcionamento, este parque solar irá fornecer energia solar competitiva à rede angolana e irá permitir uma poupança de combustível estimada em mais de 20 milhões de dólares norte-americanos por ano, em comparação com as centrais térmicas existentes.

Segundo Olivier Jouny, Country Chair da TotalEnergies em Angola, a empresa assumiu o compromisso de ser um dos 5 maiores promotores de energias renováveis a nível mundial, tendo como ambição atingir o Net Zero até 2050 em termos de emissões de CO2, com a sociedade. Com o projecto Quilemba Solar, a TotalEnergies está a implementar o seu objectivo de produzir mais energia com menos emissões, e sempre de uma forma mais sustentável em Angola, onde a companhia tem vindo a construir uma parceria duradoura com quase 70 anos.

“Hoje, a nossa estratégia multi-energias permite-nos apoiar Angola na sua transição energética, continuando a participar no desenvolvimento e no crescimento do capital nacional, tanto humano quanto empresarial, em coordenação com todos os nossos parceiros”, referiu o gestor.

De acordo com o Presidente da Comissão Executiva da Sonagás, Manuel Barros, o Quilemba simboliza, por um lado, o compromisso inequívoco do Grupo Sonangol, relativamente à sua transformação numa empresa de energia e, por outro, a contribuição para os esforços de aumento da geração de energia eléctrica de fontes renováveis.

A sua implementação está enquadrada na estratégia de transição energética da petrolífera nacional e permitirá o acesso à electricidade a várias famílias angolanas, melhorando qualitativamente às condições de vida, reduzindo os custos de aquisição de combustível, alavancando outros sectores importantes da economia angolana, concluiu o responsável.

Já Jorge Salvador, executivo e co-fundador da Greentech-Angola Environment Technology, comentou que o projecto solar corresponde simultaneamente a um compromisso de investimento privado no sector da energia em Angola e a uma ambição de aceleração da transição energética com foco na região sul do país.

A assinatura do contrato de concessão, disse, resultou num processo demorado mas que consegue criar as devidas condições para uma implementação do projecto com objectivos de curto e de médio-longo prazo.

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Redacção

A TotalEnergies em Angola, a Sonagás e a Greentech anunciam ontem, em Luanda, a assinatura do contrato de concessão para a instalação e operação de uma central solar fotovoltaica, de nome “Quilemba”, localizada na cidade do Lubango, capital da província de Huíla, com uma capacidade instalada de 35 Mega Watts (MW) de energia solar, numa primeira fase, aos quais se deverão adicionar 45 MW numa fase posterior.

A concessão, com a autorização do Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e Água (IRSEA) do Ministério da Energia e Águas de Angola, prevê a construção da central em 2023, a sua entrada em funcionamento em 2024 e uma operação da unidade por 25 anos.

O projecto, de acordo com a nota enviada ao ONgoma News, será realizado no modelo de “produtor independente de energia”, onde a totalidade do investimento é assegurada pelos promotores do projecto (TotalEnergies Angola 51%, Sonagás 30% e Greentech 19%).

Quando entrar em funcionamento, este parque solar irá fornecer energia solar competitiva à rede angolana e irá permitir uma poupança de combustível estimada em mais de 20 milhões de dólares norte-americanos por ano, em comparação com as centrais térmicas existentes.

Segundo Olivier Jouny, Country Chair da TotalEnergies em Angola, a empresa assumiu o compromisso de ser um dos 5 maiores promotores de energias renováveis a nível mundial, tendo como ambição atingir o Net Zero até 2050 em termos de emissões de CO2, com a sociedade. Com o projecto Quilemba Solar, a TotalEnergies está a implementar o seu objectivo de produzir mais energia com menos emissões, e sempre de uma forma mais sustentável em Angola, onde a companhia tem vindo a construir uma parceria duradoura com quase 70 anos.

“Hoje, a nossa estratégia multi-energias permite-nos apoiar Angola na sua transição energética, continuando a participar no desenvolvimento e no crescimento do capital nacional, tanto humano quanto empresarial, em coordenação com todos os nossos parceiros”, referiu o gestor.

De acordo com o Presidente da Comissão Executiva da Sonagás, Manuel Barros, o Quilemba simboliza, por um lado, o compromisso inequívoco do Grupo Sonangol, relativamente à sua transformação numa empresa de energia e, por outro, a contribuição para os esforços de aumento da geração de energia eléctrica de fontes renováveis.

A sua implementação está enquadrada na estratégia de transição energética da petrolífera nacional e permitirá o acesso à electricidade a várias famílias angolanas, melhorando qualitativamente às condições de vida, reduzindo os custos de aquisição de combustível, alavancando outros sectores importantes da economia angolana, concluiu o responsável.

Já Jorge Salvador, executivo e co-fundador da Greentech-Angola Environment Technology, comentou que o projecto solar corresponde simultaneamente a um compromisso de investimento privado no sector da energia em Angola e a uma ambição de aceleração da transição energética com foco na região sul do país.

A assinatura do contrato de concessão, disse, resultou num processo demorado mas que consegue criar as devidas condições para uma implementação do projecto com objectivos de curto e de médio-longo prazo.

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