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Galeria MOVART participa na edição online da ARCO Lisboa

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A galeria MOVART participa da ARCO Lisboa, Feira Internacional de arte Contemporânea que este ano apresenta a sua edição num formato online, em parceria com a plataforma ARTSY, aberta desde o dia 14 de Maio de 2020 e vai até ao próximo dia 14 deste mês.

Na sua segunda participação na feira, a galeria angolana apresenta-se na secção África em Foco (que tem como curadora Paula Nascimento), com obras de 11 artistas, dos quais 4 são representados pela galeria e 7 são convidados especiais.

Com obras que retratam diferentes realidades do continente africano, a MOVART participa com trabalhos dos artistas Keyezua, Thó Simões (Angola), Mário Macilau (Moçambique), Rita GT (Portugal) e especiais convidados, como Emo De Medeiros (Beni), Ilídio Candja Candja (Moçambique), Kwame Sousa (São Tomé e Principe), Ómò Oba (Prince) Adetomiwa A. Gbadebo (Nigeria), Sethembile Msezane (Africa do Sul), Stephen Tayo (Nigeria) e Tabi Bonney (Togo), citados no comunicado que recebemos.

Sobre a galeria

Começando como um conceito de exposições itinerantes experimentais em 2014, a galeria MOVART apresentou em grande escala instalações, pinturas, performances e obras de vídeo arte de artistas africanos contemporâneos, em uma série de dezasseis exposições em locais alternativos em Luanda e no exterior.

De prédios abandonados não convencionais a emblemáticos “white cubes” institucionais – esses acontecimentos atraíram entusiastas da arte, coleccionadores, visitantes internacionais e um público interessado em se familiarizar com a cena artística local.

Dada à reacção positiva do mercado local, mostrou-se óbvia a necessidade de um espaço de exposição permanente, lê-se ainda no documento.

A galeria, primeira comercial em Angola, abriu suas portas no início de 2017 na Marginal de Luanda. Tendo como sua mais importante missão, garantir que o mundo conheça tudo o que a África e sua diáspora têm a oferecer, não por uma noção de “alteridade” ou exotismo, mas porque esses artistas expressam realidades e discursos muitas vezes invisíveis ou sub-representados no cenário artístico internacional.

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Redacção

A galeria MOVART participa da ARCO Lisboa, Feira Internacional de arte Contemporânea que este ano apresenta a sua edição num formato online, em parceria com a plataforma ARTSY, aberta desde o dia 14 de Maio de 2020 e vai até ao próximo dia 14 deste mês.

Na sua segunda participação na feira, a galeria angolana apresenta-se na secção África em Foco (que tem como curadora Paula Nascimento), com obras de 11 artistas, dos quais 4 são representados pela galeria e 7 são convidados especiais.

Com obras que retratam diferentes realidades do continente africano, a MOVART participa com trabalhos dos artistas Keyezua, Thó Simões (Angola), Mário Macilau (Moçambique), Rita GT (Portugal) e especiais convidados, como Emo De Medeiros (Beni), Ilídio Candja Candja (Moçambique), Kwame Sousa (São Tomé e Principe), Ómò Oba (Prince) Adetomiwa A. Gbadebo (Nigeria), Sethembile Msezane (Africa do Sul), Stephen Tayo (Nigeria) e Tabi Bonney (Togo), citados no comunicado que recebemos.

Sobre a galeria

Começando como um conceito de exposições itinerantes experimentais em 2014, a galeria MOVART apresentou em grande escala instalações, pinturas, performances e obras de vídeo arte de artistas africanos contemporâneos, em uma série de dezasseis exposições em locais alternativos em Luanda e no exterior.

De prédios abandonados não convencionais a emblemáticos “white cubes” institucionais – esses acontecimentos atraíram entusiastas da arte, coleccionadores, visitantes internacionais e um público interessado em se familiarizar com a cena artística local.

Dada à reacção positiva do mercado local, mostrou-se óbvia a necessidade de um espaço de exposição permanente, lê-se ainda no documento.

A galeria, primeira comercial em Angola, abriu suas portas no início de 2017 na Marginal de Luanda. Tendo como sua mais importante missão, garantir que o mundo conheça tudo o que a África e sua diáspora têm a oferecer, não por uma noção de “alteridade” ou exotismo, mas porque esses artistas expressam realidades e discursos muitas vezes invisíveis ou sub-representados no cenário artístico internacional.

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