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Falta de carteiras verificada no arranque das aulas

Falta de carteiras verificada no arranque das aulas
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A escola primária 3032, também conhecida por Fesa, no Cazenga, tem escassez de carteiras para o número de alunos matriculados este ano lectivo.

As turmas de 45 alunos têm entre 15 e 20 carteiras, algumas estão danificadas e, para cobrir a insuficiência, a direcção escolar trabalha na sua recuperação. Observa-se que várias carteiras são irrecuperáveis devido ao estado avançado de degradação.

“A cada ano que passa, começamos a notar as carteiras que são insuficientes. As mesas quebram com facilidade, porque não são de boa qualidade”, disse um professor da instituição, que falou ao Jornal de Angola.

Várias escolas apresentam, neste ano lectivo, um cenário menos agradável para iniciar as aulas, com quadros velhos, salas sem janelas e falta de água nas casas de banho e, ainda de acordo com a fonte, a poeira e o ruído das viaturas entram pelo gradeamento de ferro, cravados na parede da escola. Os quartos de banho não oferecem as condições adequadas para o seu uso. Os autoclismos e algumas sanitas estão quebrados.

A escola está sem computador na secretaria. Os funcionários estão desprovidos de prateleiras e mesas para arquivar processos.

“Faltam meios para dar dignidade ao trabalho que os professores e trabalhadores administrativos desenvolvem”, afirmou outro docente, que pediu o anonimato.

A sala de professores necessita de cadeiras, mesas e meios de ensino, para facilitar a preparação das aulas.

Quando chove, o quintal da escola inunda, transformando-se numa lagoa. As crianças do bairro saltam o muro para tomar banho, por falta de esgoto e vala de drenagem.

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Redacção

A escola primária 3032, também conhecida por Fesa, no Cazenga, tem escassez de carteiras para o número de alunos matriculados este ano lectivo.

As turmas de 45 alunos têm entre 15 e 20 carteiras, algumas estão danificadas e, para cobrir a insuficiência, a direcção escolar trabalha na sua recuperação. Observa-se que várias carteiras são irrecuperáveis devido ao estado avançado de degradação.

“A cada ano que passa, começamos a notar as carteiras que são insuficientes. As mesas quebram com facilidade, porque não são de boa qualidade”, disse um professor da instituição, que falou ao Jornal de Angola.

Várias escolas apresentam, neste ano lectivo, um cenário menos agradável para iniciar as aulas, com quadros velhos, salas sem janelas e falta de água nas casas de banho e, ainda de acordo com a fonte, a poeira e o ruído das viaturas entram pelo gradeamento de ferro, cravados na parede da escola. Os quartos de banho não oferecem as condições adequadas para o seu uso. Os autoclismos e algumas sanitas estão quebrados.

A escola está sem computador na secretaria. Os funcionários estão desprovidos de prateleiras e mesas para arquivar processos.

“Faltam meios para dar dignidade ao trabalho que os professores e trabalhadores administrativos desenvolvem”, afirmou outro docente, que pediu o anonimato.

A sala de professores necessita de cadeiras, mesas e meios de ensino, para facilitar a preparação das aulas.

Quando chove, o quintal da escola inunda, transformando-se numa lagoa. As crianças do bairro saltam o muro para tomar banho, por falta de esgoto e vala de drenagem.

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