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Executivo prevê retirar três milhões da pobreza até 2022

Executivo prevê retirar três milhões da pobreza até 2022
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Cerca de três milhões de angolanos poderão ser retirados da pobreza extrema, até 2022, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Nacional traçado pelo Executivo, que prevê reduzir os actuais indicadores de 36.6% para 25 da população residente em áreas rurais, periurbanas e urbanas.

Até 2014, o número de pobres em Angola atingia uma população estimada em 9,44 milhões, com uma taxa de incidência de 36 por cento.

A Comissão Nacional de Acompanhamento ao Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza procedeu ontem à indicação de técnicos dos sectores para integrarem as equipas de trabalho nas 18 províncias.

Presidido pelo secretário de Estado da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Lúcio Amaral, o encontro que juntou representantes de vários departamentos governamentais permitiu aferir o grau de execução dos recursos disponibilizados e dos projectos no âmbito do programa.

O encontro passou também em revista as acções relativas à conclusão dos projectos do ano em curso, bem como do programa para o ano de 2019, tendo o secretário de Estado da Acção Social, Família e Promoção daMulher solicitado maior atenção para as medidas de política dos vários ministérios, cujas acções têm incidência nos municípios.

Para o alcance deste desiderato, está a ser implementado, desde Março do corrente ano, o Programa Integrado de Desenvolvimento Local eCombate à Pobreza (PIDLCP), que visa o combate ao baixo nível de vida das camadas mais desfavorecidas da população, que vivem em condições de extrema pobreza.

O referido programa presta uma particular atenção ao desenvolvimento da base local, comunas e municípios do país, definido em três eixos de actuação estratégica, para impulsionar o crescimento, desenvolvimento local e reduzir os níveis de pobreza, inclusão rural e urbana, assim como o acesso universal a serviços públicos.

Em termos estratégicos, o programa visa articular os vários projectos de combate à pobreza e desenvolvimento local, promovendo a coordenação e a integração global de todas as iniciativas a nível central, provincial e municipal.

Assume-se como um instrumento dinâmico que será actualizado de acordo com a evolução da situação do país e as necessidades das populações mais vulneráveis, dando origem, anualmente, a um plano executivo.

O Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza tem intervenções nas áreas da agricultura, pecuária, pescas, infra-estruturas rurais, educação, saúde, cidadania, cultura e desporto.

Para o desenvolvimento destes programas, cada município deve receber 25milhões de kwanzas, o que totaliza 544,654.452,00 milhões a nível do país.

 

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Redacção

Cerca de três milhões de angolanos poderão ser retirados da pobreza extrema, até 2022, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Nacional traçado pelo Executivo, que prevê reduzir os actuais indicadores de 36.6% para 25 da população residente em áreas rurais, periurbanas e urbanas.

Até 2014, o número de pobres em Angola atingia uma população estimada em 9,44 milhões, com uma taxa de incidência de 36 por cento.

A Comissão Nacional de Acompanhamento ao Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza procedeu ontem à indicação de técnicos dos sectores para integrarem as equipas de trabalho nas 18 províncias.

Presidido pelo secretário de Estado da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Lúcio Amaral, o encontro que juntou representantes de vários departamentos governamentais permitiu aferir o grau de execução dos recursos disponibilizados e dos projectos no âmbito do programa.

O encontro passou também em revista as acções relativas à conclusão dos projectos do ano em curso, bem como do programa para o ano de 2019, tendo o secretário de Estado da Acção Social, Família e Promoção daMulher solicitado maior atenção para as medidas de política dos vários ministérios, cujas acções têm incidência nos municípios.

Para o alcance deste desiderato, está a ser implementado, desde Março do corrente ano, o Programa Integrado de Desenvolvimento Local eCombate à Pobreza (PIDLCP), que visa o combate ao baixo nível de vida das camadas mais desfavorecidas da população, que vivem em condições de extrema pobreza.

O referido programa presta uma particular atenção ao desenvolvimento da base local, comunas e municípios do país, definido em três eixos de actuação estratégica, para impulsionar o crescimento, desenvolvimento local e reduzir os níveis de pobreza, inclusão rural e urbana, assim como o acesso universal a serviços públicos.

Em termos estratégicos, o programa visa articular os vários projectos de combate à pobreza e desenvolvimento local, promovendo a coordenação e a integração global de todas as iniciativas a nível central, provincial e municipal.

Assume-se como um instrumento dinâmico que será actualizado de acordo com a evolução da situação do país e as necessidades das populações mais vulneráveis, dando origem, anualmente, a um plano executivo.

O Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza tem intervenções nas áreas da agricultura, pecuária, pescas, infra-estruturas rurais, educação, saúde, cidadania, cultura e desporto.

Para o desenvolvimento destes programas, cada município deve receber 25milhões de kwanzas, o que totaliza 544,654.452,00 milhões a nível do país.

 

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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