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Estudantes do INSUTEC obrigados a realizar as provas em folhas A4

Estudantes do INSUTEC obrigados a realizar as provas em folhas A4
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Desde a passada quarta-feira, dia 25 de Setembro, que os estudantes do Instituto Superior Politécnico de Ciência e Tecnologia (INSUTEC), sito no Gamek à direita, em Luanda, vêem-se obrigados a fazer as provas em folhas A4 brancas, com um custo de 80% das folhas normais, disponibilizadas pela instituição.

Os estudantes, que falaram ao ONgoma News, sem quererem ser identificados, relataram, descontentes, que a instituição garantiu que no dia posterior, quinta-feira, a situação seria resolvida, mas, infelizmente, arrastou-se até hoje.

Alguns lamentam ainda o facto de a universidade não os permitir realizar as provas, as primeiras parcelares do segundo semestre, por não terem as propinas regularizadas, sem o instituto oferecer condições para as mesmas.

“Nos é obrigado pagar as propinas sob pena de não fazermos as provas, porém as condições para as fazermos não correspondem às exigências da instituição”,  reclamou um dos estudantes, que pediu o anonimato.

Outros estudantes afirmam ser “soberba” a facturação das folhas A4 com carimbo da instituição a 80% das folhas normais, questionando-se como é que uma folha com um simples carimbo custa 100 kwanzas.

Entretanto, vozes da universidade, em relação ao caso, explicam que há um problema com a imprensa que fornece as folhas habituais de prova e que dentro desta semana o assunto estará resolvido.

Todavia, muitos estudantes acreditam que a instituição devia ter as folhas em estoque meses ou semanas antes das provas.

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Ismael Costa

Estudante

Estudante e amante da escrita.

Desde a passada quarta-feira, dia 25 de Setembro, que os estudantes do Instituto Superior Politécnico de Ciência e Tecnologia (INSUTEC), sito no Gamek à direita, em Luanda, vêem-se obrigados a fazer as provas em folhas A4 brancas, com um custo de 80% das folhas normais, disponibilizadas pela instituição.

Os estudantes, que falaram ao ONgoma News, sem quererem ser identificados, relataram, descontentes, que a instituição garantiu que no dia posterior, quinta-feira, a situação seria resolvida, mas, infelizmente, arrastou-se até hoje.

Alguns lamentam ainda o facto de a universidade não os permitir realizar as provas, as primeiras parcelares do segundo semestre, por não terem as propinas regularizadas, sem o instituto oferecer condições para as mesmas.

“Nos é obrigado pagar as propinas sob pena de não fazermos as provas, porém as condições para as fazermos não correspondem às exigências da instituição”,  reclamou um dos estudantes, que pediu o anonimato.

Outros estudantes afirmam ser “soberba” a facturação das folhas A4 com carimbo da instituição a 80% das folhas normais, questionando-se como é que uma folha com um simples carimbo custa 100 kwanzas.

Entretanto, vozes da universidade, em relação ao caso, explicam que há um problema com a imprensa que fornece as folhas habituais de prova e que dentro desta semana o assunto estará resolvido.

Todavia, muitos estudantes acreditam que a instituição devia ter as folhas em estoque meses ou semanas antes das provas.

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