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Embaixada dos EUA no Congo reaberta após 8 dias encerrada devido a uma "possível ameaça terrorista"

Embaixada dos EUA no Congo reaberta após 8 dias encerrada devido a uma "possível ameaça terrorista"
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A embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC), anunciou hoje a reabertura das portas ao público, após oito dias encerrada, devido a uma "possível ameaça terrorista" contra as instalações.

"A embaixada dos EUA em Kinshasa será reaberta ao público na terça-feira, 04 de Dezembro. Todos os serviços consulares vão funcionar exclusivamente com base em reuniões", indica esta representação diplomática, num comunicado publicado na rede social Facebook.

As ruas para o edifício da embaixada dos EUA ainda estão bloqueadas por duas barreiras com polícias armados que filtram todas as entradas, descreveu a agência noticiosa France-Presse.

Em 24 de Novembro, a embaixada disse que recebeu informações sobre uma "possível ameaça terrorista" contra "instalações do Governo dos EUA" na capital congolesa, obrigando, em 26 de Novembro, a fechar os seus serviços ao público.

O Governo da RDCongo qualificou de "psicose inútil" o alerta da embaixada dos Estados Unidos.

"Devemos ter cuidado com as informações das pessoas que querem impor aos congoleses uma psicose inútil e incerteza alguns dias antes das eleições", referiu o ministro da Comunicação Social, Lambert Mende, porta-voz do Governo.

"Esta representação diplomática não nos informou dessa possível ameaça terrorista visando as suas instalações" na RDCongo "para permitir que o Governo encontre, em conjunto, soluções para protegê-los", explicou.

No mesmo dia, o Governo britânico anunciou que ia retirar pessoal não essencial e dependente da sua embaixada na capital da RDCongo.

As medidas tomadas pela embaixada dos EUA aconteceram em plena campanha eleitoral para as eleições presidenciais, legislativas e provinciais agendadas para 23 de Dezembro na RDCongo.

As eleições presidenciais vão designar o sucessor de Joseph Kabila, que está no poder desde 2001 e não pode concorrer às eleições, uma vez que já cumpriu dois mandatos como chefe de Estado, tal como prevê a Constituição.


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Redacção

A embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC), anunciou hoje a reabertura das portas ao público, após oito dias encerrada, devido a uma "possível ameaça terrorista" contra as instalações.

"A embaixada dos EUA em Kinshasa será reaberta ao público na terça-feira, 04 de Dezembro. Todos os serviços consulares vão funcionar exclusivamente com base em reuniões", indica esta representação diplomática, num comunicado publicado na rede social Facebook.

As ruas para o edifício da embaixada dos EUA ainda estão bloqueadas por duas barreiras com polícias armados que filtram todas as entradas, descreveu a agência noticiosa France-Presse.

Em 24 de Novembro, a embaixada disse que recebeu informações sobre uma "possível ameaça terrorista" contra "instalações do Governo dos EUA" na capital congolesa, obrigando, em 26 de Novembro, a fechar os seus serviços ao público.

O Governo da RDCongo qualificou de "psicose inútil" o alerta da embaixada dos Estados Unidos.

"Devemos ter cuidado com as informações das pessoas que querem impor aos congoleses uma psicose inútil e incerteza alguns dias antes das eleições", referiu o ministro da Comunicação Social, Lambert Mende, porta-voz do Governo.

"Esta representação diplomática não nos informou dessa possível ameaça terrorista visando as suas instalações" na RDCongo "para permitir que o Governo encontre, em conjunto, soluções para protegê-los", explicou.

No mesmo dia, o Governo britânico anunciou que ia retirar pessoal não essencial e dependente da sua embaixada na capital da RDCongo.

As medidas tomadas pela embaixada dos EUA aconteceram em plena campanha eleitoral para as eleições presidenciais, legislativas e provinciais agendadas para 23 de Dezembro na RDCongo.

As eleições presidenciais vão designar o sucessor de Joseph Kabila, que está no poder desde 2001 e não pode concorrer às eleições, uma vez que já cumpriu dois mandatos como chefe de Estado, tal como prevê a Constituição.


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