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Ciclo de Cinema Europeu aberto ao público no Palácio de Ferro

Ciclo de Cinema Europeu aberto ao público no Palácio de Ferro
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Decorre desde o passado dia 13 deste mês o Ciclo de Cinema Europeu, iniciativa resultante de uma parceria entre a Fundação Sindika Dokolo e a União Europeia, com lugar no Palácio de Ferro, que encerrará no dia 8 de Julho, com apresentação de oito longa-Metragens de realizadores de 8 países europeus, nomeadamente Espanha, Polónia, Holanda, Portugal, Itália, França, Alemanha, Suécia, além de também apresentar seis curta-Metragens vencedoras o “Concurso de Curtas PALOP-TL/UE” de 2017.

“Donde viven las Mujeres”, do realizador espanhol Manuel Garcia Serrano, é o filme que deu abertura ao Ciclo de Cinema Português, neste domingo último, dia 13, e seguem-se os filmes “A paixão de Van Gogh”, dos polacos Dorota Kobiela e Hugh Welchman.

O realizador angolano, Mauro Pereira, autor da curta “Percursos”, tem presença confirmada na actividade, que surge em alusão do Ano do Património Cultural e ao Dia da Europa, comemorado a 9 de Maio e, entretanto, completam as seis curtas-metragens vencedoras do concurso PALOP-TL/UE, designadamente “Hora di bai", da cabo-verdiana Samira Vera-Cruz, "88 Paraísos", de Rui da Costa da Guiné-Bissau, "Entre eu e Deus", de Yara Costa de Moçambique, "Tara bandu", de Victor de Sousa de Timor Leste e "Mina Kiá", de Kátya Aragão de São Tomé e Príncipe, citados no comunicado que recebemos.

O Dia da Europa nasceu no Conselho Europeu de Milão, de 28 e 29 de Junho de 1985 e foi celebrado pela primeira vez em 1986. É uma data comemorativa celebrada anualmente e reflecte o dia 9 de Maio de 1950, em que o estadista francês Robert Schuman avançou com a proposta de uma entidade europeia supranacional.

Sob o lema “Património: onde o passado encontra o futuro”, o Ano Europeu do Património Cultural pretende incentivar mais pessoas a descobrir e explorar o património cultural da Europa e reforçar o sentimento de pertença a um espaço europeu comum.

Ao longo do ano, terão lugar por toda a Europa uma série de iniciativas e eventos que permitirão às pessoas aproximarem-se do património cultural e desempenharem um papel mais activo nas questões que lhe dizem respeito.

 

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

Decorre desde o passado dia 13 deste mês o Ciclo de Cinema Europeu, iniciativa resultante de uma parceria entre a Fundação Sindika Dokolo e a União Europeia, com lugar no Palácio de Ferro, que encerrará no dia 8 de Julho, com apresentação de oito longa-Metragens de realizadores de 8 países europeus, nomeadamente Espanha, Polónia, Holanda, Portugal, Itália, França, Alemanha, Suécia, além de também apresentar seis curta-Metragens vencedoras o “Concurso de Curtas PALOP-TL/UE” de 2017.

“Donde viven las Mujeres”, do realizador espanhol Manuel Garcia Serrano, é o filme que deu abertura ao Ciclo de Cinema Português, neste domingo último, dia 13, e seguem-se os filmes “A paixão de Van Gogh”, dos polacos Dorota Kobiela e Hugh Welchman.

O realizador angolano, Mauro Pereira, autor da curta “Percursos”, tem presença confirmada na actividade, que surge em alusão do Ano do Património Cultural e ao Dia da Europa, comemorado a 9 de Maio e, entretanto, completam as seis curtas-metragens vencedoras do concurso PALOP-TL/UE, designadamente “Hora di bai", da cabo-verdiana Samira Vera-Cruz, "88 Paraísos", de Rui da Costa da Guiné-Bissau, "Entre eu e Deus", de Yara Costa de Moçambique, "Tara bandu", de Victor de Sousa de Timor Leste e "Mina Kiá", de Kátya Aragão de São Tomé e Príncipe, citados no comunicado que recebemos.

O Dia da Europa nasceu no Conselho Europeu de Milão, de 28 e 29 de Junho de 1985 e foi celebrado pela primeira vez em 1986. É uma data comemorativa celebrada anualmente e reflecte o dia 9 de Maio de 1950, em que o estadista francês Robert Schuman avançou com a proposta de uma entidade europeia supranacional.

Sob o lema “Património: onde o passado encontra o futuro”, o Ano Europeu do Património Cultural pretende incentivar mais pessoas a descobrir e explorar o património cultural da Europa e reforçar o sentimento de pertença a um espaço europeu comum.

Ao longo do ano, terão lugar por toda a Europa uma série de iniciativas e eventos que permitirão às pessoas aproximarem-se do património cultural e desempenharem um papel mais activo nas questões que lhe dizem respeito.

 

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