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Caxito: Produção agrícola afectada pela escassez de sementes e equipamentos de trabalho

Caxito: Produção agrícola afectada pela escassez de sementes e equipamentos de trabalho
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A produção agrícola no perímetro irrigado de Caxito tem sido afectada pela escassez de sementes e equipamentos agrícolas, face à impossibilidade de importação neste período da pandemia Covid-19, que se regista a nível mundial, informou ontem o PCA da Caxito Rega, João Mpilamosi.

Falando a propósito das consequências da pandemia na produção agrícola, o responsável disse faltar sementes, adubos, sistemas de rega, instrumentos de trabalho e outros, uma vez que maior parte do equipamento é importada e, a isto, acrescentou, junta-se a escassez de insecticidas e pesticidas para combater o vírus “tope-em-leque” e outras viroses que as plantas do perímetro apresentam.

Com esta situação, informou, o perímetro já está a enfrentar uma “gritante” falta de matéria-prima, que poderá inviabilizar a produção deste ano, e a área prevista de cultivo.

“No país, cerca de 90 por cento destes equipamentos são importados, pois o mercado nacional ainda não os produz na totalidade, de maneira que a agricultura se faça sentir”, sublinhou João Mpilamosi, adiantando que,  apesar de esta situação ser geral no país, pois a prioridade está no combate ao vírus, “os produtores estão a fazer tudo o que podem para ver se conseguem atingir níveis aceitáveis de produção”.

“Acredito que não teremos excedente de produção, excepto na banana”, disse, e referiu que o objectivo é aumentar a área de cultivo, passando de mil e 400 hectares, para 2 mil 200, caso a situação favoreça, embora sem avançar a meta de produção para este ano.

O perímetro irrigado exporta anualmente cinco mil e 760 toneladas de banana para Portugal, Espanha, África do Sul e Namíbia, para além de uma quantia não especifica de manga, beringela e pitaya.

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Redacção

A produção agrícola no perímetro irrigado de Caxito tem sido afectada pela escassez de sementes e equipamentos agrícolas, face à impossibilidade de importação neste período da pandemia Covid-19, que se regista a nível mundial, informou ontem o PCA da Caxito Rega, João Mpilamosi.

Falando a propósito das consequências da pandemia na produção agrícola, o responsável disse faltar sementes, adubos, sistemas de rega, instrumentos de trabalho e outros, uma vez que maior parte do equipamento é importada e, a isto, acrescentou, junta-se a escassez de insecticidas e pesticidas para combater o vírus “tope-em-leque” e outras viroses que as plantas do perímetro apresentam.

Com esta situação, informou, o perímetro já está a enfrentar uma “gritante” falta de matéria-prima, que poderá inviabilizar a produção deste ano, e a área prevista de cultivo.

“No país, cerca de 90 por cento destes equipamentos são importados, pois o mercado nacional ainda não os produz na totalidade, de maneira que a agricultura se faça sentir”, sublinhou João Mpilamosi, adiantando que,  apesar de esta situação ser geral no país, pois a prioridade está no combate ao vírus, “os produtores estão a fazer tudo o que podem para ver se conseguem atingir níveis aceitáveis de produção”.

“Acredito que não teremos excedente de produção, excepto na banana”, disse, e referiu que o objectivo é aumentar a área de cultivo, passando de mil e 400 hectares, para 2 mil 200, caso a situação favoreça, embora sem avançar a meta de produção para este ano.

O perímetro irrigado exporta anualmente cinco mil e 760 toneladas de banana para Portugal, Espanha, África do Sul e Namíbia, para além de uma quantia não especifica de manga, beringela e pitaya.

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