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“Ar condicionado” com presença em mais de 10 festivais internacionais de cinema

“Ar condicionado” com presença em mais de 10 festivais internacionais de cinema
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O filme angolano “Ar condicionado”, primeira longa-metragem de ficção realizada por Fradique e com produção da GERAÇÃO 80, começa, nas próximas semanas, um tour de participação em vários festivais internacionais, sendo que alguns deles serão realizados pela primeira vez num formato online, devido à pandemia da Covid-19.

A obra teve a sua estreia mundial em Janeiro de 2020, no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, e foi, em Abril, o filme foi exibido no Fribourg Film Festival, na Suíça, que este ano aconteceu numa versão online.

Em Junho, “Ar Condicionado” será exibido no Frames Of Representation em Londres, festival que endereçou um convite ao realizador Fradique para falar não só sobre o filme, mas também sobre a GERAÇÃO 80.

Entre 25 de Junho e 7 de Julho, o filme vai participar do no Taipe Film em Taiwan, e ainda no mês de Julho segue-se o Durban International Film Festival na África do Sul, que vai realizar-se num formato online, de acordo com o comunicado enviado ao ONgoma News.

Nos meses de Setembro, Outubro e Novembro, o filme vai estar na Polónia, no New Horizons International Film Festival, em Itália, no FESCAAAL (Festival del Cinema Africano, da Ásia e América Latina), na Alemanha, no Film Fest Hamburg, na Áustria, no Viennale e no International Film Festival Innsbruck, seguindo para cidade de Montreal (Canadá), onde será exibido no Montréal Festival Du Nouveau Cinéma e de lá para Nairobi, capital do Quénia, com participação confirmada no Unseen Nairobi.

Escrito, produzido, filmado e editado integralmente em Angola, a obra  nasce da urgência de contar histórias angolanas, reafirmando o compromisso da GERAÇÃO 80 com o cinema independente de autor e relembrando que o cinema em Angola está vivo.

“Quando os ares condicionados começam misteriosamente a cair dos apartamentos na cidade de Luanda, Matacedo e Zezinha, um guarda e uma empregada doméstica, têm a missão de recuperar o aparelho do chefe. Essa missão leva-os à loja de materiais eléctricos do Kota Mino, que está a montar em segredo uma complexa máquina de recuperar memórias. “Ar Condicionado” é uma jornada de mistério e realidade, uma crítica sobre classes sociais e como nós vivemos em conjunto nas esperanças verticais, no coração de uma cidade que é passado-presente-futuro”, lê-se na sinopse do filme.

Fradique, realizador e guionista, é uma das vozes mais talentosas e expressivas do cinema contemporâneo angolano. Formou-se em cinema nos EUA e é um dos fundadores da produtora GERAÇÃO 80.

Entre alguns do filmes que realizou está a curta-metragem “Alambamento” (2010) e o documentário “Independência” (2015), exibido em vários festivais internacionais de cinema e vencedor do prémio Nacional de Cultura de Cinema de Angola.

O filme foi reconhecido como um passo importante para recuperação da memória colectiva do país. Além disso, realizou videoclipes de autor para artistas angolanos como Nástio Mosquito e Aline Frazão.

É um alumni da Berlinale Talent Campus e da Realness Screenwriting Residency. “Ar Condicionado” (2020), entretanto, é a sua primeira longa-metragem, que teve a estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Roterdão em 2020.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O filme angolano “Ar condicionado”, primeira longa-metragem de ficção realizada por Fradique e com produção da GERAÇÃO 80, começa, nas próximas semanas, um tour de participação em vários festivais internacionais, sendo que alguns deles serão realizados pela primeira vez num formato online, devido à pandemia da Covid-19.

A obra teve a sua estreia mundial em Janeiro de 2020, no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, e foi, em Abril, o filme foi exibido no Fribourg Film Festival, na Suíça, que este ano aconteceu numa versão online.

Em Junho, “Ar Condicionado” será exibido no Frames Of Representation em Londres, festival que endereçou um convite ao realizador Fradique para falar não só sobre o filme, mas também sobre a GERAÇÃO 80.

Entre 25 de Junho e 7 de Julho, o filme vai participar do no Taipe Film em Taiwan, e ainda no mês de Julho segue-se o Durban International Film Festival na África do Sul, que vai realizar-se num formato online, de acordo com o comunicado enviado ao ONgoma News.

Nos meses de Setembro, Outubro e Novembro, o filme vai estar na Polónia, no New Horizons International Film Festival, em Itália, no FESCAAAL (Festival del Cinema Africano, da Ásia e América Latina), na Alemanha, no Film Fest Hamburg, na Áustria, no Viennale e no International Film Festival Innsbruck, seguindo para cidade de Montreal (Canadá), onde será exibido no Montréal Festival Du Nouveau Cinéma e de lá para Nairobi, capital do Quénia, com participação confirmada no Unseen Nairobi.

Escrito, produzido, filmado e editado integralmente em Angola, a obra  nasce da urgência de contar histórias angolanas, reafirmando o compromisso da GERAÇÃO 80 com o cinema independente de autor e relembrando que o cinema em Angola está vivo.

“Quando os ares condicionados começam misteriosamente a cair dos apartamentos na cidade de Luanda, Matacedo e Zezinha, um guarda e uma empregada doméstica, têm a missão de recuperar o aparelho do chefe. Essa missão leva-os à loja de materiais eléctricos do Kota Mino, que está a montar em segredo uma complexa máquina de recuperar memórias. “Ar Condicionado” é uma jornada de mistério e realidade, uma crítica sobre classes sociais e como nós vivemos em conjunto nas esperanças verticais, no coração de uma cidade que é passado-presente-futuro”, lê-se na sinopse do filme.

Fradique, realizador e guionista, é uma das vozes mais talentosas e expressivas do cinema contemporâneo angolano. Formou-se em cinema nos EUA e é um dos fundadores da produtora GERAÇÃO 80.

Entre alguns do filmes que realizou está a curta-metragem “Alambamento” (2010) e o documentário “Independência” (2015), exibido em vários festivais internacionais de cinema e vencedor do prémio Nacional de Cultura de Cinema de Angola.

O filme foi reconhecido como um passo importante para recuperação da memória colectiva do país. Além disso, realizou videoclipes de autor para artistas angolanos como Nástio Mosquito e Aline Frazão.

É um alumni da Berlinale Talent Campus e da Realness Screenwriting Residency. “Ar Condicionado” (2020), entretanto, é a sua primeira longa-metragem, que teve a estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Roterdão em 2020.

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