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Angola entre os 10 países com pior governação em África

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O Índice Ibrahim de Boa Governação Africana 2018, que mede anualmente a qualidade da governação em 54 estados africanos, assinala que Angola é um dos sete países que mostra “sinais preocupantes”, mantendo-se, tal como no ano anterior, no grupo dos 10 países com pior classificação.

Com base na análise de estatísticas do ano anterior, o Índice Ibrahim de Boa Governação Africana concluiu que em Angola verificaram-se deteriorações significativas nas categorias de Desenvolvimento Humano e de Desenvolvimento Económico Sustentável, bem como um declínio ligeiro na categoria de Segurança e Estado de Direito.

Segundo a avaliação, o país apresenta sinais de debilidade nos indicadores relativos ao estado de direito, transparência e responsabilidade, segurança nacional, administração pública, ambiente de negócios, infra-estruturas, segurança social, educação e saúde. Aliás, na sub-categoria de saúde, Angola surge numa lista de oito países com “resultados preocupantes”, e que registaram uma recessão recente, interrompendo um progresso nos últimos cinco anos.

Em sentido inverso, o relatório, citado pela agência Lusa, assinala que foi registado um progresso considerável nas categorias de Participação e Direitos Humanos. Embora a avaliação assinale que o país vem registando uma tendência positiva nos últimos 10 anos, a evolução ainda é insuficiente para retirar Angola do grupo dos 10 estados com pior classificação.

Na posição 45 da tabela, a mesma de 2017, o país recebeu uma pontuação de 38,3 pontos numa escala de 100, um pouco abaixo dos 39,4 pontos obtidos no ano anterior.

Angola aparece ainda como um dos países que apesar de ter o maior PIB do continente pontua abaixo da média africana na categoria deDesenvolvimento Económico Sustentável.

Para produzir o relatório, o Índice Ibrahim de Boa Governação Africana compilou dados de 35 fontes oficiais e recorreu a 102 indicadores, dos quais 27 para a categoria de Segurança e Estado de Direito, 19 para Participação e Direitos Humanos, 30 para a categoria de Desenvolvimento Económico Sustentável e 26 para Desenvolvimento Humano.

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Redacção

O Índice Ibrahim de Boa Governação Africana 2018, que mede anualmente a qualidade da governação em 54 estados africanos, assinala que Angola é um dos sete países que mostra “sinais preocupantes”, mantendo-se, tal como no ano anterior, no grupo dos 10 países com pior classificação.

Com base na análise de estatísticas do ano anterior, o Índice Ibrahim de Boa Governação Africana concluiu que em Angola verificaram-se deteriorações significativas nas categorias de Desenvolvimento Humano e de Desenvolvimento Económico Sustentável, bem como um declínio ligeiro na categoria de Segurança e Estado de Direito.

Segundo a avaliação, o país apresenta sinais de debilidade nos indicadores relativos ao estado de direito, transparência e responsabilidade, segurança nacional, administração pública, ambiente de negócios, infra-estruturas, segurança social, educação e saúde. Aliás, na sub-categoria de saúde, Angola surge numa lista de oito países com “resultados preocupantes”, e que registaram uma recessão recente, interrompendo um progresso nos últimos cinco anos.

Em sentido inverso, o relatório, citado pela agência Lusa, assinala que foi registado um progresso considerável nas categorias de Participação e Direitos Humanos. Embora a avaliação assinale que o país vem registando uma tendência positiva nos últimos 10 anos, a evolução ainda é insuficiente para retirar Angola do grupo dos 10 estados com pior classificação.

Na posição 45 da tabela, a mesma de 2017, o país recebeu uma pontuação de 38,3 pontos numa escala de 100, um pouco abaixo dos 39,4 pontos obtidos no ano anterior.

Angola aparece ainda como um dos países que apesar de ter o maior PIB do continente pontua abaixo da média africana na categoria deDesenvolvimento Económico Sustentável.

Para produzir o relatório, o Índice Ibrahim de Boa Governação Africana compilou dados de 35 fontes oficiais e recorreu a 102 indicadores, dos quais 27 para a categoria de Segurança e Estado de Direito, 19 para Participação e Direitos Humanos, 30 para a categoria de Desenvolvimento Económico Sustentável e 26 para Desenvolvimento Humano.

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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