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WhatsApp bloqueado na China desde domingo último

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Depois do Facebook, o WhatsApp foi bloqueado na China, onde o serviço de mensagens instantâneas se encontra indisponível desde domingo, e suspeita-se que esta medida tenha  a mão do Partido Comunista Chinês, que governa o país e prepara um congresso para dentro de um mês.

De acordo com o jornal Público, que citou por sua vez o Financial Times, a aplicação sofreu algumas interrupções ao longo dos últimos meses mas nunca tinha sido colocada completamente offline.

Recorde-se que o WhatsApp é mais um produto detido pelo Facebook, que é impedido de operar na China, depois de a rede social liderada por Mark Zuckerberg ter sido bloqueada em 2009 e de o Instagram ter sido alvo da mesma medida em 2014.

Até ao momento, os responsáveis pelo WhatsApp ainda não comentaram a decisão.

Entretanto, de acordo com o site do jornal inglês Telegraph, o bloqueio da aplicação terá resultado do facto de  o WhatsApp fornecer tecnologia de criptografia de mensagens, o  que provavelmente não agrada as autoridades chinesas, que acompanham e restringem o ciberespaço através do seu "Great Firewall".

No país gigante asiático, muitos activistas chineses usam preferencialmente o WhatsApp para partilhar mensagens devido à sua função de criptografia de ponta-a-ponta, o que lhes garante segurança e confiabilidade.

A China reforçou o policiamento on-line neste ano, promulgando novas regras que exigem que as empresas de tecnologia armazenem dados de usuários dentro do país, bem como imponham restrições sobre o conteúdo permitido. Os reguladores chineses do ciberespaço afirmam, ainda de acordo com o Telegraph, que impuseram multas "máximas" nas principais empresas chinesas de tecnologia, o Baidu e Tencent, por permitir a publicação de material pornográfico, violento e outros tipos de conteúdo banido em suas plataformas de mídia social. O montante das multas não foi divulgado. Sites como Facebook, Twitter, Pinterest e uma série de mídia estrangeira foram bloqueados há anos.

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Redacção

Depois do Facebook, o WhatsApp foi bloqueado na China, onde o serviço de mensagens instantâneas se encontra indisponível desde domingo, e suspeita-se que esta medida tenha  a mão do Partido Comunista Chinês, que governa o país e prepara um congresso para dentro de um mês.

De acordo com o jornal Público, que citou por sua vez o Financial Times, a aplicação sofreu algumas interrupções ao longo dos últimos meses mas nunca tinha sido colocada completamente offline.

Recorde-se que o WhatsApp é mais um produto detido pelo Facebook, que é impedido de operar na China, depois de a rede social liderada por Mark Zuckerberg ter sido bloqueada em 2009 e de o Instagram ter sido alvo da mesma medida em 2014.

Até ao momento, os responsáveis pelo WhatsApp ainda não comentaram a decisão.

Entretanto, de acordo com o site do jornal inglês Telegraph, o bloqueio da aplicação terá resultado do facto de  o WhatsApp fornecer tecnologia de criptografia de mensagens, o  que provavelmente não agrada as autoridades chinesas, que acompanham e restringem o ciberespaço através do seu "Great Firewall".

No país gigante asiático, muitos activistas chineses usam preferencialmente o WhatsApp para partilhar mensagens devido à sua função de criptografia de ponta-a-ponta, o que lhes garante segurança e confiabilidade.

A China reforçou o policiamento on-line neste ano, promulgando novas regras que exigem que as empresas de tecnologia armazenem dados de usuários dentro do país, bem como imponham restrições sobre o conteúdo permitido. Os reguladores chineses do ciberespaço afirmam, ainda de acordo com o Telegraph, que impuseram multas "máximas" nas principais empresas chinesas de tecnologia, o Baidu e Tencent, por permitir a publicação de material pornográfico, violento e outros tipos de conteúdo banido em suas plataformas de mídia social. O montante das multas não foi divulgado. Sites como Facebook, Twitter, Pinterest e uma série de mídia estrangeira foram bloqueados há anos.

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