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Universidades públicas passarão a cobrar propinas

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Os estudantes das universidades públicas passarão a pagar propinas, a partir do próximo ano, anunciou, ontem, em Luanda, a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Maria do Rosário Sambo, que falava à imprensa no final de uma visita que efectuou na companhia do ministro dos Transportes ao Instituto Superior de Gestão, Logística e Transportes (Isgest), acrescentou que o pagamento de uma “taxa de comparticipação” pelos estudantes das universidades vai pôr fim à gratuitidade no ensino superior, no período regular - manhã e tarde - e deve-se ao facto de o Estado não dispor de condições para continuar a suportar exclusivamente todas as despesas com esse nível de formação.

Sobre o valor das propinas, a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação disse ser ainda desconhecido, porque o estudo feito sobre o assunto ainda não está concluído, embora seja “um dado adquirido que a gratuitidade tem os dias contados no ensino superior.”

Relativamente ao instituto que visitou ontem, situado no Distrito Urbano da Cidade Universitária, município de Talatona, Maria do Rosário Sambo anunciou, citada pelo Jornal de Angola, que a revisão do estatuto orgânico do estabelecimento académico, que tem, actualmente, carácter público-privado, dando ênfase à necessidade de alteração da natureza jurídica do Instituto Superior de Gestão, Logística e Transportes no sentido de a instituição ter apenas uma superintendência e beneficiar, também, de uma dotação orçamentada.

“Vamos manter encontros de trabalhos com o Ministério dos Transportes para que o investimento que o Estado fez nesta instituição reverta efectivamente a favor da formação de qualidade e do desenvolvimento do país”, acentuou a ministra.

A implementação da ideia de criação de um novo estatuto orgânico “começa agora”, salientou Maria do Rosário Sambo, garantindo que o trabalho não vai afectar o funcionamento da instituição, que ministra os cursos de Logística e Transporte, Gestão Aeronáutica, Contabilidade, Engenharia de Transportes, Informática de Gestão, Mecatrónica, Gestão e Engenharia de Informática.

De recordar que, nas universidades públicas, os estudantes do período pós-laboral pagam propinas, realidade resultante de uma decisão que já tem mais de 10 anos.

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Redacção

Os estudantes das universidades públicas passarão a pagar propinas, a partir do próximo ano, anunciou, ontem, em Luanda, a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Maria do Rosário Sambo, que falava à imprensa no final de uma visita que efectuou na companhia do ministro dos Transportes ao Instituto Superior de Gestão, Logística e Transportes (Isgest), acrescentou que o pagamento de uma “taxa de comparticipação” pelos estudantes das universidades vai pôr fim à gratuitidade no ensino superior, no período regular - manhã e tarde - e deve-se ao facto de o Estado não dispor de condições para continuar a suportar exclusivamente todas as despesas com esse nível de formação.

Sobre o valor das propinas, a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação disse ser ainda desconhecido, porque o estudo feito sobre o assunto ainda não está concluído, embora seja “um dado adquirido que a gratuitidade tem os dias contados no ensino superior.”

Relativamente ao instituto que visitou ontem, situado no Distrito Urbano da Cidade Universitária, município de Talatona, Maria do Rosário Sambo anunciou, citada pelo Jornal de Angola, que a revisão do estatuto orgânico do estabelecimento académico, que tem, actualmente, carácter público-privado, dando ênfase à necessidade de alteração da natureza jurídica do Instituto Superior de Gestão, Logística e Transportes no sentido de a instituição ter apenas uma superintendência e beneficiar, também, de uma dotação orçamentada.

“Vamos manter encontros de trabalhos com o Ministério dos Transportes para que o investimento que o Estado fez nesta instituição reverta efectivamente a favor da formação de qualidade e do desenvolvimento do país”, acentuou a ministra.

A implementação da ideia de criação de um novo estatuto orgânico “começa agora”, salientou Maria do Rosário Sambo, garantindo que o trabalho não vai afectar o funcionamento da instituição, que ministra os cursos de Logística e Transporte, Gestão Aeronáutica, Contabilidade, Engenharia de Transportes, Informática de Gestão, Mecatrónica, Gestão e Engenharia de Informática.

De recordar que, nas universidades públicas, os estudantes do período pós-laboral pagam propinas, realidade resultante de uma decisão que já tem mais de 10 anos.

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