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UNITA quer repor a História e afirma que o MPLA vai se arrepender quando acontecer a alternância do poder

UNITA quer repor a História e afirma que o MPLA vai se arrepender quando acontecer a alternância do poder
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O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou anteontem, no Cuito, que o MPLA vai se arrepender quando acontecer a alternância do poder e que, quando acontecer essa alternância, que seja a UNITA a ganhar.

“Nós vamos colocar a reposição da História e, no Largo 1º de Maio, não terá apenas uma estátua, mas três. Quando a alternância acontecer, e vai acontecer, o MPLA vai se arrepender”, reafirmou, quando falava em conferência de imprensa, à margem das comemorações do 3 de Agosto, dia de nascimento do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi.

O líder do maior partido da oposição, que acusa o Governo de incumprimento dos Acordos do Luena, assinados há 18 anos, no Moxico, disse que a devolução do património e o caso dos desmobilizados continuam por se resolver, o que mostra falta de vontade política do Executivo.

“É inaceitável que, 18 anos depois da assinatura dos Acordos de Paz, o Governo angolano não seja capaz de fazer cumprir os pressupostos da reconciliação nacional. Ainda hoje temos pendentes vários por realizar dos Acordos de Paz subscritos no Luena e nunca concretizados. Temos os pendentes sobre os antigos combatentes e sobre o património da UNITA. Passados 18 anos, o Governo ainda não devolveu este património”, sublinhou o político.

Adalberto da Costa Júnior voltou a falar sobre o silêncio do Executivo quanto à realização ou não das eleições autárquicas este ano, lamentando que até hoje ninguém venha dizer o que se passa com as autarquias.

“O angolano, de forma generalizada, acreditou que este ano teríamos eleições. O partido que governa o país tem algum receio de levar essa lei ao debate, porque sabe que a maioria dos cidadãos é contra a realização gradual das eleições autárquicas”, salientou, acrescentando que “o país não pode ser adiado por causa da Covid-19”.

Como exemplo, apontou o Malawi, que realizou eleições gerais muito recentemente, e Cabo Verde, que as marcou para Outubro.

Entretanto, numa declaração alusiva ao aniversário de nascimento do fundador do partido, Jonas Savimbi, a UNITA, citou o Jornal de Angola, sugeriu a eliminação das assimetrias para o desenvolvimento harmonioso e equilibrado das comunidades.

Referiu que o desenvolvimento inclusivo passa pela justa distribuição dos recursos, igualdade de oportunidades e dinamização da agricultura familiar.

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Redacção

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou anteontem, no Cuito, que o MPLA vai se arrepender quando acontecer a alternância do poder e que, quando acontecer essa alternância, que seja a UNITA a ganhar.

“Nós vamos colocar a reposição da História e, no Largo 1º de Maio, não terá apenas uma estátua, mas três. Quando a alternância acontecer, e vai acontecer, o MPLA vai se arrepender”, reafirmou, quando falava em conferência de imprensa, à margem das comemorações do 3 de Agosto, dia de nascimento do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi.

O líder do maior partido da oposição, que acusa o Governo de incumprimento dos Acordos do Luena, assinados há 18 anos, no Moxico, disse que a devolução do património e o caso dos desmobilizados continuam por se resolver, o que mostra falta de vontade política do Executivo.

“É inaceitável que, 18 anos depois da assinatura dos Acordos de Paz, o Governo angolano não seja capaz de fazer cumprir os pressupostos da reconciliação nacional. Ainda hoje temos pendentes vários por realizar dos Acordos de Paz subscritos no Luena e nunca concretizados. Temos os pendentes sobre os antigos combatentes e sobre o património da UNITA. Passados 18 anos, o Governo ainda não devolveu este património”, sublinhou o político.

Adalberto da Costa Júnior voltou a falar sobre o silêncio do Executivo quanto à realização ou não das eleições autárquicas este ano, lamentando que até hoje ninguém venha dizer o que se passa com as autarquias.

“O angolano, de forma generalizada, acreditou que este ano teríamos eleições. O partido que governa o país tem algum receio de levar essa lei ao debate, porque sabe que a maioria dos cidadãos é contra a realização gradual das eleições autárquicas”, salientou, acrescentando que “o país não pode ser adiado por causa da Covid-19”.

Como exemplo, apontou o Malawi, que realizou eleições gerais muito recentemente, e Cabo Verde, que as marcou para Outubro.

Entretanto, numa declaração alusiva ao aniversário de nascimento do fundador do partido, Jonas Savimbi, a UNITA, citou o Jornal de Angola, sugeriu a eliminação das assimetrias para o desenvolvimento harmonioso e equilibrado das comunidades.

Referiu que o desenvolvimento inclusivo passa pela justa distribuição dos recursos, igualdade de oportunidades e dinamização da agricultura familiar.

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