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UNITA exibe cartão vermelho contra a governação de João Lourenço

UNITA exibe cartão vermelho contra a governação de João Lourenço
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De máscaras pretas como forma de protesto, membros da UNITA, maior partido da oposição, mostraram ontem cartão vermelho ao Presidente da República, João Lourenço, reprovando a governação do chefe de Estado, além de terem criticado o seu discurso sobre o Estado da Nação.

“Dizer que a Assembleia Nacional não terminou o pacote legislativo é uma desculpa de mau pagador. Ouvimos aqui projectos. O cidadão quer água, o cidadão quer comer, o cidadão quer ver os preços baixos. O cidadão não quer continuar o seu rendimento taxado com IVA com IRT”, criticou a deputada Navita Ngolo.

Adiante, frisou que “o senhor Presidente tem que aligeirar a vida do cidadão. Nós estamos aqui a mostrar o cartão vermelho para dizer basta à subalternização dos órgãos de soberania”.

Enquanto isso, João Pinto, deputado do MPLA, partido no poder, minimiza a postura da oposição, considerando que “o discurso tem muito sumo, muita mensagem, realista, e que procura mostrar acções que foram feitas, como a empregabilidade na saúde, a empregabilidade na educação, a construção de infra-estruturas, bem como a imagem de Angola que melhora todos os dias, quer na imprensa internacional, quer nas organizações que controlam a transparência e a liberdade de imprensa”.

Citado pela DW, Jeremias Benedito “Dito Dalí”, um dos mentores da recente manifestação realizada em Luanda contra o director de gabinete de João Lourenço, Edeltrudes Costa, envolvido num suposto escândalo de corrupção denunciado pela emissora portuguesa TVI, diz que o Presidente está a defender um amigo, sendo que durante o discurso não houve uma única palavra sobre o assunto.

“Entendemos que o Presidente esteja a protegê-lo. Nem sequer falou da reportagem veiculada pela TVI, porque é o seu braço direito, é o seu amigo de gabinete, é seu amigo fora de trabalho”, advertiu.

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Redacção

De máscaras pretas como forma de protesto, membros da UNITA, maior partido da oposição, mostraram ontem cartão vermelho ao Presidente da República, João Lourenço, reprovando a governação do chefe de Estado, além de terem criticado o seu discurso sobre o Estado da Nação.

“Dizer que a Assembleia Nacional não terminou o pacote legislativo é uma desculpa de mau pagador. Ouvimos aqui projectos. O cidadão quer água, o cidadão quer comer, o cidadão quer ver os preços baixos. O cidadão não quer continuar o seu rendimento taxado com IVA com IRT”, criticou a deputada Navita Ngolo.

Adiante, frisou que “o senhor Presidente tem que aligeirar a vida do cidadão. Nós estamos aqui a mostrar o cartão vermelho para dizer basta à subalternização dos órgãos de soberania”.

Enquanto isso, João Pinto, deputado do MPLA, partido no poder, minimiza a postura da oposição, considerando que “o discurso tem muito sumo, muita mensagem, realista, e que procura mostrar acções que foram feitas, como a empregabilidade na saúde, a empregabilidade na educação, a construção de infra-estruturas, bem como a imagem de Angola que melhora todos os dias, quer na imprensa internacional, quer nas organizações que controlam a transparência e a liberdade de imprensa”.

Citado pela DW, Jeremias Benedito “Dito Dalí”, um dos mentores da recente manifestação realizada em Luanda contra o director de gabinete de João Lourenço, Edeltrudes Costa, envolvido num suposto escândalo de corrupção denunciado pela emissora portuguesa TVI, diz que o Presidente está a defender um amigo, sendo que durante o discurso não houve uma única palavra sobre o assunto.

“Entendemos que o Presidente esteja a protegê-lo. Nem sequer falou da reportagem veiculada pela TVI, porque é o seu braço direito, é o seu amigo de gabinete, é seu amigo fora de trabalho”, advertiu.

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