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UNITA defende que o país tem que criar condições em infra-estruturas escolares e hospitalares

UNITA defende que o país tem que criar condições em infra-estruturas escolares e hospitalares
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O presidente do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka, defendeu ontem em Luanda a criação de condições em infra-estruturas escolares e hospitalares, incluindo em laboratórios, tecnologias, conhecimento e professores bem formados e bem remunerados, mostrando-se a favor do incremento de 20% do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o sector da Educação, no próximo ano económico.

Falando à margem da abertura do programa das "Jornadas parlamentares nas Comunidades 2022", sob o lema "O deputado ao serviço do cidadão”, a realizar-se em até sábado, o deputado afirmou que Angola é parte da comunidade das nações, da comunidade africana e membro dos países da África Austral (SADC), razão pela qual concordou com a indicação de 20% para a Educação e 15% para o sector da Saúde.

Segundo o responsável, não há deputado, governador, administrador, juiz, professor ou enfermeiro que não tenha passado primeiro pela formação. "Se nós estamos a falar de um Estado desenvolvido e moderno, temos de apostar na educação e ensino. Temos que ", enfatizou, de acordo com o Jornal de Angola.

Ainda, Liberty Chiyaka disse que para a saúde de qualidade são necessários 15% do Orçamento Geral do Estado, uma cifra tabelada pelos países da região austral do continente.

Para que não se atribua de uma vez os 20% para a Educação ou os 15% para a Saúde, aconselhou as autoridades no sentido de atribuirem as percentagens de forma faseada.

De acordo com o entendimento do maior partido da oposição, se a meta global é atribuir 15% para o sector da Saúde, em 2023, deveria se começar com 10% do Orçamento Geral do Estado, para este sector.

O processo iria terminar em 2025, com a atribuição dos 15% para o sector da Saúde, antes do fim da actual legislatura.

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Redacção

O presidente do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka, defendeu ontem em Luanda a criação de condições em infra-estruturas escolares e hospitalares, incluindo em laboratórios, tecnologias, conhecimento e professores bem formados e bem remunerados, mostrando-se a favor do incremento de 20% do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o sector da Educação, no próximo ano económico.

Falando à margem da abertura do programa das "Jornadas parlamentares nas Comunidades 2022", sob o lema "O deputado ao serviço do cidadão”, a realizar-se em até sábado, o deputado afirmou que Angola é parte da comunidade das nações, da comunidade africana e membro dos países da África Austral (SADC), razão pela qual concordou com a indicação de 20% para a Educação e 15% para o sector da Saúde.

Segundo o responsável, não há deputado, governador, administrador, juiz, professor ou enfermeiro que não tenha passado primeiro pela formação. "Se nós estamos a falar de um Estado desenvolvido e moderno, temos de apostar na educação e ensino. Temos que ", enfatizou, de acordo com o Jornal de Angola.

Ainda, Liberty Chiyaka disse que para a saúde de qualidade são necessários 15% do Orçamento Geral do Estado, uma cifra tabelada pelos países da região austral do continente.

Para que não se atribua de uma vez os 20% para a Educação ou os 15% para a Saúde, aconselhou as autoridades no sentido de atribuirem as percentagens de forma faseada.

De acordo com o entendimento do maior partido da oposição, se a meta global é atribuir 15% para o sector da Saúde, em 2023, deveria se começar com 10% do Orçamento Geral do Estado, para este sector.

O processo iria terminar em 2025, com a atribuição dos 15% para o sector da Saúde, antes do fim da actual legislatura.

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