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Uíge: Moradores irritados com a paragem de obras desde 2013

Uíge: Moradores irritados com a paragem de obras desde 2013
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Os moradores do bairro Candombe Velho, na cidade do Uíge, manifestaram ontem a sua insatisfação pela falta de conclusão das obras de reabilitação e construção das ruas locais, iniciadas em 2013.

Populares, autoridades tradicionais e religiosas mostraram-se irritados com a situação durante a visita dos deputados do Círculo Provincial do Uíge da Assembleia Nacional, que desde terça-feira estão a constatar as dificuldades que os cidadãos enfrentam.

Diante da situação, a regedora do bairro, Beatriz Jacinto, totalmente desapontada, recordou que o lançamento da primeira pedra de reabilitação das ruas do Candombe Velho foi feita a 4 de Dezembro de 2013 e até hoje as pessoas só passam em lamas e buracos.

Para a responsável, outra preocupação da comunidade é a rua principal do bairro que dá acesso ao Hospital Municipal do Uíge, que está interditada devido aos grandes buracos com água da chuva e lixo existente desde o abandono das obras, o que tem criado mal-estar na população pela falta de conclusão da reconstrução das ruas.

António Manuel Panzo, morador, afirma que o caso das ruas esburacadas, águas acumuladas e lixo, para além de afectar a mobilidade das pessoas, influencia igualmente na saúde das famílias, pelo cheiro, e as crianças brincam nestes locais.

Já a cidadã Antonica Pedro, residente no bairro há mais de 20 anos, lamenta a dificuldade que passam quando têm que movimentar alguém doente para o hospital, principalmente no período nocturno, mesmo que andando de viatura, visto que as chuvas que caem na região nesta época agravam a situação.

Os deputados visitaram igualmente o troço totalmente esburacado e com ravina que liga a rotunda do Songo e o aeroporto do Uíge “Manuel Quarta Punza”, localizado no bairro do Papelão e a escola do Quilala.

Entretanto, o morador do Papelão, António Artur, disse que o troço que liga a rotunda do Songo e o aeroporto está a cortar devido os grandes buracos e a ravina provocada pelas chuvas, pelo que apela ao Governo local para considerar a reabilitação da via este ano.

Adiante, o regedor do Quilala, José Domingos, de acordo com a Angop, lamentou o facto de haver na zona duas obras paralisadas desde 2013, uma escola de 12 salas de aulas e um posto de saúde, bens sociais que fazem muita falta à população, por existir ainda um elevado número de alunos que estudam em condições impróprias.  

A coordenadora em exercício do círculo local da Assembleia Nacional, Nazaré dos Anjos Mendes, reafirmou que enquanto parlamentares vão continuar a exercer advocacia junto do Governo do Uíge para verem concluídas todas as obras paralisadas urgentemente, evitando os transtornos que causam à população.

Segundo a deputada do MPLA, a solução da questão é urgente porque a ravina localizada na estrada do Papelão, além de cortar a via, algumas casas poderão correr o risco de desabar pelo que merece uma solução urgente, reforçou a responsável.

A comitiva reuniu-se com o administrador do Uíge, Emílio de Castro, para inteirar-se das dificuldades e esteve no bairro Tomessa, onde observou as casas inundadas e famílias desalojadas, e a lixeira central da vila São Jorge, arredores da capital, local de depósito do lixo que será transferido para o aterro sanitário a ser construído este ano, segundo a fonte.

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Redacção

Os moradores do bairro Candombe Velho, na cidade do Uíge, manifestaram ontem a sua insatisfação pela falta de conclusão das obras de reabilitação e construção das ruas locais, iniciadas em 2013.

Populares, autoridades tradicionais e religiosas mostraram-se irritados com a situação durante a visita dos deputados do Círculo Provincial do Uíge da Assembleia Nacional, que desde terça-feira estão a constatar as dificuldades que os cidadãos enfrentam.

Diante da situação, a regedora do bairro, Beatriz Jacinto, totalmente desapontada, recordou que o lançamento da primeira pedra de reabilitação das ruas do Candombe Velho foi feita a 4 de Dezembro de 2013 e até hoje as pessoas só passam em lamas e buracos.

Para a responsável, outra preocupação da comunidade é a rua principal do bairro que dá acesso ao Hospital Municipal do Uíge, que está interditada devido aos grandes buracos com água da chuva e lixo existente desde o abandono das obras, o que tem criado mal-estar na população pela falta de conclusão da reconstrução das ruas.

António Manuel Panzo, morador, afirma que o caso das ruas esburacadas, águas acumuladas e lixo, para além de afectar a mobilidade das pessoas, influencia igualmente na saúde das famílias, pelo cheiro, e as crianças brincam nestes locais.

Já a cidadã Antonica Pedro, residente no bairro há mais de 20 anos, lamenta a dificuldade que passam quando têm que movimentar alguém doente para o hospital, principalmente no período nocturno, mesmo que andando de viatura, visto que as chuvas que caem na região nesta época agravam a situação.

Os deputados visitaram igualmente o troço totalmente esburacado e com ravina que liga a rotunda do Songo e o aeroporto do Uíge “Manuel Quarta Punza”, localizado no bairro do Papelão e a escola do Quilala.

Entretanto, o morador do Papelão, António Artur, disse que o troço que liga a rotunda do Songo e o aeroporto está a cortar devido os grandes buracos e a ravina provocada pelas chuvas, pelo que apela ao Governo local para considerar a reabilitação da via este ano.

Adiante, o regedor do Quilala, José Domingos, de acordo com a Angop, lamentou o facto de haver na zona duas obras paralisadas desde 2013, uma escola de 12 salas de aulas e um posto de saúde, bens sociais que fazem muita falta à população, por existir ainda um elevado número de alunos que estudam em condições impróprias.  

A coordenadora em exercício do círculo local da Assembleia Nacional, Nazaré dos Anjos Mendes, reafirmou que enquanto parlamentares vão continuar a exercer advocacia junto do Governo do Uíge para verem concluídas todas as obras paralisadas urgentemente, evitando os transtornos que causam à população.

Segundo a deputada do MPLA, a solução da questão é urgente porque a ravina localizada na estrada do Papelão, além de cortar a via, algumas casas poderão correr o risco de desabar pelo que merece uma solução urgente, reforçou a responsável.

A comitiva reuniu-se com o administrador do Uíge, Emílio de Castro, para inteirar-se das dificuldades e esteve no bairro Tomessa, onde observou as casas inundadas e famílias desalojadas, e a lixeira central da vila São Jorge, arredores da capital, local de depósito do lixo que será transferido para o aterro sanitário a ser construído este ano, segundo a fonte.

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