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Terminais do Porto do Lobito poderão ter concessionários internacionais

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O Ministério dos Transportes está a preparar as condições para as concessões dos terminais de carga geral, de contentores e de mineiro do Porto do Lobito, na província de Benguela, a empresas internacionais.

Falando durante a tomada de posse do novo Conselho de Administração do referido porto, o ministro dos Transportes, Ricardo D'Abreu, afirmou que para o efeito serão contactadas entidades internacionais de referência, por via de concurso, defendendo que a Empresa Portuária do Lobito deve funcionar com a figura de “Porto Senhorio”, uma experiência que já passou pelo Porto de Luanda, pois que para ele a empresa tem de estar alinhada com as boas práticas de empresas internacionais, referindo-se ao bom uso dos recursos públicos.

Citado pela Angop, o governante sublinhou, no entanto, que o Porto do Lobito tem grandes desafios pela frente, tais como a sua reestruturação, que passa pela actualização, tanto do seu Plano de Ordenamento como do Director.

Ademais, Ricardo D'Abreu aproveitou a ocasião para apelar ao Conselho de Administração que trabalhe com todos os seus colaboradores, de modo a tornar a empresa mais capaz, forte e com mais movimento do ponto de vista local e internacional, para conseguir uma maior arrecadação de receitas.

Por sua vez, o novo PCA do Porto, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, agradeceu a recepção dos trabalhadores e garantiu o empenho de todos para que se consiga atingir tal desiderato.

O Porto do Lobito existe desde 1928, tendo beneficiado de um projecto de ampliação iniciado em 2008, onde foram construídas importantes infraestruturas no âmbito do Corredor do Lobito.

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Redacção

O Ministério dos Transportes está a preparar as condições para as concessões dos terminais de carga geral, de contentores e de mineiro do Porto do Lobito, na província de Benguela, a empresas internacionais.

Falando durante a tomada de posse do novo Conselho de Administração do referido porto, o ministro dos Transportes, Ricardo D'Abreu, afirmou que para o efeito serão contactadas entidades internacionais de referência, por via de concurso, defendendo que a Empresa Portuária do Lobito deve funcionar com a figura de “Porto Senhorio”, uma experiência que já passou pelo Porto de Luanda, pois que para ele a empresa tem de estar alinhada com as boas práticas de empresas internacionais, referindo-se ao bom uso dos recursos públicos.

Citado pela Angop, o governante sublinhou, no entanto, que o Porto do Lobito tem grandes desafios pela frente, tais como a sua reestruturação, que passa pela actualização, tanto do seu Plano de Ordenamento como do Director.

Ademais, Ricardo D'Abreu aproveitou a ocasião para apelar ao Conselho de Administração que trabalhe com todos os seus colaboradores, de modo a tornar a empresa mais capaz, forte e com mais movimento do ponto de vista local e internacional, para conseguir uma maior arrecadação de receitas.

Por sua vez, o novo PCA do Porto, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, agradeceu a recepção dos trabalhadores e garantiu o empenho de todos para que se consiga atingir tal desiderato.

O Porto do Lobito existe desde 1928, tendo beneficiado de um projecto de ampliação iniciado em 2008, onde foram construídas importantes infraestruturas no âmbito do Corredor do Lobito.

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