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“Temos que educar as crianças de modo a serem futuras empreendedoras”, afirma empresário Vitor Carmona

“Temos que educar as crianças de modo a serem futuras empreendedoras”, afirma empresário Vitor  Carmona
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Andrade Lino

O Director Executivo da revista Human Capital Angola, Vitor Carmona, afirmou que “é preciso passar às crianças uma educação que lhes permita ser empreendedoras no futuro, entendendo que viver numa sociedade implica, também, acrescentar valores à mesma”.

Dessa forma, o gestor defendeu a necessidade de se implementarem disciplinas ligadas ao empreendedorismo nas instituições de ensino, tendo acrescentado que “se a criança não tiver noção ou não estiver preparada para essa mentalidade, ela acabará por ter uma atitude muito passiva e a escola tem que ensinar a pessoa a ser proactiva, não ter que esperar que a coisa aconteça”.

Para ele, “a nossa personalidade cresce connosco e o nosso carácter é aquilo que vai definir o nosso futuro. Portanto, a escola tem que nos ajudar a formar um carácter de acrescentar valor e ter resiliência e entender que nem sempre o que nós queremos atingir vai ser atingido amanhã, porque as vezes é preciso muito tempo para que as coisas aconteçam, e também viver com a noção de que a frustração é algo que nós temos que entender porque nos vai sempre atingir”, apreciou o empresário.

“o ajustamento da economia é um processo que levará muito tempo, uma vez que a nossa economia estava dependente de apenas uma matéria-prima, e até que ela consiga ir buscar outras fontes de receitas, há que se esperar”.
Vitor Carmona, Director Executivo da Human Capital Angola

O responsável por aquela que é a única publicação dedicada exclusivamente ao capital humano em Angola disse também que, neste momento, “ainda vivemos num período de crise em Angola, derivado de factores externos e também pela ineficácia das políticas económicas anteriores”.

Continuando, referiu que “o ajustamento da economia é um processo que levará muito tempo, uma vez que a nossa economia estava dependente de apenas uma matéria-prima, e até que ela consiga ir buscar outras fontes de receitas, há que se esperar”.

Acrescentou ainda que “há que entender que não vale a pena, por vezes, termos políticas governamentais, o importante é que as próprias pessoas comecem a entender que estar empregado no Estado não é a solução para todos”, referiu.

Desse modo, Vitor Carmona afirma que “as escolas devem sair da escolas e pôr as crianças em contacto com a realidade, porque a escola ensina competências, aptidões, mas o mundo é diferente”.

“Obviamente que a realidade às vezes não é agradável e não vamos ensinar às crianças o lado mau das coisas. Então, é importante que as escolas, fundamentalmente, ensinem-nas a pensar, porque se elas pensam, encontram as soluções, e isto passa por levá-las a empresas e outros lugares que sejam educativos”, sugeriu, e revelou que acredita, “piamente, que os eventos, sejam eles de que forma forem, feiras de empreendedorismo, feiras tecnológicas, feiras de empregos, são muito importantes, tudo que signifique pôr as pessoa a falar mais umas com as outras, aumentar o networking, pôr as pessoas a pensar de um modo diferente, ouvirem casos de sucessos, ouvirem as pessoas que estão a fazer coisas, e em Angola tem que se fazer muito mais”.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O Director Executivo da revista Human Capital Angola, Vitor Carmona, afirmou que “é preciso passar às crianças uma educação que lhes permita ser empreendedoras no futuro, entendendo que viver numa sociedade implica, também, acrescentar valores à mesma”.

Dessa forma, o gestor defendeu a necessidade de se implementarem disciplinas ligadas ao empreendedorismo nas instituições de ensino, tendo acrescentado que “se a criança não tiver noção ou não estiver preparada para essa mentalidade, ela acabará por ter uma atitude muito passiva e a escola tem que ensinar a pessoa a ser proactiva, não ter que esperar que a coisa aconteça”.

Para ele, “a nossa personalidade cresce connosco e o nosso carácter é aquilo que vai definir o nosso futuro. Portanto, a escola tem que nos ajudar a formar um carácter de acrescentar valor e ter resiliência e entender que nem sempre o que nós queremos atingir vai ser atingido amanhã, porque as vezes é preciso muito tempo para que as coisas aconteçam, e também viver com a noção de que a frustração é algo que nós temos que entender porque nos vai sempre atingir”, apreciou o empresário.

“o ajustamento da economia é um processo que levará muito tempo, uma vez que a nossa economia estava dependente de apenas uma matéria-prima, e até que ela consiga ir buscar outras fontes de receitas, há que se esperar”.
Vitor Carmona, Director Executivo da Human Capital Angola

O responsável por aquela que é a única publicação dedicada exclusivamente ao capital humano em Angola disse também que, neste momento, “ainda vivemos num período de crise em Angola, derivado de factores externos e também pela ineficácia das políticas económicas anteriores”.

Continuando, referiu que “o ajustamento da economia é um processo que levará muito tempo, uma vez que a nossa economia estava dependente de apenas uma matéria-prima, e até que ela consiga ir buscar outras fontes de receitas, há que se esperar”.

Acrescentou ainda que “há que entender que não vale a pena, por vezes, termos políticas governamentais, o importante é que as próprias pessoas comecem a entender que estar empregado no Estado não é a solução para todos”, referiu.

Desse modo, Vitor Carmona afirma que “as escolas devem sair da escolas e pôr as crianças em contacto com a realidade, porque a escola ensina competências, aptidões, mas o mundo é diferente”.

“Obviamente que a realidade às vezes não é agradável e não vamos ensinar às crianças o lado mau das coisas. Então, é importante que as escolas, fundamentalmente, ensinem-nas a pensar, porque se elas pensam, encontram as soluções, e isto passa por levá-las a empresas e outros lugares que sejam educativos”, sugeriu, e revelou que acredita, “piamente, que os eventos, sejam eles de que forma forem, feiras de empreendedorismo, feiras tecnológicas, feiras de empregos, são muito importantes, tudo que signifique pôr as pessoa a falar mais umas com as outras, aumentar o networking, pôr as pessoas a pensar de um modo diferente, ouvirem casos de sucessos, ouvirem as pessoas que estão a fazer coisas, e em Angola tem que se fazer muito mais”.

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