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Tecnologia de impressão 3D poupará tempo e dinheiro nos países africanos

Tecnologia de impressão 3D poupará tempo e dinheiro nos países africanos
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A tecnologia de impressão 3D, testada no Madagáscar e Togo, pela empresa internacional Humanity & Inclusion (HI), antiga Handicap Internacional, está a ser usada para ajudar a fornecer suporte protético e ortopédico para pacientes necessitados.

A iniciativa faz parte do Impact 3D, um programa que começou em Novembro de 2017 e é financiado pela Agência Belga de Desenvolvimento.

As próteses, membros artificiais, são criados usando scanners 3D e impressoras 3D, e de acordo com o gestor, Simon Miriel, essa tecnologia poupa muito tempo, visto que, quando necessário, as digitalizações podem ser enviadas directamente por telefone para o especialista encarregado de fazer a prótese digital numa impressora 3D.

Actualmente, a HI está a executar este novo teste de tecnologia de impressão 3D no Togo, Madagáscar e na Síria, acção que envolve um pequeno scanner 3D leve, que cria um molde digital do membro amputado.

Segundo uma fonte do site Menos Fios, o molde pode então ser adaptado de acordo com as necessidades dos pacientes, usando o software de modelagem no computador, antes de ser enviado para uma impressora 3D.

A impressora cria, por sua vez, milhares de camadas de termo-plástico para produzir um soquete sob medida, que corresponde perfeitamente à forma do membro amputado do paciente.

Assim, espera-se que, se os testes forem bem-sucedidos, mais países de renda baixa e média possam beneficiar desta solução, que também reduz os custos e o tempo necessário para fornecer membros artificiais para os pacientes.

 

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A tecnologia de impressão 3D, testada no Madagáscar e Togo, pela empresa internacional Humanity & Inclusion (HI), antiga Handicap Internacional, está a ser usada para ajudar a fornecer suporte protético e ortopédico para pacientes necessitados.

A iniciativa faz parte do Impact 3D, um programa que começou em Novembro de 2017 e é financiado pela Agência Belga de Desenvolvimento.

As próteses, membros artificiais, são criados usando scanners 3D e impressoras 3D, e de acordo com o gestor, Simon Miriel, essa tecnologia poupa muito tempo, visto que, quando necessário, as digitalizações podem ser enviadas directamente por telefone para o especialista encarregado de fazer a prótese digital numa impressora 3D.

Actualmente, a HI está a executar este novo teste de tecnologia de impressão 3D no Togo, Madagáscar e na Síria, acção que envolve um pequeno scanner 3D leve, que cria um molde digital do membro amputado.

Segundo uma fonte do site Menos Fios, o molde pode então ser adaptado de acordo com as necessidades dos pacientes, usando o software de modelagem no computador, antes de ser enviado para uma impressora 3D.

A impressora cria, por sua vez, milhares de camadas de termo-plástico para produzir um soquete sob medida, que corresponde perfeitamente à forma do membro amputado do paciente.

Assim, espera-se que, se os testes forem bem-sucedidos, mais países de renda baixa e média possam beneficiar desta solução, que também reduz os custos e o tempo necessário para fornecer membros artificiais para os pacientes.

 

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