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Taxa da UAN leva jovens a se manifestarem

Taxa da UAN leva jovens a se manifestarem
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Cerca de 20 jovens, membros do Movimento de Estudantes Angolanos, marcharam nesta quinta-feira, em Luanda, para protestar contra a aplicação de uma taxa de inscrição de quatro mil kwanzas, pela Universidade Agostinho Neto (UAN).

Os manifestantes consideram excessiva a taxa aplicada pela UAN e apontam o facto de, em 2017, a taxa cobrada ter sido inferior a quatro mil kwanzas.

O porta-voz da marcha, Francisco Teixeira, explicou que esse acto de repúdio resultou de uma recusa da UAN de responder a carta dirigida, recentemente, por aquele movimento, e continuou que uma segunda carta foi endereçada aos responsáveis do Ministério do Ensino Superior, que se mostraram disponíveis para dialogar com o grupo na sexta-feira (4 de Janeiro).

Entretanto, o director do gabinete de comunicação institucional da UAN, Arlindo Isabel, declarou que a taxa de quatro mil kwanzas (para uma opção) e seis mil (para duas opções) "tem fundamento científico".

Explicou que as taxas derivam de um estudo que data de 2015 sobre os custos administrativos e logísticos de um processo não coberto pelo Orçamento Geral do Estado (OGE), que, por conseguinte, se auto sustenta através da taxa cobrada aos candidatos.

A marcha, no entanto, que se previa terminar no Ministério das Finanças, foi interrompida no Largo da Independência, depois de negociações entre os manifestantes e a Polícia Nacional, segundo a Angop.

No quadro das negociações, cinco integrantes do grupo de manifestantes, acompanhados da Polícia Nacional, encaminharam-se àquele ministério, para proceder à entrega da reclamação.

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Redacção

Cerca de 20 jovens, membros do Movimento de Estudantes Angolanos, marcharam nesta quinta-feira, em Luanda, para protestar contra a aplicação de uma taxa de inscrição de quatro mil kwanzas, pela Universidade Agostinho Neto (UAN).

Os manifestantes consideram excessiva a taxa aplicada pela UAN e apontam o facto de, em 2017, a taxa cobrada ter sido inferior a quatro mil kwanzas.

O porta-voz da marcha, Francisco Teixeira, explicou que esse acto de repúdio resultou de uma recusa da UAN de responder a carta dirigida, recentemente, por aquele movimento, e continuou que uma segunda carta foi endereçada aos responsáveis do Ministério do Ensino Superior, que se mostraram disponíveis para dialogar com o grupo na sexta-feira (4 de Janeiro).

Entretanto, o director do gabinete de comunicação institucional da UAN, Arlindo Isabel, declarou que a taxa de quatro mil kwanzas (para uma opção) e seis mil (para duas opções) "tem fundamento científico".

Explicou que as taxas derivam de um estudo que data de 2015 sobre os custos administrativos e logísticos de um processo não coberto pelo Orçamento Geral do Estado (OGE), que, por conseguinte, se auto sustenta através da taxa cobrada aos candidatos.

A marcha, no entanto, que se previa terminar no Ministério das Finanças, foi interrompida no Largo da Independência, depois de negociações entre os manifestantes e a Polícia Nacional, segundo a Angop.

No quadro das negociações, cinco integrantes do grupo de manifestantes, acompanhados da Polícia Nacional, encaminharam-se àquele ministério, para proceder à entrega da reclamação.

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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