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SINPROF Huíla: Professores faltosos serão denunciados

SINPROF Huíla: Professores faltosos serão denunciados
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O Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) na Huíla vai criar, neste mês, uma equipa multidisciplinar que denunciará os professores faltosos à entidade patronal, como forma de desencorajar más práticas na classe, anunciou este sábado o seu secretário provincial, João Francisco.

Falando aos seus filiados numa assembleia, no Lubango, fez saber que essa equipa vai fiscalizar os docentes faltosos, bem como aqueles que se furtam trabalhar com recurso a “guias médicas falsas, alegando doenças inexistentes para passarem mais tempo em casa”, pois admitiu que há incumprimento profissional de alguns filiados, facto que tem prejudicado o processo de aprendizagem dos alunos.

Sem revelar números de casos dessa natureza, afirmou que o fenómeno é uma constante nas escolas primárias e secundárias do II Ciclo, principalmente as mais distantes dos centros urbanos, onde professores foram destacados para leccionar, mas faltam entre uma a duas semanas.

Entretanto, o responsável estimou que é uma situação que abrange 11% dos 1.700 professores novos que ingressaram em 2018, situação que pode até ao final do ano lectivo descredibilizar o processo docente-educativo.

Assegurou que o professor não é uma pessoa comum, “pois pesa sobre ele a responsabilidade de educar”, no âmbito do Plano Nacional de formação de Quadros (PNFQ), para assegurar um futuro auspicioso para o país, de acordo com a Angop.

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Redacção

O Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) na Huíla vai criar, neste mês, uma equipa multidisciplinar que denunciará os professores faltosos à entidade patronal, como forma de desencorajar más práticas na classe, anunciou este sábado o seu secretário provincial, João Francisco.

Falando aos seus filiados numa assembleia, no Lubango, fez saber que essa equipa vai fiscalizar os docentes faltosos, bem como aqueles que se furtam trabalhar com recurso a “guias médicas falsas, alegando doenças inexistentes para passarem mais tempo em casa”, pois admitiu que há incumprimento profissional de alguns filiados, facto que tem prejudicado o processo de aprendizagem dos alunos.

Sem revelar números de casos dessa natureza, afirmou que o fenómeno é uma constante nas escolas primárias e secundárias do II Ciclo, principalmente as mais distantes dos centros urbanos, onde professores foram destacados para leccionar, mas faltam entre uma a duas semanas.

Entretanto, o responsável estimou que é uma situação que abrange 11% dos 1.700 professores novos que ingressaram em 2018, situação que pode até ao final do ano lectivo descredibilizar o processo docente-educativo.

Assegurou que o professor não é uma pessoa comum, “pois pesa sobre ele a responsabilidade de educar”, no âmbito do Plano Nacional de formação de Quadros (PNFQ), para assegurar um futuro auspicioso para o país, de acordo com a Angop.

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