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SIC já tem em posse dossier sobre resultados positivos falsos de VIH

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O dossier sobre resultados positivos falsos de VIH já está nas mãos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) para o competente tratamento, informou ontem em comunicado o Ministério da Saúde.

Reagindo às notícias segundo as quais a utilização do reagente “Aria” dava nos testes resultados positivos falsos, o documento refere que o diagnóstico das pessoas nos serviços públicos de saúde são realizados somente com os testes adquiridos pelo Instituto Nacional de Luta contra a Sida, nomeadamente “Determine” e “Unigold”, padronizados pela OMS e utilizados para este fim no mundo inteiro.

Por estas e outras irregularidades detectadas em tempo útil, o Ministério da Saúde afirma que interrompeu o fornecimento de medicamentos e material gastável por parte desta empresa, que não é citada no documento e, assim, tranquiliza os cidadãos em relação à segurança dos testes de VIH.

Num comunicado de oito pontos, o órgão sublinha que os testes rápidos para o programa do VIH são adquiridos através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o que, entre outros factores, assegura a sua qualidade.

“Os testes rápidos para o diagnóstico de VIH da marca “Aria” foram adquiridos através de um contrato entre uma empresa executora de uma linha de financiamento estrangeira e o Executivo de Angola em Junho de 2017 e entregues para utilização exclusiva na avaliação de sangue doado”, lê-se no documento, a que o Jornal de Angola teve acesso, que sublinha ainda que estes testes não eram destinados ao diagnóstico de doentes, nem para mulheres grávidas ou em aconselhamento.

Os referidos testes, importados por esta empresa, não faziam e nem fazem parte do protocolo nacional de testagem do VIH, aprovado pelo Ministério da Saúde, de acordo com a fonte.

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Redacção

O dossier sobre resultados positivos falsos de VIH já está nas mãos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) para o competente tratamento, informou ontem em comunicado o Ministério da Saúde.

Reagindo às notícias segundo as quais a utilização do reagente “Aria” dava nos testes resultados positivos falsos, o documento refere que o diagnóstico das pessoas nos serviços públicos de saúde são realizados somente com os testes adquiridos pelo Instituto Nacional de Luta contra a Sida, nomeadamente “Determine” e “Unigold”, padronizados pela OMS e utilizados para este fim no mundo inteiro.

Por estas e outras irregularidades detectadas em tempo útil, o Ministério da Saúde afirma que interrompeu o fornecimento de medicamentos e material gastável por parte desta empresa, que não é citada no documento e, assim, tranquiliza os cidadãos em relação à segurança dos testes de VIH.

Num comunicado de oito pontos, o órgão sublinha que os testes rápidos para o programa do VIH são adquiridos através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o que, entre outros factores, assegura a sua qualidade.

“Os testes rápidos para o diagnóstico de VIH da marca “Aria” foram adquiridos através de um contrato entre uma empresa executora de uma linha de financiamento estrangeira e o Executivo de Angola em Junho de 2017 e entregues para utilização exclusiva na avaliação de sangue doado”, lê-se no documento, a que o Jornal de Angola teve acesso, que sublinha ainda que estes testes não eram destinados ao diagnóstico de doentes, nem para mulheres grávidas ou em aconselhamento.

Os referidos testes, importados por esta empresa, não faziam e nem fazem parte do protocolo nacional de testagem do VIH, aprovado pelo Ministério da Saúde, de acordo com a fonte.

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