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SIC detém cidadãos que comercializam medicamentos expirados

SIC detém cidadãos que comercializam medicamentos expirados
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O chefe do DepartamentoCentral do Serviço de Investigação Criminal de Luanda, inspector-chefe Joaquim Mungongo , disse ontem que o órgão que dirige  deteve 29 indivíduos, dois dos quais de nacionalidade chinesa, por estarem presumivelmente envolvidos na comercialização de 34 mil quilogramas de medicamentos expirados desde 2013, noticiou o Jornal de Angola.

Joaquim Mungongo acentuou que, no rol de remédios apreendidos, estão medicamentos que expiraram em 2013 e 2015. Um dos medicamentos é o "complexo de pré-natal", que, caso fosse comercializado, iria colocar em risco a saúde de grávidas e dos seus bebés.  

O oficial do Serviço de Investigação Criminal em Luanda afirmou que dificilmente se dá conta que se trata de medicamentos com o prazo de validade expirado, por apresentarem "uma boa imagem", devido ao facto de terem sido colocados novos rótulos.

Os rótulos dos medicamentos apreendidos sofreram adulteração nas datas. Os meliantes já tinham em sua posse mais de 30 mil lotes de medicamentos, em cuja etiqueta já dizia que o período de validade apenas terminava este ano.

As datas de caducidade foram apagadas com a utilização de álcool, além de que os arguidos usavam outras "películas colantes", com o novo prazo de validade, nos frascos dos medicamentos apreendidos. Foram também apreendidos os marcadores utilizados na adulteração das datas de expiração dos medicamentos.

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Venâncio Chambumba

O chefe do DepartamentoCentral do Serviço de Investigação Criminal de Luanda, inspector-chefe Joaquim Mungongo , disse ontem que o órgão que dirige  deteve 29 indivíduos, dois dos quais de nacionalidade chinesa, por estarem presumivelmente envolvidos na comercialização de 34 mil quilogramas de medicamentos expirados desde 2013, noticiou o Jornal de Angola.

Joaquim Mungongo acentuou que, no rol de remédios apreendidos, estão medicamentos que expiraram em 2013 e 2015. Um dos medicamentos é o "complexo de pré-natal", que, caso fosse comercializado, iria colocar em risco a saúde de grávidas e dos seus bebés.  

O oficial do Serviço de Investigação Criminal em Luanda afirmou que dificilmente se dá conta que se trata de medicamentos com o prazo de validade expirado, por apresentarem "uma boa imagem", devido ao facto de terem sido colocados novos rótulos.

Os rótulos dos medicamentos apreendidos sofreram adulteração nas datas. Os meliantes já tinham em sua posse mais de 30 mil lotes de medicamentos, em cuja etiqueta já dizia que o período de validade apenas terminava este ano.

As datas de caducidade foram apagadas com a utilização de álcool, além de que os arguidos usavam outras "películas colantes", com o novo prazo de validade, nos frascos dos medicamentos apreendidos. Foram também apreendidos os marcadores utilizados na adulteração das datas de expiração dos medicamentos.

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