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Redução de financiadores põe a FAF numa situação difícil

Redução de financiadores põe a FAF numa situação difícil
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A Federação Angolana de Futebol (FAF) necessita de 550 milhões de kwanzas para cobrir as despesas das selecções nacionais, em todos ao escalões, nas competições em que estão envolvidas, informou nesta sexta-feira, em Luanda, o seu presidente, Artur de Almeida e Silva.

O dirigente, que falava durante uma conferência de imprensa, referiu que a FAF beneficiou de 25 milhões de kwanzas do Ministério da Juventude e Desportos, para o mesmo efeito, valores que considerou insuficientes para as necessidades das selecções.

Durante a sessão, o responsável fez saber ainda que a organização recebeu também do Estado angolano 100 milhões de kwanzas para o seu orçamento anual, mas para ele o valor é reduzido para cobrir as despesas correntes da federação, como o pagamento de salários dos funcionários.

Ademais, noticiou a Angop, a federação recebeu ainda 250 mil dólares americanos também para apoiar as selecções nacionais. 

Artur Almeida lembrou que a FAF depende muito dos patrocinadores, que também reduziram as suas ofertas em função da crise económica que afecta o país. 

“Apesar desta situação, vamos continuar a trabalhar e não esperar apenas pelo apoio do Governo. Temos de arranjar alternativas para suprirmos este défice financeiro, através de patrocinadores, que também já reduziram as suas contribuições”, frisou, informando, por outro lado, que este ano a operadora de televisão ZAP, patrocinadora oficial do campeonato nacional de futebol da I divisão, Girabola, disponibilizou 140 milhões de kwanzas, contra os 120 milhões que recebiam anteriormente, mas a Federação Angolana de Futebol recebeu apenas 60 porcento, aguardando os restantes 40 porcento.

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Pedro Kididi

Jornalista

A Federação Angolana de Futebol (FAF) necessita de 550 milhões de kwanzas para cobrir as despesas das selecções nacionais, em todos ao escalões, nas competições em que estão envolvidas, informou nesta sexta-feira, em Luanda, o seu presidente, Artur de Almeida e Silva.

O dirigente, que falava durante uma conferência de imprensa, referiu que a FAF beneficiou de 25 milhões de kwanzas do Ministério da Juventude e Desportos, para o mesmo efeito, valores que considerou insuficientes para as necessidades das selecções.

Durante a sessão, o responsável fez saber ainda que a organização recebeu também do Estado angolano 100 milhões de kwanzas para o seu orçamento anual, mas para ele o valor é reduzido para cobrir as despesas correntes da federação, como o pagamento de salários dos funcionários.

Ademais, noticiou a Angop, a federação recebeu ainda 250 mil dólares americanos também para apoiar as selecções nacionais. 

Artur Almeida lembrou que a FAF depende muito dos patrocinadores, que também reduziram as suas ofertas em função da crise económica que afecta o país. 

“Apesar desta situação, vamos continuar a trabalhar e não esperar apenas pelo apoio do Governo. Temos de arranjar alternativas para suprirmos este défice financeiro, através de patrocinadores, que também já reduziram as suas contribuições”, frisou, informando, por outro lado, que este ano a operadora de televisão ZAP, patrocinadora oficial do campeonato nacional de futebol da I divisão, Girabola, disponibilizou 140 milhões de kwanzas, contra os 120 milhões que recebiam anteriormente, mas a Federação Angolana de Futebol recebeu apenas 60 porcento, aguardando os restantes 40 porcento.

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