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Projecto escolar demonstra que “petrolíferas podem contribuir para o desenvolvimento das comunidades”

Projecto escolar demonstra que “petrolíferas podem contribuir para o desenvolvimento das comunidades”
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A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, (ANPG), juntamente com a operadora BP Angola, a Sonangol P&P, Sinopec e Equinor, estas três últimas empresas parceiras dos blocos, acaba de inaugurar, em Benguela, duas escolas primárias, nos bairros 11 de Novembro e Cabaia.

Para o Conselho de Administração da ANPG, este é mais um projecto relevante, “que demonstra o quanto o sector petrolífero nacional e os agentes responsáveis pela sua dinamização podem contribuir para criar impacto positivo na vida das comunidades locais”, acrescentando que a educação será sempre um dos aspectos a apoiar e a melhorar no país, motivo pelo qual a organização mostra-se realmente satisfeita com a inauguração destas duas escolas.

Adriano Bastos, Vice-Presidente Sénior da BP Angola, por sua vez, considera “o acesso à educação crucial para o desenvolvimento de qualquer nação” e, por essa razão, um dos focos da empresa que dirige, no âmbito da sua estratégia de responsabilidade social nos países onde opera. 

Desde 2012, através dos blocos 18 e 31 e de fundos próprios, a BP já financiou a construção e reabilitação de 19 infra-estruturas destinadas à educação nas províncias de Luanda, Benguela, Huíla, Huambo, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Bié, Moxico e Uíge, beneficiando mais de 18.660 profissionais da educação, anualmente.

Entretanto, cada um dos complexos escolares, inaugurados anteontem, dia 15, numa cerimónia presidida pelo Governador da província de Benguela, Luís Nunes, e testemunhada por representantes das empresas petrolíferas supracitadas, de acordo com a nota que recebemos, inclui oito salas de aulas, um campo multiuso para actividades desportivas, muro de vedação, área administrativa, tanque de água e casas de banho (incluindo sanitários para pessoas com necessidades especiais), sendo que todas as salas estão equipadas com carteiras, quadros, armários e mobiliário de escritório para alunos e professores.

Além disso, cada escola tem capacidade para albergar 840 alunos do ensino primário, por ano, cuja construção envolveu, no total, um financiamento de $1.260.000, com obras executadas pela ONG Rise Angola, em 10 meses.

Por outro lado, de acordo com a fonte, a viagem da delegação à província de Benguela incluiu também uma visita a um campo em desminagem do projecto “100 Mulheres na Desminagem”, financiado pelos Blocos 18 e 31, aprovado pela ANPG e implementado pela ONG “The HALO Trust”.

Assim, este projecto, que está a ser implementado na província de Benguela, emprega 130 funcionários (sendo 100 deles mulheres) e pretende devolver 338 hectares de terra arável para uso das comunidades até ao final de 2023. Para além da vertente humanitária, incorpora um forte contributo social, uma vez que promove o emprego de mulheres num sector normalmente dominado por profissionais do sexo masculino.

Natália Tchau Sakamuma, uma das beneficiárias, formada em Maio de 2021, fez questão de sublinhar, citada no documento, que começou a trabalhar para a HALO com vista a contribuir para a melhoria das condições de vida no país.

“Como se sabe, em virtude do conflito armado por que passámos, a terra desta região continua a ter muitos explosivos. Trabalho arduamente, assim como todos os meus colegas, para ajudar a limpar o solo arável do nosso país da reminiscência destes explosivos que tantos danos já nos causaram no passado”, declarou.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, (ANPG), juntamente com a operadora BP Angola, a Sonangol P&P, Sinopec e Equinor, estas três últimas empresas parceiras dos blocos, acaba de inaugurar, em Benguela, duas escolas primárias, nos bairros 11 de Novembro e Cabaia.

Para o Conselho de Administração da ANPG, este é mais um projecto relevante, “que demonstra o quanto o sector petrolífero nacional e os agentes responsáveis pela sua dinamização podem contribuir para criar impacto positivo na vida das comunidades locais”, acrescentando que a educação será sempre um dos aspectos a apoiar e a melhorar no país, motivo pelo qual a organização mostra-se realmente satisfeita com a inauguração destas duas escolas.

Adriano Bastos, Vice-Presidente Sénior da BP Angola, por sua vez, considera “o acesso à educação crucial para o desenvolvimento de qualquer nação” e, por essa razão, um dos focos da empresa que dirige, no âmbito da sua estratégia de responsabilidade social nos países onde opera. 

Desde 2012, através dos blocos 18 e 31 e de fundos próprios, a BP já financiou a construção e reabilitação de 19 infra-estruturas destinadas à educação nas províncias de Luanda, Benguela, Huíla, Huambo, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Bié, Moxico e Uíge, beneficiando mais de 18.660 profissionais da educação, anualmente.

Entretanto, cada um dos complexos escolares, inaugurados anteontem, dia 15, numa cerimónia presidida pelo Governador da província de Benguela, Luís Nunes, e testemunhada por representantes das empresas petrolíferas supracitadas, de acordo com a nota que recebemos, inclui oito salas de aulas, um campo multiuso para actividades desportivas, muro de vedação, área administrativa, tanque de água e casas de banho (incluindo sanitários para pessoas com necessidades especiais), sendo que todas as salas estão equipadas com carteiras, quadros, armários e mobiliário de escritório para alunos e professores.

Além disso, cada escola tem capacidade para albergar 840 alunos do ensino primário, por ano, cuja construção envolveu, no total, um financiamento de $1.260.000, com obras executadas pela ONG Rise Angola, em 10 meses.

Por outro lado, de acordo com a fonte, a viagem da delegação à província de Benguela incluiu também uma visita a um campo em desminagem do projecto “100 Mulheres na Desminagem”, financiado pelos Blocos 18 e 31, aprovado pela ANPG e implementado pela ONG “The HALO Trust”.

Assim, este projecto, que está a ser implementado na província de Benguela, emprega 130 funcionários (sendo 100 deles mulheres) e pretende devolver 338 hectares de terra arável para uso das comunidades até ao final de 2023. Para além da vertente humanitária, incorpora um forte contributo social, uma vez que promove o emprego de mulheres num sector normalmente dominado por profissionais do sexo masculino.

Natália Tchau Sakamuma, uma das beneficiárias, formada em Maio de 2021, fez questão de sublinhar, citada no documento, que começou a trabalhar para a HALO com vista a contribuir para a melhoria das condições de vida no país.

“Como se sabe, em virtude do conflito armado por que passámos, a terra desta região continua a ter muitos explosivos. Trabalho arduamente, assim como todos os meus colegas, para ajudar a limpar o solo arável do nosso país da reminiscência destes explosivos que tantos danos já nos causaram no passado”, declarou.

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