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Programa prevê que 1,6 milhão de famílias saia da pobreza até 2022

Programa prevê que 1,6 milhão de famílias saia da pobreza até 2022
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Até 2022, através do Programa de Transferências Sociais Monetárias, cuja implementação começa em Maio deste ano em cinco municípios do país, 1,6 milhão de famílias deverá deixar a linha da pobreza, anunciou o secretário para os Assuntos Económicos do Presidente da República, Lopes Paulo.

Segundo o responsável, que falou no termo da terceira sessão ordinária do Conselho de Ministros, que decorreu na sexta-feira, no Centro de Convenções de Talatona, sob orientação do Presidente da República, o projecto, que faz parte do amplo Programa de Fortalecimento da Protecção Social em Angola, começa em cinco municípios do país, nomeadamente Nzeto (Zaire), Cambundi Catembo (Malanje), Cacula (Huíla), Cuito Cuanavale (Cuando Cubango) e Ombadja (Cunene), sendo que, no total, o programa, com duração de três anos, deve abranger 1.608.000 famílias consideradas pobres, de acordo com critérios internacionais.

Lopes Paulo, que deixou claro que o programa nada tem a ver com as medidas para mitigar o impacto negativo do coronavírus, explicou que a previsão é que sejam beneficiadas, até 31 de Dezembro do ano em curso, 300 mil famílias, incluindo as cinco mil da fase piloto. Na sequência, continuou, em 2021, o programa prevê abranger 700 mil famílias e, em 2022, o último ano da sua execução, deve beneficiar 608 mil famílias.

O objectivo é reduzir a pobreza de 36%, em 2017, para 25 por cento, em 2022, e o valor a ser atribuído ao longo do programa é de 8.500 kwanzas, financiados integralmente pelo Governo, que obteve um empréstimo junto do Banco Mundial no valor de 320 milhões de dólares, com o qual deve, também, proceder à capacitação institucional do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, encarregue da execução do mesmo.

Com o Programa de Transferência Social Monetária, que é de carácter temporário, pretende-se promover a inserção produtiva das famílias, que poderão receber dinheiro até uma certa fase até terem a capacidade de gerar rendimentos próprios e criar auto-sustento.

De acordo com o Jornal de Angola, a previsão é que cada família receba dinheiro durante 12 meses, numa implementação que será gradual e que depois da fase piloto, em Maio, deve arrancar nos 40 municípios seleccionados e dispersos pelas 18 províncias.

“Há o mínimo de dois municípios por cada província para atender este número de 40 municípios. Vamos fazer o enquadramento gradual de cada um deles até ao último a ser atendido em 2022”, assegurou Lopes Paulo, que adianta que o foco do Executivo é promover a integração social e produtiva das pessoas consideradas pobres monetariamente.

Estima-se que, das 1.608.000 famílias, 1. 092.000 estejam no meio rural e apenas 516 mil nos centros urbanos. Deste total, cerca de 200 mil famílias estão em condição de extrema pobreza, de acordo com a definição do Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo o qual as famílias com um rendimento de até 73 mil kwanzas são consideradas pobres e as de extrema pobreza são as que têm um rendimento de cerca de 24 mil kwanzas.

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Redacção

Até 2022, através do Programa de Transferências Sociais Monetárias, cuja implementação começa em Maio deste ano em cinco municípios do país, 1,6 milhão de famílias deverá deixar a linha da pobreza, anunciou o secretário para os Assuntos Económicos do Presidente da República, Lopes Paulo.

Segundo o responsável, que falou no termo da terceira sessão ordinária do Conselho de Ministros, que decorreu na sexta-feira, no Centro de Convenções de Talatona, sob orientação do Presidente da República, o projecto, que faz parte do amplo Programa de Fortalecimento da Protecção Social em Angola, começa em cinco municípios do país, nomeadamente Nzeto (Zaire), Cambundi Catembo (Malanje), Cacula (Huíla), Cuito Cuanavale (Cuando Cubango) e Ombadja (Cunene), sendo que, no total, o programa, com duração de três anos, deve abranger 1.608.000 famílias consideradas pobres, de acordo com critérios internacionais.

Lopes Paulo, que deixou claro que o programa nada tem a ver com as medidas para mitigar o impacto negativo do coronavírus, explicou que a previsão é que sejam beneficiadas, até 31 de Dezembro do ano em curso, 300 mil famílias, incluindo as cinco mil da fase piloto. Na sequência, continuou, em 2021, o programa prevê abranger 700 mil famílias e, em 2022, o último ano da sua execução, deve beneficiar 608 mil famílias.

O objectivo é reduzir a pobreza de 36%, em 2017, para 25 por cento, em 2022, e o valor a ser atribuído ao longo do programa é de 8.500 kwanzas, financiados integralmente pelo Governo, que obteve um empréstimo junto do Banco Mundial no valor de 320 milhões de dólares, com o qual deve, também, proceder à capacitação institucional do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, encarregue da execução do mesmo.

Com o Programa de Transferência Social Monetária, que é de carácter temporário, pretende-se promover a inserção produtiva das famílias, que poderão receber dinheiro até uma certa fase até terem a capacidade de gerar rendimentos próprios e criar auto-sustento.

De acordo com o Jornal de Angola, a previsão é que cada família receba dinheiro durante 12 meses, numa implementação que será gradual e que depois da fase piloto, em Maio, deve arrancar nos 40 municípios seleccionados e dispersos pelas 18 províncias.

“Há o mínimo de dois municípios por cada província para atender este número de 40 municípios. Vamos fazer o enquadramento gradual de cada um deles até ao último a ser atendido em 2022”, assegurou Lopes Paulo, que adianta que o foco do Executivo é promover a integração social e produtiva das pessoas consideradas pobres monetariamente.

Estima-se que, das 1.608.000 famílias, 1. 092.000 estejam no meio rural e apenas 516 mil nos centros urbanos. Deste total, cerca de 200 mil famílias estão em condição de extrema pobreza, de acordo com a definição do Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo o qual as famílias com um rendimento de até 73 mil kwanzas são consideradas pobres e as de extrema pobreza são as que têm um rendimento de cerca de 24 mil kwanzas.

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