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Presidente da UNITA afirma ser impossível ganhar as eleições com a actual CNE

Presidente da UNITA afirma ser impossível ganhar as eleições com a actual CNE
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O Presidente da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, afirmou ser impossível ganhar as eleições com a actual Comissão Nacional Eleitoral (CNE), tendo criticado o desequilíbrio entre as forças políticas naquela organização e questionado o valor dos desvios do erário público revelados pelo Presidente João Lourenço.

O líder do maior partido da oposição, que falou ontem num encontro que denominou "Conversa com os jornalistas", e em que falou de tudo um pouco, desde as eleições gerais e autárquicas até à corrupção, sublinhou, citado pela DW, que não é possível haver eleições livres, justas e transparentes em Angola com a atual composição da (CNE).

"É impossível qualquer partido ganhar eleições quando tem na CNE uma maioria de militantes do MPLA, a decidir sobre interesse partidário em toda sua administração", frisou.

A UNITA entende que o Estado devia adoptar a lei modelo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que prevê uma composição igual entre as forças políticas na CNE.

Quanto às eleições gerais, previstas para 2022, Adalberto Costa Júnior diz que o seu partido vai continuar a lutar "dentro dos limites democráticos que tem" para ter "uma alteração dos desequilíbrios que hoje se encontram na administração eleitoral".

Sobre as autárquicas, adiadas pelo Governo angolano, o político sugere uma data e diz que o Presidente da República, João Lourenço, é o culpado pelo adiamento.

"Nós entendemos que é incontornável a necessidade do novo registo eleitoral e o novo registo não precisa mais do que três meses para ser efetuado", afirmou.

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Redacção

O Presidente da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, afirmou ser impossível ganhar as eleições com a actual Comissão Nacional Eleitoral (CNE), tendo criticado o desequilíbrio entre as forças políticas naquela organização e questionado o valor dos desvios do erário público revelados pelo Presidente João Lourenço.

O líder do maior partido da oposição, que falou ontem num encontro que denominou "Conversa com os jornalistas", e em que falou de tudo um pouco, desde as eleições gerais e autárquicas até à corrupção, sublinhou, citado pela DW, que não é possível haver eleições livres, justas e transparentes em Angola com a atual composição da (CNE).

"É impossível qualquer partido ganhar eleições quando tem na CNE uma maioria de militantes do MPLA, a decidir sobre interesse partidário em toda sua administração", frisou.

A UNITA entende que o Estado devia adoptar a lei modelo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que prevê uma composição igual entre as forças políticas na CNE.

Quanto às eleições gerais, previstas para 2022, Adalberto Costa Júnior diz que o seu partido vai continuar a lutar "dentro dos limites democráticos que tem" para ter "uma alteração dos desequilíbrios que hoje se encontram na administração eleitoral".

Sobre as autárquicas, adiadas pelo Governo angolano, o político sugere uma data e diz que o Presidente da República, João Lourenço, é o culpado pelo adiamento.

"Nós entendemos que é incontornável a necessidade do novo registo eleitoral e o novo registo não precisa mais do que três meses para ser efetuado", afirmou.

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