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Prémios Africa Magic Choice: Vencedores e outros destacados

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O filme “Promises”, da Academia Oriental da MTF, foi o grande vencedor da 7ª edição do concurso Africa Magic Choice Award (AMVCAs), marcada este ano pela inclusão da categoria MultiChoice Talent Factory (MTF), na qual estiveram a concorrer dois estudantes angolanos da turma MTF-2019, da região da África Austral.

Nesta edição dos prémios, os angolanos aspirantes a cineastas Leandro Lima e Emanuel Gonçalves, e que concorreram pela Academia MTF da África Austral, tiveram como nomeado o seu filme “The Painting”.

Embora não tivessem sido premiados, esta foi uma grande oportunidade para que os jovens angolanos e os seus colegas de outras nacionalidades mostrassem os seus trabalhos, naquela que é a mais importante gala de premiação do cinema africana, refere o comunicado que recebemos.

Apresentada por dois conceituados nomes do cinema nigeriano, IK Osakiodwa e Amina Abbi Rabar, a noite de glamour da indústria cinematográfica africana consagrou o filme “Promises”, que conta a história de um motorista que luta para criar os seus filhos após a morte da mulher durante o parto.

A trama dirigida por Casey Lugada e Karanja Ng´endo, produzida por Jane Moshi e que teve como director de fotografia Fisehatsion Nibret, teve nota positiva do presidente do júri, o nigeriano Femi Odugbemi, que disse que “todos os filmes que concorreram para esta categoria foram notáveis pela experiência técnica e narrativa demostradas, mas “Promises” é um conto comovente, contado com fervor”.

Njoki Muhoho, director da academia vencedora, revelou, por sua vez, que a vitória confirma a paixão, a energia, o entusiasmo e o trabalho árduo demostrado por toda equipa da Academia MTF da África Oriental. “Este é um reconhecimento que se deve tornar catalisador para que estes jovens criativos inflamem a indústria criativa africana com os seus trabalhos”, considerou.

A edição 2020 da MTF, presente em três academias, nomeadamente a da Africa Oriental, da África Ocidental e da África Austral, conta com a presença de mais dois angolanos, que são Adriano Dizongo e Paulo Idalécio que, na Zâmbia, na Academia da África Austral, vão durante 12 meses ser habilitados com competências cinematográficas e criativas para que se tornem os próximos cineastas da indústria africana e possam juntamente com os dois anteriores contribuir para o progresso do sector em Angola e por todo continente.

O futuro dos cineastas emergentes de África só é possível graças a parcerias que a MultiChoice estabeleceu com determinadas instituições como a New York Film Academy of Visual and Performing Arts (NYFA), a DOLBY, a Jasco Broadcast Solutions ,a Nihilent, e a Pan Atlantic University (PAC) em Lagos e, ainda, a Universidade Kenyatta em Nairobi, a Universidade da Zâmbia, em Lusaka, a Henley Business School e os Conselhos Consultivos da MTF nas regiões Oriental, Ocidental e Austral de África, como forma de garantir que a indústria criativa africana se desenvolva e os africanos possam contar as suas histórias de forma autêntica e genuína para o público mundial, refere ainda a nota enviada ao ONgoma News.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O filme “Promises”, da Academia Oriental da MTF, foi o grande vencedor da 7ª edição do concurso Africa Magic Choice Award (AMVCAs), marcada este ano pela inclusão da categoria MultiChoice Talent Factory (MTF), na qual estiveram a concorrer dois estudantes angolanos da turma MTF-2019, da região da África Austral.

Nesta edição dos prémios, os angolanos aspirantes a cineastas Leandro Lima e Emanuel Gonçalves, e que concorreram pela Academia MTF da África Austral, tiveram como nomeado o seu filme “The Painting”.

Embora não tivessem sido premiados, esta foi uma grande oportunidade para que os jovens angolanos e os seus colegas de outras nacionalidades mostrassem os seus trabalhos, naquela que é a mais importante gala de premiação do cinema africana, refere o comunicado que recebemos.

Apresentada por dois conceituados nomes do cinema nigeriano, IK Osakiodwa e Amina Abbi Rabar, a noite de glamour da indústria cinematográfica africana consagrou o filme “Promises”, que conta a história de um motorista que luta para criar os seus filhos após a morte da mulher durante o parto.

A trama dirigida por Casey Lugada e Karanja Ng´endo, produzida por Jane Moshi e que teve como director de fotografia Fisehatsion Nibret, teve nota positiva do presidente do júri, o nigeriano Femi Odugbemi, que disse que “todos os filmes que concorreram para esta categoria foram notáveis pela experiência técnica e narrativa demostradas, mas “Promises” é um conto comovente, contado com fervor”.

Njoki Muhoho, director da academia vencedora, revelou, por sua vez, que a vitória confirma a paixão, a energia, o entusiasmo e o trabalho árduo demostrado por toda equipa da Academia MTF da África Oriental. “Este é um reconhecimento que se deve tornar catalisador para que estes jovens criativos inflamem a indústria criativa africana com os seus trabalhos”, considerou.

A edição 2020 da MTF, presente em três academias, nomeadamente a da Africa Oriental, da África Ocidental e da África Austral, conta com a presença de mais dois angolanos, que são Adriano Dizongo e Paulo Idalécio que, na Zâmbia, na Academia da África Austral, vão durante 12 meses ser habilitados com competências cinematográficas e criativas para que se tornem os próximos cineastas da indústria africana e possam juntamente com os dois anteriores contribuir para o progresso do sector em Angola e por todo continente.

O futuro dos cineastas emergentes de África só é possível graças a parcerias que a MultiChoice estabeleceu com determinadas instituições como a New York Film Academy of Visual and Performing Arts (NYFA), a DOLBY, a Jasco Broadcast Solutions ,a Nihilent, e a Pan Atlantic University (PAC) em Lagos e, ainda, a Universidade Kenyatta em Nairobi, a Universidade da Zâmbia, em Lusaka, a Henley Business School e os Conselhos Consultivos da MTF nas regiões Oriental, Ocidental e Austral de África, como forma de garantir que a indústria criativa africana se desenvolva e os africanos possam contar as suas histórias de forma autêntica e genuína para o público mundial, refere ainda a nota enviada ao ONgoma News.

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