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Prémio António Coutinho oferece bolsas intercâmbio entre pesquisadores dos PALOPS

Prémio António Coutinho oferece bolsas intercâmbio entre pesquisadores dos PALOPS
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A primeira edição do Prémio António Coutinho vai atribuir 3 bolsas para a promoção da educação e da investigação científica de cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) ou seus descendentes, nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde e ciências exactas.

As candidaturas ao prémio que é atribuído pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) / Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), em parceria com a Merck e a Câmara Municipal de Oeiras (CMO), decorrem desde o dia 1 deste mês e vão até  próximo dia 30.

As Bolsas de Investigação Científica são dirigidas, de acordo com o comunicado que recebemos, a estudantes africanos que queiram passar um ano em Portugal para desenvolver parte ou a totalidade das suas teses de licenciatura, mestrado ou doutoramento, estudantes afro-descendentes, residentes no concelho de Oeiras, que pretendam iniciar a investigação e que lhes permita abrir horizontes e dar origem a carreiras científicas e cientistas originários de países africanos que pretendam dar continuidade à parte da sua investigação em Portugal.

O prémio foi criado para homenagear o pensamento e honrar o trabalho de excelência desenvolvido por António Coutinho, mas também o seu contributo para a diversidade na comunidade científica, através da criação de um terreno cada vez mais fértil ao aparecimento de novas soluções para os problemas de toda a humanidade.

Os candidatos ao prémio serão escolhidos por um júri composto por cientistas e professores de renome internacional e por representantes das entidades parceiras.

Os resultados, avança a nota, serão divulgados até 31 de Julho de 2019 e os projectos terão início entre Setembro e Dezembro de 2019.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A primeira edição do Prémio António Coutinho vai atribuir 3 bolsas para a promoção da educação e da investigação científica de cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) ou seus descendentes, nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde e ciências exactas.

As candidaturas ao prémio que é atribuído pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) / Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), em parceria com a Merck e a Câmara Municipal de Oeiras (CMO), decorrem desde o dia 1 deste mês e vão até  próximo dia 30.

As Bolsas de Investigação Científica são dirigidas, de acordo com o comunicado que recebemos, a estudantes africanos que queiram passar um ano em Portugal para desenvolver parte ou a totalidade das suas teses de licenciatura, mestrado ou doutoramento, estudantes afro-descendentes, residentes no concelho de Oeiras, que pretendam iniciar a investigação e que lhes permita abrir horizontes e dar origem a carreiras científicas e cientistas originários de países africanos que pretendam dar continuidade à parte da sua investigação em Portugal.

O prémio foi criado para homenagear o pensamento e honrar o trabalho de excelência desenvolvido por António Coutinho, mas também o seu contributo para a diversidade na comunidade científica, através da criação de um terreno cada vez mais fértil ao aparecimento de novas soluções para os problemas de toda a humanidade.

Os candidatos ao prémio serão escolhidos por um júri composto por cientistas e professores de renome internacional e por representantes das entidades parceiras.

Os resultados, avança a nota, serão divulgados até 31 de Julho de 2019 e os projectos terão início entre Setembro e Dezembro de 2019.

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