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PR ordena levantamento à situação dos edifícios urbanos, públicos ou privados em risco de desabamento

PR ordena levantamento à situação dos edifícios urbanos, públicos ou privados em risco de desabamento
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Andrade Lino

O Presidente da República, João Lourenço, ordenou um levantamento à situação de todos os edifícios urbanos, públicos ou privados, que se encontram em perigo de ruína ou desabamento, considerando que carecem de intervenção face ao perigo que representam para a vida dos cidadãos", justifica o despacho presidencial, de 06 de Abril.

O documento define que o ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida, "deve inventariar e catalogar", em coordenação com outros organismos, "os edifícios que se encontram em mau estado de conservação ou que constituem perigo de desabamento". 

 Ademais, o cadastro sobre "todos os edifícios" e o seu estado de conservação envolverá igualmente os imóveis "adquiridos pelo Estado no exterior do país que são utilizados pelas representações diplomáticas". 

De acordo com o despacho, citado pela Lusa, a situação obriga ainda os Governos Provinciais e outros organismos do Estado que têm sob sua jurisdição edifícios com quatro ou mais pisos a prestarem informação sobre o seu estado ao Ministério da Construção e Obras Públicas, cabendo por sua vez ao ministro informar o Presidente da República sobre a situação dos edifícios que se encontram em perigo de ruína ou desabamento.

Vários especialistas angolanos têm alertado para o estado de conservação de vários edifícios, nomeadamente construídos no período colonial português e que desde 1975 praticamente não receberam obras de beneficiação.

Recentemente, o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros do Uíge, no interior norte de Angola, identificou 17 edifícios com mais de 50 apartamentos em estado de degradação, que correm o risco de desmoronar. Em 2016, duas pessoas ficaram feridas na sequência do desabamento de um edifício na cidade do Uíge.

O edifício, que foi posteriormente demolido, era um dos primeiros a ser construído na era colonial portuguesa, naquela cidade.

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Pedro Kididi

Jornalista

O Presidente da República, João Lourenço, ordenou um levantamento à situação de todos os edifícios urbanos, públicos ou privados, que se encontram em perigo de ruína ou desabamento, considerando que carecem de intervenção face ao perigo que representam para a vida dos cidadãos", justifica o despacho presidencial, de 06 de Abril.

O documento define que o ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida, "deve inventariar e catalogar", em coordenação com outros organismos, "os edifícios que se encontram em mau estado de conservação ou que constituem perigo de desabamento". 

 Ademais, o cadastro sobre "todos os edifícios" e o seu estado de conservação envolverá igualmente os imóveis "adquiridos pelo Estado no exterior do país que são utilizados pelas representações diplomáticas". 

De acordo com o despacho, citado pela Lusa, a situação obriga ainda os Governos Provinciais e outros organismos do Estado que têm sob sua jurisdição edifícios com quatro ou mais pisos a prestarem informação sobre o seu estado ao Ministério da Construção e Obras Públicas, cabendo por sua vez ao ministro informar o Presidente da República sobre a situação dos edifícios que se encontram em perigo de ruína ou desabamento.

Vários especialistas angolanos têm alertado para o estado de conservação de vários edifícios, nomeadamente construídos no período colonial português e que desde 1975 praticamente não receberam obras de beneficiação.

Recentemente, o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros do Uíge, no interior norte de Angola, identificou 17 edifícios com mais de 50 apartamentos em estado de degradação, que correm o risco de desmoronar. Em 2016, duas pessoas ficaram feridas na sequência do desabamento de um edifício na cidade do Uíge.

O edifício, que foi posteriormente demolido, era um dos primeiros a ser construído na era colonial portuguesa, naquela cidade.

Pedro Kididi

Jornalista

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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