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Portugal recebeu cartas rogatórias para constituir arguidos sócios de Isabel dos Santos. Angola não sabe da empresária

Portugal recebeu cartas rogatórias para constituir arguidos sócios de Isabel dos Santos. Angola não sabe da empresária
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O Supremo Tribunal de Justiça angolano enviou para Portugal cartas rogatórias para constituir arguidos Paula Oliveira, Mário Leite Silva e Sarju Raikundula, gestores portugueses com ligações à Isabel dos Santos, empresária angolana suspeita de gestão danosa da petrolífera estatal Sonangol.

As cartas rogatórias foram enviadas com os pedidos de arresto das contas bancárias e participações em empresas de Isabel dos Santos e devem ser cumpridas por um órgão policial. “Por norma, este tipo de pedidos é cumprido presencialmente. Um polícia vai a uma morada do visado e este assina o termo de constituição de arguido”, explica fonte judicial.

Recorde-se que Sarju Raikundalia, Nuno Ribeiro da Cunha, Mário Leite da Silva e Paula Oliveira são os quatro portugueses que foram constituídos arguidos no processo conhecido como Luanda Leaks. Segundo o Procurador-Geral da República de Angola, Heldér Pitta Grós, são suspeitos de terem funcionado como testas de ferro para negócios de Isabel dos Santos, também ela arguida por suspeitas de crimes como branqueamento de capitais, falsificação de documentos, abuso de poder e tráfico de influências.

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Redacção

O Supremo Tribunal de Justiça angolano enviou para Portugal cartas rogatórias para constituir arguidos Paula Oliveira, Mário Leite Silva e Sarju Raikundula, gestores portugueses com ligações à Isabel dos Santos, empresária angolana suspeita de gestão danosa da petrolífera estatal Sonangol.

As cartas rogatórias foram enviadas com os pedidos de arresto das contas bancárias e participações em empresas de Isabel dos Santos e devem ser cumpridas por um órgão policial. “Por norma, este tipo de pedidos é cumprido presencialmente. Um polícia vai a uma morada do visado e este assina o termo de constituição de arguido”, explica fonte judicial.

Recorde-se que Sarju Raikundalia, Nuno Ribeiro da Cunha, Mário Leite da Silva e Paula Oliveira são os quatro portugueses que foram constituídos arguidos no processo conhecido como Luanda Leaks. Segundo o Procurador-Geral da República de Angola, Heldér Pitta Grós, são suspeitos de terem funcionado como testas de ferro para negócios de Isabel dos Santos, também ela arguida por suspeitas de crimes como branqueamento de capitais, falsificação de documentos, abuso de poder e tráfico de influências.

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