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Polícia Nacional deve adequar-se ao actual contexto político, observa Paulo de Almeida

Polícia Nacional deve adequar-se ao actual contexto político, observa Paulo de Almeida
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O comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, afirmou hoje em Luanda que a corporação que dirige deve adequar-se estruturalmente ao actual contexto político e social do país, adoptando métodos eficazes, com vista a garantir a segurança pública.

Ao intervir na reunião com os comandantes provinciais daquele órgão, o comissário-geral sublinhou que a Polícia, por força do novo estatuto, saiu do atrofiamento que registava há décadas, que lhe retirava capacidade preventiva e  investigativa para impedir, a tempo, os crimes.

O responsável salientou que nessa nova era organizacional a autoridade policial  será mais completa na actuação, prevenção, investigação e repressão de crimes, garantido que estas componentes exigirão um esforço, quer estrutural, quer formativo e de apetrechamento em equipamentos, e disse ainda que se quer um ambiente funcional da polícia mais actuante e promissor, estando por essa razão a trabalhar para garantir uma cobertura policial mais efectiva e abrangente.

Neste contexto, Paulo de Almeida pediu a colaboração das instituições e da sociedade para em conjunto poderem garantir a segurança  pública, tendo sustentado que a corporação irá levar a cabo um estudo minucioso para a desactivação de postos de controlo inter-provinciais, com vista a facilitar a circulação de pessoas e bens.

Informou ainda que vai implementar a segunda fase do projecto “A nossa esquadra” em  todo o território nacional, aumentando-se o policiamento de proximidade, de acordo com a Angop.

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Redacção

O comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, afirmou hoje em Luanda que a corporação que dirige deve adequar-se estruturalmente ao actual contexto político e social do país, adoptando métodos eficazes, com vista a garantir a segurança pública.

Ao intervir na reunião com os comandantes provinciais daquele órgão, o comissário-geral sublinhou que a Polícia, por força do novo estatuto, saiu do atrofiamento que registava há décadas, que lhe retirava capacidade preventiva e  investigativa para impedir, a tempo, os crimes.

O responsável salientou que nessa nova era organizacional a autoridade policial  será mais completa na actuação, prevenção, investigação e repressão de crimes, garantido que estas componentes exigirão um esforço, quer estrutural, quer formativo e de apetrechamento em equipamentos, e disse ainda que se quer um ambiente funcional da polícia mais actuante e promissor, estando por essa razão a trabalhar para garantir uma cobertura policial mais efectiva e abrangente.

Neste contexto, Paulo de Almeida pediu a colaboração das instituições e da sociedade para em conjunto poderem garantir a segurança  pública, tendo sustentado que a corporação irá levar a cabo um estudo minucioso para a desactivação de postos de controlo inter-provinciais, com vista a facilitar a circulação de pessoas e bens.

Informou ainda que vai implementar a segunda fase do projecto “A nossa esquadra” em  todo o território nacional, aumentando-se o policiamento de proximidade, de acordo com a Angop.

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