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PGR em Malanje solicita instalações condignas

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O sub-procurador-geral da República, Neto Joaquim Neto, solicitou esta terça-feira instalações condignas ao Governo Provincial de Malanje, que permitam a expansão dos serviços aos municípios e de acomodação dos magistrados, visando conferir dignidade e condições de trabalho e segurança da integridade física dos operadores de justiça.

O magistrado fez essa solicitação ao governador provincial em exercício de Malanje, Domingos Eduardo, durante um encontro de cortesia que serviu para apresentação das preocupações da PGR na província.

Neto Joaquim precisou que, nesta altura, a PGR não dispõe de uma casa protocolar para o procurador titular, para além da falta de representação na maioria dos municípios, situação que coloca em causa o pleno exercício da actividade judicial.

Citado pela Angop, o responsável precisou ser necessário que os magistrados estejam devidamente alojados em casas com segurança e em locais prestigiados, com destaque para a sub-procuradora provincial titular, pois estes estão expostos a riscos de vida, devido ao papel que desempenham.

“Sem a presença de magistrados nos municípios, o controlo da acção criminal se torna exclusivamente da competência da Polícia Nacional, e por conta disso ocorrem crimes nas comunidades que não chegam ao conhecimento da PGR”, frisou, o sub-procurador, que iniciou ontem uma jornada de trabalho de três dias a Malanje, na condição de coordenador da região judiciária norte, que abarca igualmente as províncias do Uíge, Cuanza norte e Zaire.

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Redacção

O sub-procurador-geral da República, Neto Joaquim Neto, solicitou esta terça-feira instalações condignas ao Governo Provincial de Malanje, que permitam a expansão dos serviços aos municípios e de acomodação dos magistrados, visando conferir dignidade e condições de trabalho e segurança da integridade física dos operadores de justiça.

O magistrado fez essa solicitação ao governador provincial em exercício de Malanje, Domingos Eduardo, durante um encontro de cortesia que serviu para apresentação das preocupações da PGR na província.

Neto Joaquim precisou que, nesta altura, a PGR não dispõe de uma casa protocolar para o procurador titular, para além da falta de representação na maioria dos municípios, situação que coloca em causa o pleno exercício da actividade judicial.

Citado pela Angop, o responsável precisou ser necessário que os magistrados estejam devidamente alojados em casas com segurança e em locais prestigiados, com destaque para a sub-procuradora provincial titular, pois estes estão expostos a riscos de vida, devido ao papel que desempenham.

“Sem a presença de magistrados nos municípios, o controlo da acção criminal se torna exclusivamente da competência da Polícia Nacional, e por conta disso ocorrem crimes nas comunidades que não chegam ao conhecimento da PGR”, frisou, o sub-procurador, que iniciou ontem uma jornada de trabalho de três dias a Malanje, na condição de coordenador da região judiciária norte, que abarca igualmente as províncias do Uíge, Cuanza norte e Zaire.

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