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Pessoas com Síndrome de Down e com Autismo merecem maior atenção do Estado

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As pessoas com Síndrome de Down e com Autismo devem fazer parte da agenda nacional de prioridades do sector da saúde, para que tenham acesso a serviços subvencionados pelo Estado, no âmbito da inclusão social, defendeu nesta sexta-feira última, no Lubango, a directora do Gabinete Provincial da Educação da Huíla, Paula Joaquim.

A responsável discursava na cerimónia de abertura da primeira jornada alusiva aos dias internacionais das pessoas com Síndrome de Down e de Autismo, 21 de Março e 02 de Abril, respectivamente, numa iniciativa do sector que dirige, sob o lema: “Juntos engajemo-nos para a inclusão social das pessoas com Síndrome de Down e Autismo”.

Na ocasião, afirmou que a inclusão escolar é o resultado de políticas do Executivo angolano, particularmente da política nacional de educação especial, aprovada através do decreto presidencial Nº187/17, de 16 de Agosto, que disponibiliza mecanismos para que a proposta de transformação das escolas do ensino geral, tendo como orientação o modelo da inclusão escolar.

Segundo Paula Joaquim, em relação a materialização do direito a educação a pessoas com essas patologias a nível da província da Huíla, “é um facto”, uma vez que faz parte do perfil da educação desde os primórdios da institucionalização da modalidade de educação especial em Angola.

Sem revelar dados de pessoas nessa condição na Huíla, a gestora disse, citada pela Angop, que a actividade que vai se estender até a 27 de Abril próximo, tem como foco divulgar e sensibilizar a sociedade sobre a existência de crianças e alunos com Síndrome de Dawn e Autismo, assim como suscitar debate sobre as potencialidades educativas que as pessoas com estas deficiências podem ter e impulsionar a inclusão escolar delas.

A Síndrome de Down é uma condição genética que leva a características físicas singulares e propensão a algumas doenças. Ela é causada por um cromossoma extra no par 21, e embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, pessoas com síndrome de Down têm personalidade única, estabelecem boa comunicação.

Já o Autismo é um problema psiquiátrico que costuma ser identificado na infância, entre um ano e meio e três anos, embora os sinais iniciais às vezes apareçam já nos primeiros meses de vida. O distúrbio afecta a comunicação e capacidade de aprendizado e adaptação da criança.

A abertura do evento foi sucedida do lançamento de um jornal mural que espelha a temática dessas doenças.

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Redacção

As pessoas com Síndrome de Down e com Autismo devem fazer parte da agenda nacional de prioridades do sector da saúde, para que tenham acesso a serviços subvencionados pelo Estado, no âmbito da inclusão social, defendeu nesta sexta-feira última, no Lubango, a directora do Gabinete Provincial da Educação da Huíla, Paula Joaquim.

A responsável discursava na cerimónia de abertura da primeira jornada alusiva aos dias internacionais das pessoas com Síndrome de Down e de Autismo, 21 de Março e 02 de Abril, respectivamente, numa iniciativa do sector que dirige, sob o lema: “Juntos engajemo-nos para a inclusão social das pessoas com Síndrome de Down e Autismo”.

Na ocasião, afirmou que a inclusão escolar é o resultado de políticas do Executivo angolano, particularmente da política nacional de educação especial, aprovada através do decreto presidencial Nº187/17, de 16 de Agosto, que disponibiliza mecanismos para que a proposta de transformação das escolas do ensino geral, tendo como orientação o modelo da inclusão escolar.

Segundo Paula Joaquim, em relação a materialização do direito a educação a pessoas com essas patologias a nível da província da Huíla, “é um facto”, uma vez que faz parte do perfil da educação desde os primórdios da institucionalização da modalidade de educação especial em Angola.

Sem revelar dados de pessoas nessa condição na Huíla, a gestora disse, citada pela Angop, que a actividade que vai se estender até a 27 de Abril próximo, tem como foco divulgar e sensibilizar a sociedade sobre a existência de crianças e alunos com Síndrome de Dawn e Autismo, assim como suscitar debate sobre as potencialidades educativas que as pessoas com estas deficiências podem ter e impulsionar a inclusão escolar delas.

A Síndrome de Down é uma condição genética que leva a características físicas singulares e propensão a algumas doenças. Ela é causada por um cromossoma extra no par 21, e embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, pessoas com síndrome de Down têm personalidade única, estabelecem boa comunicação.

Já o Autismo é um problema psiquiátrico que costuma ser identificado na infância, entre um ano e meio e três anos, embora os sinais iniciais às vezes apareçam já nos primeiros meses de vida. O distúrbio afecta a comunicação e capacidade de aprendizado e adaptação da criança.

A abertura do evento foi sucedida do lançamento de um jornal mural que espelha a temática dessas doenças.

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