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Patrícia Faria acusa Comissão Eleitoral de impedir eleições na UNAC

Patrícia Faria acusa Comissão Eleitoral de impedir eleições na UNAC
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A negligência por parte da Comissão Nacional Eleitoral foi o que levou a que as eleições dos novos corpos gerentes da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC-SA) não se realizassem no ano passado, avançou a advogada da lista B, Patrícia Faria, que acrescentou haver “indícios suficientes de vícios” que contaminavam o processo eleitoral organizado pela Comissão, ante o silêncio do Ministério da Cultura.

Na sua óptica, não havendo  alternativa, a lista B intentou uma providência cautelar junto do Tribunal Provincial de Luanda para o apuramento judicial dos factos, e disse que, “de forma irresponsável e leviana, a CNE, elementos afectos à lista A e a ilegal Comissão de Gestão da UNAC-SA, mais não fazem em seus pronunciamentos públicos  senão distorcer as razões da providência cautelar e do arrastamento do processo junto do Tribunal de Luanda”.

A lista B, recentemente notificada pelo Tribunal Provincial de Luanda, “constatou que o órgão, uma vez confrontado com a providência cautelar e consequente despacho do juiz da causa, interpôs um recurso do despacho”, disse Patrícia, que adiantou que “o recurso foi indeferido pelo juiz da causa, e, em reacção, a CNE apresentou uma reclamação contra a decisão do juiz.”

Em declarações ao Jornal de Angola, a fonte acrescentou que a reclamação da Comissão Eleitoral, “apresentada superiormente”, foi considerada “deserta, pura e simplesmente, uma vez que a mesma, mesmo tendo sido notificada, não cumpriu com as suas obrigações fiscais para que a reclamação fosse apreciada”, sendo assim a principal razão da morosidade e estado de letargia que se instaurou à volta da providência cautelar.

“Por que é que deliberadamente a Comissão Eleitoral se absteve  de cumprir as suas obrigações fiscais retardando a marcha normal do processo e com que propósito foi orquestrada a concertada  campanha de manipulação nos meios de comunicação massiva, entre  os seus membros, lista A e direcção ilegal da UNAC-SA?”, questionou-se.

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Redacção

A negligência por parte da Comissão Nacional Eleitoral foi o que levou a que as eleições dos novos corpos gerentes da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC-SA) não se realizassem no ano passado, avançou a advogada da lista B, Patrícia Faria, que acrescentou haver “indícios suficientes de vícios” que contaminavam o processo eleitoral organizado pela Comissão, ante o silêncio do Ministério da Cultura.

Na sua óptica, não havendo  alternativa, a lista B intentou uma providência cautelar junto do Tribunal Provincial de Luanda para o apuramento judicial dos factos, e disse que, “de forma irresponsável e leviana, a CNE, elementos afectos à lista A e a ilegal Comissão de Gestão da UNAC-SA, mais não fazem em seus pronunciamentos públicos  senão distorcer as razões da providência cautelar e do arrastamento do processo junto do Tribunal de Luanda”.

A lista B, recentemente notificada pelo Tribunal Provincial de Luanda, “constatou que o órgão, uma vez confrontado com a providência cautelar e consequente despacho do juiz da causa, interpôs um recurso do despacho”, disse Patrícia, que adiantou que “o recurso foi indeferido pelo juiz da causa, e, em reacção, a CNE apresentou uma reclamação contra a decisão do juiz.”

Em declarações ao Jornal de Angola, a fonte acrescentou que a reclamação da Comissão Eleitoral, “apresentada superiormente”, foi considerada “deserta, pura e simplesmente, uma vez que a mesma, mesmo tendo sido notificada, não cumpriu com as suas obrigações fiscais para que a reclamação fosse apreciada”, sendo assim a principal razão da morosidade e estado de letargia que se instaurou à volta da providência cautelar.

“Por que é que deliberadamente a Comissão Eleitoral se absteve  de cumprir as suas obrigações fiscais retardando a marcha normal do processo e com que propósito foi orquestrada a concertada  campanha de manipulação nos meios de comunicação massiva, entre  os seus membros, lista A e direcção ilegal da UNAC-SA?”, questionou-se.

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