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“Para fazer humor e ter projecção como a conquistada pelos Tuneza, hoje, é preciso investigar muito”, afirma Gilmário Vemba

“Para fazer humor e ter projecção como a conquistada pelos Tuneza, hoje, é preciso investigar muito”, afirma Gilmário Vemba
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O integrante dos Tuneza, Gilmário Vemba, afirmou que para fazer humor e ter projecção como a conquistada pelo grupo, hoje, é preciso investigar muito.

O humorista falava a propósito do primeiro livro do grupo, intitulado “Humor não é só fazer rir”, com previsões de ser lançado no próximo dia 3 de Março, tendo acrescentado que “ainda existem muitos artistas e criadores angolanos focados mais na visão comercial, do que num legado”.

Gilmário disse ainda que os livros são guias de investigação e os artistas têm muitas histórias que precisam de ser contadas.

Por outro lado, defende, “a publicação de livros deve ser o passo seguinte na evolução da carreira de qualquer artista, porque permite deixar um legado às gerações vindouras e mostrar a estas o esforço que muitos deles fizeram para alcançar o sucesso”.

Com várias histórias de vida sobre o percurso dos seus integrantes, umas alegres, outras nem tanto, a obra, que conta com 200 páginas, retrata, em certos capítulos, com muita sátira, as aventuras e desventuras para conquistar o mercado nacional.

Dividido em duas partes, a primeira sobre os integrantes e a segunda sobre a história do grupo, o livro inclui ilustrações das primeiras actuações do quinteto, assim como as várias indumentárias usadas.

Então, o artista deu a conhecer que o título do livro mostra que nem tudo se resume ao humor. “Existem aspectos que vão além do riso. Há um lado didáctico e um outro muito informativo e formativo. Não queremos apenas entreter, mas também levar as pessoas a corrigirem determinados comportamentos”, explicou.

“Mas é preciso termos em conta que este livro, ou qualquer outro, é um arquivo a ser usado daqui a 20 anos numa pesquisa ligada ao humor, música ou a dança feita numa época, realçou, e revelou ainda que os livros e algumas pessoas de quem receberam informações sobre determinados assuntos foram preponderantes.

“Por isso, sabemos a importância de um livro. Tudo o que se pode encontrar numa biblioteca ou na Internet necessitou de ser registado antes”, reforçou, citado pelo Jornal de Angola.

Para concretizar este projecto, que celebra os 15 anos de existência do grupo, Os Tuneza trabalharam com a editora portuguesa Matéria Prima.

O grupo de humor estreou, no passado dia 11, no canal Zap Viva, o programa televisivo “No cubico dos Tuneza”,  num formato que conta com a participação de uma plateia e que, com a duração de uma hora, o é exibido ao vivo aos domingos, a partir das 21h00, com muito humor e entretenimento.

Criado em Luanda em 2003, o grupo constituído pelos actores Daniel Vilola, Orlando Rodrigues, Gilmário Vemba, Cesalty Paulo e José Chieta, começou inicialmente como companhia  de teatro, o Colectivo de Artes Tuneza. 

Dando continuidade à carreira nos palcos, o grupo trocou o drama pela comédia e passou a actuar para um público mais vasto. Ao longo dos anos, conquistou o público, através da Televisão Pública de Angola (TPA), onde apresentou o programa Fora de série.

O sucesso foi tanto que nos anos seguintes foram convidados a apresentar o programa Kialumingo, da Rádio Luanda. O seu primeiro álbum musical, “Humor ao domicílio”, foi gravado no estúdio da Rádio Nacional de Angola e tem participações especiais de Kizua Gourgel, Totó, Dodó Miranda e o radialista Afonso Quintas.

Em 2008, apresentaram o DVD Fora de série e no ano seguinte estrearam o programa Coisa Doida, na TV Zimbo. Em 2016, Os Tuneza estrearam no canal de televisão Mundo Fox, transmitido pela DStv, o programa de humor “Os Tropas d’os Tuneza”, com a participação de humoristas de todo o país.

 

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O integrante dos Tuneza, Gilmário Vemba, afirmou que para fazer humor e ter projecção como a conquistada pelo grupo, hoje, é preciso investigar muito.

O humorista falava a propósito do primeiro livro do grupo, intitulado “Humor não é só fazer rir”, com previsões de ser lançado no próximo dia 3 de Março, tendo acrescentado que “ainda existem muitos artistas e criadores angolanos focados mais na visão comercial, do que num legado”.

Gilmário disse ainda que os livros são guias de investigação e os artistas têm muitas histórias que precisam de ser contadas.

Por outro lado, defende, “a publicação de livros deve ser o passo seguinte na evolução da carreira de qualquer artista, porque permite deixar um legado às gerações vindouras e mostrar a estas o esforço que muitos deles fizeram para alcançar o sucesso”.

Com várias histórias de vida sobre o percurso dos seus integrantes, umas alegres, outras nem tanto, a obra, que conta com 200 páginas, retrata, em certos capítulos, com muita sátira, as aventuras e desventuras para conquistar o mercado nacional.

Dividido em duas partes, a primeira sobre os integrantes e a segunda sobre a história do grupo, o livro inclui ilustrações das primeiras actuações do quinteto, assim como as várias indumentárias usadas.

Então, o artista deu a conhecer que o título do livro mostra que nem tudo se resume ao humor. “Existem aspectos que vão além do riso. Há um lado didáctico e um outro muito informativo e formativo. Não queremos apenas entreter, mas também levar as pessoas a corrigirem determinados comportamentos”, explicou.

“Mas é preciso termos em conta que este livro, ou qualquer outro, é um arquivo a ser usado daqui a 20 anos numa pesquisa ligada ao humor, música ou a dança feita numa época, realçou, e revelou ainda que os livros e algumas pessoas de quem receberam informações sobre determinados assuntos foram preponderantes.

“Por isso, sabemos a importância de um livro. Tudo o que se pode encontrar numa biblioteca ou na Internet necessitou de ser registado antes”, reforçou, citado pelo Jornal de Angola.

Para concretizar este projecto, que celebra os 15 anos de existência do grupo, Os Tuneza trabalharam com a editora portuguesa Matéria Prima.

O grupo de humor estreou, no passado dia 11, no canal Zap Viva, o programa televisivo “No cubico dos Tuneza”,  num formato que conta com a participação de uma plateia e que, com a duração de uma hora, o é exibido ao vivo aos domingos, a partir das 21h00, com muito humor e entretenimento.

Criado em Luanda em 2003, o grupo constituído pelos actores Daniel Vilola, Orlando Rodrigues, Gilmário Vemba, Cesalty Paulo e José Chieta, começou inicialmente como companhia  de teatro, o Colectivo de Artes Tuneza. 

Dando continuidade à carreira nos palcos, o grupo trocou o drama pela comédia e passou a actuar para um público mais vasto. Ao longo dos anos, conquistou o público, através da Televisão Pública de Angola (TPA), onde apresentou o programa Fora de série.

O sucesso foi tanto que nos anos seguintes foram convidados a apresentar o programa Kialumingo, da Rádio Luanda. O seu primeiro álbum musical, “Humor ao domicílio”, foi gravado no estúdio da Rádio Nacional de Angola e tem participações especiais de Kizua Gourgel, Totó, Dodó Miranda e o radialista Afonso Quintas.

Em 2008, apresentaram o DVD Fora de série e no ano seguinte estrearam o programa Coisa Doida, na TV Zimbo. Em 2016, Os Tuneza estrearam no canal de televisão Mundo Fox, transmitido pela DStv, o programa de humor “Os Tropas d’os Tuneza”, com a participação de humoristas de todo o país.

 

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