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País possui “insuficiência” no sistema financeiro, admite BNA

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Algumas instituições bancárias do país ainda apresentam “insuficiências” na prevenção de branqueamento de capitais, nomeadamente a “inexistência da declaração de origem e destino de fundos” e “matriz de risco não implementada”, admitiu ontem a chefe da divisão de Prevenção de Branqueamento de Capitais do Banco Nacional de Angola (BNA), afirmando que estas não possuem mecanismos suficientes para avaliar e monitorar o risco do cliente.

Delmise Florentino, que falava em Luanda durante a conferência sobre “Compliance: Custo ou Oportunidade”, acrescentou que existem ainda “muitas instituições” que realizam transacções “sem a validação e conhecimento da área da “compliance”.

Em relação à inexistência de declaração de origem e destino de fundos, a responsável referiu que algumas instituições bancárias angolanas “ainda não fazem o uso desse mecanismo” e, as que fazem, apresentam “falta de documentos comprovativos da operação realizada”, pois não têm aplicativos informáticos implementados, embora outras tenham, mas “não geram os alertas necessários para fazer uma diligência eficaz e para também classificar o risco mediante o perfil transaccional”.

Delmise Florentino, que na conferência falou sobre a “Actuação da Supervisão às Instituições Financeiras Bancárias no âmbito da Prevenção de Branqueamento de Capitais”, sublinhou, de acordo com o Jornal de Angola, que existem ainda no sistema bancário angolano “diligências inadequadas”.

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Redacção

Algumas instituições bancárias do país ainda apresentam “insuficiências” na prevenção de branqueamento de capitais, nomeadamente a “inexistência da declaração de origem e destino de fundos” e “matriz de risco não implementada”, admitiu ontem a chefe da divisão de Prevenção de Branqueamento de Capitais do Banco Nacional de Angola (BNA), afirmando que estas não possuem mecanismos suficientes para avaliar e monitorar o risco do cliente.

Delmise Florentino, que falava em Luanda durante a conferência sobre “Compliance: Custo ou Oportunidade”, acrescentou que existem ainda “muitas instituições” que realizam transacções “sem a validação e conhecimento da área da “compliance”.

Em relação à inexistência de declaração de origem e destino de fundos, a responsável referiu que algumas instituições bancárias angolanas “ainda não fazem o uso desse mecanismo” e, as que fazem, apresentam “falta de documentos comprovativos da operação realizada”, pois não têm aplicativos informáticos implementados, embora outras tenham, mas “não geram os alertas necessários para fazer uma diligência eficaz e para também classificar o risco mediante o perfil transaccional”.

Delmise Florentino, que na conferência falou sobre a “Actuação da Supervisão às Instituições Financeiras Bancárias no âmbito da Prevenção de Branqueamento de Capitais”, sublinhou, de acordo com o Jornal de Angola, que existem ainda no sistema bancário angolano “diligências inadequadas”.

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