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"Os efectivos do MININT sempre consentiram muitos sacrifícios em prol da nação", afirmou Eugénio Laborinho

"Os efectivos do MININT sempre consentiram muitos sacrifícios em prol da nação", afirmou Eugénio Laborinho
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O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, afirmou que "os efectivos do Ministério do Interior sempre consentiram muitos sacrifícios em prol do interesse da nação e das necessidades colectivas", tendo revelado que, nos últimos três anos, 129 polícias foram vítimas de disparos de armas de fogo praticados por meliantes, resultando em 37 mortes e 92 feridos.

Falando na solenidade que marcou o 41º aniversário do Ministério do Interior, que ontem se assinalou, o governante encorajou os efectivos do sector a executarem com empenho, comprometimento e espírito de missão as tarefas superiormente orientadas.

Segundo o ministro, a efeméride deveria ser comemorada com alegria e festejos, frisando tal não ser possível devido à Covid-19, que já provocou nove mortes no país.

"Devido a esta pandemia, fomos orientados, mais uma vez, por Sua Excelência Presidente da República e Comandante em Chefe das FAA, a estar na linha da frente das acções de asseguramento e contenção da propagação do coronavírus", sublinhou, citado pela Angop.

Laborinho lembrou que as forças vão continuar as suas acções táctico-operacionais focadas no cumprimento das medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade e no combate à criminalidade em todo o país.

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Redacção

O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, afirmou que "os efectivos do Ministério do Interior sempre consentiram muitos sacrifícios em prol do interesse da nação e das necessidades colectivas", tendo revelado que, nos últimos três anos, 129 polícias foram vítimas de disparos de armas de fogo praticados por meliantes, resultando em 37 mortes e 92 feridos.

Falando na solenidade que marcou o 41º aniversário do Ministério do Interior, que ontem se assinalou, o governante encorajou os efectivos do sector a executarem com empenho, comprometimento e espírito de missão as tarefas superiormente orientadas.

Segundo o ministro, a efeméride deveria ser comemorada com alegria e festejos, frisando tal não ser possível devido à Covid-19, que já provocou nove mortes no país.

"Devido a esta pandemia, fomos orientados, mais uma vez, por Sua Excelência Presidente da República e Comandante em Chefe das FAA, a estar na linha da frente das acções de asseguramento e contenção da propagação do coronavírus", sublinhou, citado pela Angop.

Laborinho lembrou que as forças vão continuar as suas acções táctico-operacionais focadas no cumprimento das medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade e no combate à criminalidade em todo o país.

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