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ONU garante 16 milhões de dólares para apoiar o combater a Covid-19 em Angola

ONU garante 16 milhões de dólares para apoiar o combater a Covid-19 em Angola
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O sistema das Nações Unidas em Angola vai prestar um apoio de cerca de 16 milhões de dólares complementar ao esforço nacional de combate à Covid-19, informou ontem o coordenador residente, Paolo Balladelli, à saída de uma audiência concedida pelo Presidente da República, João Lourenço.

O responsável frisou que a pandemia forçou a reprogramação dos recursos do plano de cooperação com Angola, passando 12, 5 milhões de dólares para apoiar a resposta nacional contra a Covid-19 e 3,5 milhões para a segurança alimentar das populações nas províncias do Namibe, Huíla, Cunene e Cuando Cubango.

Disse ainda que os recursos já estão disponíveis e servirão para garantir assistência técnica, mediante a transferência de conhecimentos e a criação de capacidades internas, considerando essencial a melhoria dos mecanismos de coordenação com os parceiros.

Paolo Balladelli, que considerou o Estado de Emergência uma medida bem pensada e atempada, fundamentalmente, pelo facto de o distanciamento físico ser a arma mais importante para evitar o alastramento do vírus, sublinhou que o isolamento pode provocar dificuldade económicas e sociais, pelo que defende as transferências financeiras e a aceleração da produção de alimentos, como trigo, mandioca, milho, ovos e galinha para garantir a segurança alimentar da população e o acesso à água.

Citado pela Angop, disse ter discutido com o Presidente João Lourenço sobre a possibilidade de produção interna de máscaras para diminuir a probabilidade de infecção, e falou também da necessidade de maior protecção aos profissionais de saúde, bem como das mulheres e crianças.

Aconselhou o uso de hospitais apenas para doentes que tenham realmente dificuldades respiratórias, sob pena de serem infectados ou reinfectados, e defendeu a aceleração do uso massivo de testes e isolar os confirmados, fazer o acompanhamento de pessoas que tiveram contacto do indivíduos expostos.

"Apesar de não haver estudos sobre o comportamento do vírus em África", espera que as condições como a temperatura mitiguem o impacto da pandemia no continente, reforçando as medidas de prevenção por ter receios de períodos graves em finais de Abril e Maio.

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Redacção

O sistema das Nações Unidas em Angola vai prestar um apoio de cerca de 16 milhões de dólares complementar ao esforço nacional de combate à Covid-19, informou ontem o coordenador residente, Paolo Balladelli, à saída de uma audiência concedida pelo Presidente da República, João Lourenço.

O responsável frisou que a pandemia forçou a reprogramação dos recursos do plano de cooperação com Angola, passando 12, 5 milhões de dólares para apoiar a resposta nacional contra a Covid-19 e 3,5 milhões para a segurança alimentar das populações nas províncias do Namibe, Huíla, Cunene e Cuando Cubango.

Disse ainda que os recursos já estão disponíveis e servirão para garantir assistência técnica, mediante a transferência de conhecimentos e a criação de capacidades internas, considerando essencial a melhoria dos mecanismos de coordenação com os parceiros.

Paolo Balladelli, que considerou o Estado de Emergência uma medida bem pensada e atempada, fundamentalmente, pelo facto de o distanciamento físico ser a arma mais importante para evitar o alastramento do vírus, sublinhou que o isolamento pode provocar dificuldade económicas e sociais, pelo que defende as transferências financeiras e a aceleração da produção de alimentos, como trigo, mandioca, milho, ovos e galinha para garantir a segurança alimentar da população e o acesso à água.

Citado pela Angop, disse ter discutido com o Presidente João Lourenço sobre a possibilidade de produção interna de máscaras para diminuir a probabilidade de infecção, e falou também da necessidade de maior protecção aos profissionais de saúde, bem como das mulheres e crianças.

Aconselhou o uso de hospitais apenas para doentes que tenham realmente dificuldades respiratórias, sob pena de serem infectados ou reinfectados, e defendeu a aceleração do uso massivo de testes e isolar os confirmados, fazer o acompanhamento de pessoas que tiveram contacto do indivíduos expostos.

"Apesar de não haver estudos sobre o comportamento do vírus em África", espera que as condições como a temperatura mitiguem o impacto da pandemia no continente, reforçando as medidas de prevenção por ter receios de períodos graves em finais de Abril e Maio.

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