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O retorno das obras eleitoralistas

O retorno das obras eleitoralistas
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Luanda já é uma cidade com um trânsito caótico, quer haja obras, quer não. Entretanto, com as eleições gerais à vista, e mesmo em período de crise, a capital mergulhou num autêntico caos. Se por um lado deve ser motivo de satisfação dos citadinos (leia-se eleitores), na medida em que vários dos constrangimentos rodoviários poderão ser ultrapassados, por outro lado não deixa ser uma preocupação a rapidez com que as obras estão a ser executadas.

Desde  os Congolenses ao Kilamba, passando por Camama, homens trabalham sem parar, dia e noite, como nunca antes vistos. Aqui, a preocupação prende-se com as prioridades do Governo, que continuam a ser o betão – embora a cidade de Luanda esteja a precisar de uma intervenção profunda a este nível -, e com a durabilidade das obras. Neste capítulo, tomos sabemos que as empresas de fiscalização mais parecem “micheiras” das empreitadas, porque na maior parte dos casos em que as obras se degradam antes do tempo de validade, ninguém é responsabilizado. Ou melhor, o cidadão comum é quem paga. Apanha buracos, fica preso no engarrafamento, paga taxa de circulação e no final tem o carro danificado. Se for só para ganhar eleitores e depois tudo voltar à “anormalidade”, então às obras em curso são apenas um desperdício do erário público e deviam atrair o voto de ninguém.

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Redacção

Luanda já é uma cidade com um trânsito caótico, quer haja obras, quer não. Entretanto, com as eleições gerais à vista, e mesmo em período de crise, a capital mergulhou num autêntico caos. Se por um lado deve ser motivo de satisfação dos citadinos (leia-se eleitores), na medida em que vários dos constrangimentos rodoviários poderão ser ultrapassados, por outro lado não deixa ser uma preocupação a rapidez com que as obras estão a ser executadas.

Desde  os Congolenses ao Kilamba, passando por Camama, homens trabalham sem parar, dia e noite, como nunca antes vistos. Aqui, a preocupação prende-se com as prioridades do Governo, que continuam a ser o betão – embora a cidade de Luanda esteja a precisar de uma intervenção profunda a este nível -, e com a durabilidade das obras. Neste capítulo, tomos sabemos que as empresas de fiscalização mais parecem “micheiras” das empreitadas, porque na maior parte dos casos em que as obras se degradam antes do tempo de validade, ninguém é responsabilizado. Ou melhor, o cidadão comum é quem paga. Apanha buracos, fica preso no engarrafamento, paga taxa de circulação e no final tem o carro danificado. Se for só para ganhar eleitores e depois tudo voltar à “anormalidade”, então às obras em curso são apenas um desperdício do erário público e deviam atrair o voto de ninguém.

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