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“O empregador sabe sempre aquilo que quer”, disse directora do INEFOP

“O empregador sabe sempre aquilo que quer”, disse directora do INEFOP
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Andrade Lino

A directora-geral do INEFOP (Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional), Edgarda do Sacramento Neto, acredita que o empregador sabe sempre aquilo que quer, “porque ele, tendo uma empresa, tem as máquinas, e sabe o que pretende em termo de qualificações”.

A responsável falava sobre formação profissional como complemento do emprego, por ocasião da segunda Feira do Talento, realizada pelo portal de empregos Jobartis, iniciativa que visa manter candidatos mais próximos das empresas, tendo referido que muitas vezes há um desajuste e um desalinhamento entre o perfil do candidato e o perfil do técnico que a empresa precisa.

Em entrevista ao ONgoma News, defendeu que, para haver empregos qualificados e bem remunerados, é preciso também haver uma boa formação profissional e boa qualificação da mão-de-obra, porque “é a própria formação profissional que tem que fazer esse alinhamento com os cursos que os centros ministram em termos de conteúdos programáticos, trabalhar com as empresas e aqui o papel do INEFOP surge no sentido de trabalhar com as empresas para ajustar no perfil dos candidatos as exigências do mercado de trabalho”.

A implementação desses cursos sempre foi a visão do Ministério do Trabalho por via do INEFOP, disse, acrescentando que é necessário ver para que lado o pais esta a crescer. “Para o lado da agricultura, das pescas ou da construção civil?”, questionou-se, continuando que é neste domínio em que precisamente os centros estão representados, sendo então que a instituição encontra-se espalhada pelas 18 províncias do país.

No entanto, Edgarda Neto apelou aos jovens a nunca deixarem só um currículo e dizerem que estão desempregados, mas deixarem muitos currículos e dizerem que estão à procura de emprego.

“Eu digo sempre aos jovens que não fazemos um curso de formação profissional e achamos que já estamos formados. Esse tende a ser apenas e o início da formação, pois é necessário fazer cursos complementares, por isso é que se chama currículo - um percurso, e nós temos que ter esse percurso. E todo aquele que trabalha hoje teve o seu primeiro emprego e alguém lhe deu essa oportunidade. Então, esta oportunidade vai chegar, a esperança nunca morre”, exortou.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A directora-geral do INEFOP (Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional), Edgarda do Sacramento Neto, acredita que o empregador sabe sempre aquilo que quer, “porque ele, tendo uma empresa, tem as máquinas, e sabe o que pretende em termo de qualificações”.

A responsável falava sobre formação profissional como complemento do emprego, por ocasião da segunda Feira do Talento, realizada pelo portal de empregos Jobartis, iniciativa que visa manter candidatos mais próximos das empresas, tendo referido que muitas vezes há um desajuste e um desalinhamento entre o perfil do candidato e o perfil do técnico que a empresa precisa.

Em entrevista ao ONgoma News, defendeu que, para haver empregos qualificados e bem remunerados, é preciso também haver uma boa formação profissional e boa qualificação da mão-de-obra, porque “é a própria formação profissional que tem que fazer esse alinhamento com os cursos que os centros ministram em termos de conteúdos programáticos, trabalhar com as empresas e aqui o papel do INEFOP surge no sentido de trabalhar com as empresas para ajustar no perfil dos candidatos as exigências do mercado de trabalho”.

A implementação desses cursos sempre foi a visão do Ministério do Trabalho por via do INEFOP, disse, acrescentando que é necessário ver para que lado o pais esta a crescer. “Para o lado da agricultura, das pescas ou da construção civil?”, questionou-se, continuando que é neste domínio em que precisamente os centros estão representados, sendo então que a instituição encontra-se espalhada pelas 18 províncias do país.

No entanto, Edgarda Neto apelou aos jovens a nunca deixarem só um currículo e dizerem que estão desempregados, mas deixarem muitos currículos e dizerem que estão à procura de emprego.

“Eu digo sempre aos jovens que não fazemos um curso de formação profissional e achamos que já estamos formados. Esse tende a ser apenas e o início da formação, pois é necessário fazer cursos complementares, por isso é que se chama currículo - um percurso, e nós temos que ter esse percurso. E todo aquele que trabalha hoje teve o seu primeiro emprego e alguém lhe deu essa oportunidade. Então, esta oportunidade vai chegar, a esperança nunca morre”, exortou.

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